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Eu escrevo muito bem. Ah como escrevo... Desenho letras em alto relevo para a loucura da paranoia desvairada.
Que loucura! Estou aqui, no auge da minha imaginação. Imagine só: de fato, só um violão e a voz daquela cantante, cantando em dó, para o poema sair.
Não, nem tente sorrir... É só por uma música bonita nesta letra besta, que talvez te agrade e faça você cantar feito um louco.
Talvez você também seja um louco, e só está procurando uma razão para “uivar” para o mundo... Eu, só estou tentando desatar os nós.
A.J. Cardiais 19.03.2009
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Poeta
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Para entender o poema, é preciso mergulhar no sistema e nadar em todas as frases que o sentido enviar...
Deixar de amarrotar o silêncio, e silenciar todas as dores, antes do galo cantar...
Para entender o poema, é preciso surfar nas palavras, mergulhar em ondas de versos e afogar-se no mar de letras.
Para entender o poema, é preciso lê-lo descalço.
A.J. Cardiais 16.03.2010
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Poeta
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Eu sou só um poeta, às avessas, descontrolando-me ao temperar as letras, pondo mais sal ou mais pimenta.
Eu sou mais um perdido, que a poesia sustenta, e vivo arrotando que sou poeta...
Eu sou mais um trabalhador de sonhos, um idealizador de nadas, uma chaminé de palavras...
Eu sou só um poluidor, dos olhos e das ideias, para quem não gosta de pensar, nem de ler.
A.J. Cardiais 28.11.2010
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Poeta
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Preciso de calma, de paz na alma, para desfrutar-me...
Preciso de sol, de chuva, de tudo, para ser poesia.
Preciso de livros, letras, liberdade e poetas, para exercitar-me.
Preciso estar só, "sobrioembriagado" com algo, para encantar-me, encontrar-me e existir... Mesmo por segundos.
A.J. Cardiais 15.03.2001
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Poeta
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BUSTROFEDÓN CARMESÍ
Por las esquinas del agua degollada olif nis odnum la narim euQ < Las raíces tropiezan con ansias sehcon sal ed acun al roP < Y los bordes de la brisa adeur al ed satsira sal noC < Y el desgarro del otoño ajnopse ed opreuc elbod noC < Y los guantes de seca sangre.
sartel ahceh etneipres adargaS < Sagrada serpiente hecha letras lam led y neib led álla sáM < La pluma solo escribe…
Ya van las campanas al fango oleih nu sadenom sal nos aY < Con martillos de algodón añara anu ed sovalc sol noC < Como el humo hecho de goma ohcet led elas oveuh le omoC < Hoy la sed silba mansa abameuq oleus le reyA < Mañana mañana moriremos.
Ísemrac olos naT < Solo solo carmesí Somos Somos.
Autor: Joel Fortunato Reyes Përez
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Poeta
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Fico estudando tudo que vejo... Daí vou misturando com o meu desejo, e fazendo estas construções de letras; estas obras abertas, estas ideias desertas, que não sei até onde irão.
Fico nesta alimentação de pão e poesia, semeando pra que um dia ela possa entrar no cardápio da população.
A.J. Cardiais 17.05.2011
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Poeta
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Las letras se habían ido No sé que hicieron mientras estaban ausentes Tal vez solamente descansaron O planearon regresar con más fuerza Sea como fuere, una vez más están aquí Y es hora de saber para que volvieron
Escribir era fácil teniendo la inspiración correcta Me agrada el pensamiento que esto guste a alguien Aunque muchas veces dudo que exista aparte de mí.
Hace años me decían que escribía bien y eso me animaba Pero todo pasa y cambia, “Todo por servir se acaba” No sé si aplique en este caso, aunque espero que no.
Ahora hay razones nuevamente para plasmar letras O vuelvo a pensar que así es, eso no me preocupa Me gusta escribir y pienso que lo hago bien, Aunque esté errado en mi conclusión Lo seguiré haciendo por gusto. Porque que lo que me importa es sentirme bien Y si alguien se puede sentir identificado Eso es lo mejor, porque así sirven más las letras.
Quiero compartir pensamientos Porque compartir sentimientos no se me da Y sé que hay veces en que las palabras Expresan sentimientos por sí mismas Por eso aprovecharé su bondad Que he explotado leyendo Pero ahora aportando.
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Poeta
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O próximo passo, é um assalto à ideia; É um roubar prazer, e deixar morrer nas nuvens.
O próximo assalto, é um desbancar de letras; É um mar de portas abertas, e o ar gritando: mãos pro alto!
O próximo asfalto, vai dar num caminho inseguro... Vai dar num muro, segurando as lamentações.
As próximas orações, seguem as rimas frágeis da vida... E, em seguida, vem a viagem, vem a mensagem, vem o medo.
A.J. Cardiais 25.05.2011
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Poeta
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Está difícil extrair ouro das palavras... Está difícil garimpar... É preciso quebrar blocos de ideias. É preciso imaginar.
Demarcar o veio em que se vai trabalhar, e começar a cavar ideias... Até achar um filão.
Mas, muita atenção, pois o ouro está misturado ao cascalho... É ouro em pó. Tem que ser muito bem trabalhado.
Imaginem o monte de letras que alguém tem que cavar para encontrar as palavras, extrair o ouro e transformá-lo em um texto.
A.J. Cardiais 17.12.2010 imagem: google
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Poeta
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Talvez, se eu tivesse casado com aquela pessoa, eu estivesse numa boa...
Talvez se eu não tivesse abandonado a Faculdade de Letras, hoje eu fosse mais letrado.
Talvez se eu tivesse me acomodado naquele emprego, (por sinal, bem remunerado) hoje eu já estivesse aposentado... (e com um salário bom)
E para não fugir do tom: talvez se eu tivesse feito tudo isso, hoje não estivesse aqui, "poetando" sobre estas dúvidas.
A.J. Cardiais 21.04.2004 Imagem: Google
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Poeta
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