|
|
|
A morte sabe que não morro de amores pela vida... Portanto ela entende que a vida não me prende.
A vida é uma companheira que me leva na brincadeira. Ela sabe que não sou de lutar... Sou mais é de me entregar.
A vida gosta é de combate; de quem lute com a morte para ficar com ela...
Como jogar comigo, é um jogo praticamente perdido, a vida deixa-me de bobeira, e grita assim:
Vá escrever suas besteiras, e pode dizer que eu sou ruim!
A.J. Cardiais 12.02.2011 imagem: google
|
Poeta
|
|
|
|
El paso de los años ha dejado arrugas en el tronco envejecido, recuerdos en cada una en lo vivido, es largo en la corteza tal listado.
La repetida aurora le ha tocado, mil años con sus días que han vencido los avatares del tiempo, que ha sido notario del quehacer inesperado.
Así guarda su tiempo en surco arado, aquel que por ventura a conseguido, del paso de los años el agrado,
del agua del rocío que ha bebido el árbol, cuyo tronco si ha logrado tener en cada arruga lo venido.
29/12/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons El paso de los años por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
|
Poeta
|
|
|
MICROCONTOS POETICOS OU POESIAS MICRO
PASSOU PELO PORTÃO QUE DAVA PARA O RIO ...OLHOU PARA TRÁS.. NADA.. ENTÃO OLHOU PARA A FRENTE E RIU
O SOL A PINO DOIA NA ALMA COMO SE FOSSE CARNE EXPOSTA SENDO CURTIDA PARA CARNE DE SOL
LEU O JORNAL COMO SE AS NOTICIAS DO DIA ALIVIASSEM A SOLIDÃO QUE NAS NOITES SENTIA
NO TELHADO AS FRESTRAS DA DECADENCIA DOS ANOS ARDUAMENTE VIVIDOS
AO LADO DA CHURRASQUEIRA LEMBRAVA QUE JÁ NÃO FOI TÃO SOZINHO ... MAS NUNCