|
|
|
Ellos y Ellas (Poetas y poetisas)
Cómo rendir tributo a la dedicación e ingenio de poetisas y poetas que legaron su don. Cómo expresar orgullo y gran admiración por su labia, su prosa, su verso primigenio.
Fluyen los personajes, recuerdos y momentos, ¡más no los necesito, hoy evoco a los muertos! Aquellos cuyas plumas sembraron nuestros huertos de lírica profunda, pasión, amor, tormentos.
No quiero referencias ni quiero citar nombres temo olvidar alguno, a quien no agradecer por haber transmitido, su vida y loor ufano.
¡Gracias por los poemas, gracias queridos hombres! mi reconocimiento, ¡mujeres!, por hacer ¡inmortal, recio, el verso … latinoamericano!
|
Poeta
|
|
|
|
Não quero perder o prazer que sinto, ao escrever.
Não quero a frieza de um "cálculo matemático", nem a destreza de um escritor técnico.
Eu quero a emoção; libertar minha ação em versos.
Gosto da "embriaguez" que o ato de escrever propicia.
A.J. Cardiais imagem: google
|
Poeta
|
|
|
|
Escrevo como um louco, procurando uma razão de existir; buscando um elixir para beber um pouco.
Escrevo com o desapego de querer ser escritor. Como quem carrega um andor, escrevo para ter sossego.
As ideias me torturam e, ao mesmo tempo, me ninam. Às vezes, para me atrair, rimam.
Então prendo-as no papel, para que elas descubram o caminho do inferno ou do céu.
A.J. Cardiais 27.12.2016
|
Poeta
|
|
|
|
Outros poetas escrevem coisas, que o poeta aqui não ousa. Não por não ser ousado. Mas por achar que é ousadia denominar “certas coisas” como poesia.
A.J. Cardiais 20.09.2014
|
Poeta
|
|
|
|
Eu não quero provar que sou bom em nada... Só quero é libertar minha alma enclausurada.
Então, se busco liberdade, não quero prender-me sem nenhuma necessidade, ao que não dê prazer.
Escrever como um dever, fica para o Escritor. Eu escrevo por escrever.
Por isso sou poeta Amador: escrevo só por prazer. Faço poesia só por amor.
A.J. Cardiais Imagem: Google
|
Poeta
|
|
|
|
Fue la noche anterior, cuando todo el mundo quedó en silencio, no hubo palabras, ni sueños, y entonces un día, un poeta se acerco a aquel lugar. Miles de poemas, novelas y cuentos, están por escribirse, iluminando toda Gaia, haciendo que la oscuridad desaparezca. Soy la voz de Nunca-Nunca-Jamás, la inocencia y sueños de cada ser humano, soy la cuna vacía de Peter Pan, soy el cuenta cuentos de la noche. Cada historia contada, cada fábula, cada leyenda, nunca acabará. Cuentos nocturnos, miles de historias, contadas hasta el final, hasta llegar al alba. Erick R. R. Torres (Angel Negro)
|
Poeta
|
|
|
SIN LLAVES
En la imagen carente de forma de pasado duplicado en ausentes de raciocinio y carnes de futuros que hipnóticos se piensan porque adecuaron al hueco en la redondez del aliento entre las agujas de la memoria entre lo que habrán adecuadosuprimiendo su radical, pasado, entre sueños y panteones. Historia de súbito, del agudo escultor de noches, del escritor de nuez, del mundo terminar sin hablar, donde adecuáremos al olvido, ingenuo triangular en descampado, en la expresión, de cataratas de esférico valor, el tiempo al espacio cristaliza, algunas veces lento, otras oculto el germen, sobornar al paraíso con perdones injustos, y lo que hubiese adecuado, al abrir del candado, del destino excesivo, una ruleta cargada.Con llave incierta, del camino leer ideas en las paredes blancas, del hambre verdadera una cuchara, sin que adecue al suelo, un hogar sin techo, decorado con el viento, intoxicado entre estrellas embriagadas, como adecuaba la noche, cuando gira el desconcierto, de todo, largamente un contraejemplo. ¡Sin llaves!.Sin Llaves Ves acaso la cerradura del ajeno pecho Un vientre bajo el piso una mirada al cielo Una frase de silencio discriminado Sin Llaves Ves acaso el verdadero ocaso de la carne alegre Vacío el pensar sin hambre, vicio satisfecho. Promotor de angelical olvido del polvo humano. Pero.¡Ah!. Eso sí. En los ojos desnudando, muslos ondulan, entre libélulas parpadeando, encarnados del nácar anzuelo, y algodón erecto sueña, donde adecuaría la tarde, la humedad enrojecida, del horizonte encima, del manjar apetitoso, adecuado el hueco.
¡Un simple y llano ves ya!. Cada desayuno de pestañas. Al instante vertical latiendo, la curiosidad del cambio, tibia posición y movimiento, en la intimidad escrita en secreto, lo blanquecino compartir libre, universos agitando tiernos, frutos de acuerdo maduros, jugos de abierta sensación,
en el criterio, del pañuelo amable, al propio espíritu sumerge, la inocencia imberbe, joyería de fantasía, solido vacío, al impulso de la incandescencia. del cerrojo llave perdida después.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
|
Poeta
|
|
|
|
Não leio nada como um “estudo”... Ou talvez seja um estudo, o que eu procuro ler por curiosidade e prazer. Não sou adepto de nada, nem contra nada. Sou a favor da liberdade. Liberdade de expressão. Mas, com uma condição: procurar saber, procurar conhecer. Isso não significa fazer tal e qual “aprendeu”. Significa que sabe, conhece, mas segue o que quer seguir, o que dá prazer.
Se tudo que se aprendesse, fosse obrigado a fazer tal e qual, as coisas nunca mudariam. Na poesia por exemplo, eu sempre enfatizo para que leiam Drummond, Bandeira, Quintana, Leminski e outros. Eu peço que leiam, não como uma “obrigação”... Leiam para ter alguma ideia; para fazer alguma comparação. Se gostarem, continuem a leitura. Não acho válido alguém ler algo “só para mostrar que sabe”, sem nenhum prazer.
Mario Quintana disse: “Já li poetas de renome universal e, mais grave ainda, de renome nacional, e que no entanto me deixaram indiferente. De quem é a culpa? De ninguém. É que não eram da minha família”. ¹
É a isto que eu estou me referindo: ler algo que lhe é indiferente, só porque foi escrito por alguém de renome... Esse texto de Mario Quintana (Carta), quem se arvora a escrever poesia, deveria lê-lo, é ótimo.
¹ Mario Quintana Em: Carta Coleção Melhores Poemas Ministério da Educação – FNDE Pag. 90
A.J. Cardiais
|
Poeta
|
|
|
|
Escrever algo e postar, é como montar um telhado de vidro... Você tem que estar preparado para receber de tudo: Tanto a luz do sol e da lua, como as pedradas e as tempestades. Afinal você estará expondo o seu pensamento, a sua vontade, a sua verdade, a sua mentira... sei lá, você estará se expondo. E se expor, até para quem gosta de chamar a atenção, é preciso ter "argumento". Principalmente se for escrevendo. Vai ter gente dizendo que você deveria ter feito assim e assado, que você deveria ter usado isso e aquilo... Vai ter gente criticando a sua linguagem, vai ter gente apontando as suas falhas... Mas também tem o seu lado bom: Além de você "descarregar" o seu sentimento, pode ter alguém elogiando a sua maneira de escrever, pode ter alguém elogiando a sua coragem de se aventurar a escrever sem ser nenhum acadêmico, pode ter alguém lhe agradecendo, por você ter mostrado um novo caminho... (tudo isso é suposição de sonhador).
Mas o mais importante é a adrenalina que ficará reinando, enquanto você espera o resultado da sua "ousadia". Eu falo "ousadia", porque quem já escreve cheio de pompa, cheio de conhecimento e senhor de si, só espera colher louros com o seu texto. Quando ele mostrar o "currículo", ninguém se atreverá a dizer que o texto dele é ruim. Se o cara for doutor, professor, pós isso, pós aquilo (só tem pós, nenhum pré), acadêmico, neurastênico etc, todo mundo só terá boas falas. Quem se atreverá em atacar o doutor sabe tudo? Os outros doutores serão os primeiros a acobertarem qualquer "falha". Estou fugindo do meu objetivo, voltemos:
Lembre-se que você estará expondo a sua maneira de pensar, de ver e sentir a vida e as coisas. Então não espere que todos que lerem o seu texto, vá pensar como você. Explique o que precisar ser explicado, aceite o que precisar ser aceito, mas não compre briga. Ninguém chuta cachorro morto. Então, se chutarem você, é porque você está vivo. Tente ficar mais vivo ainda. Procure escrever o mais correto que puder, para não começar uma "escola" de escrever errado. (Já basta a internet) No mais, é acreditar no que você faz, e tocar em frente. Se não fosse com a ousadia, Oswald de Andrade não teria modificado a forma de escrever poesia.
A.J. Cardiais
|
Poeta
|
|
|
|
ESCRITOR (José Antonio de Souza Gama-Balzac)
Es un plantador de árboles Un distribuidor de sonrisas Una mirilla en los espejos exteriores Una concisa versos gerente
Es un coleccionista de letras Un constructor de libros Un brincador con palabras Un coleccionista de joyas y de la chatarra
Es una pérdida de derechos Un pacificador en los conflictos Un soñador con la esperanza Un defensor de los susurros y gritos
Se trata de un agregador de devotos Un predicador de los sentidos Un oferente de sacrificios Un pastor en los altares redimido!
Leopoldina, MG, 1 de mayo de 2011.
(Original) O ESCRITOR (José Antônio Gama de Souza-Balzac)
É um semeador de árvores Um distribuidor de sorrisos Um espiador de espelhos alheios Um gestor de versos concisos
É um ajuntador de letras Um construtor de livros Um brincador com as palavras Um catador de jóias e lixos
É um perdedor de direitos Um pacificador de conflitos Um sonhador de esperanças Um ouvidor de sussurros e gritos
É um agregador de devotos Um pregador dos sentidos Um oferecedor de sacrifícios Um pastor em altares remidos!
Leopoldina, MG, 01 de maio de 2011.
|
Poeta
|
|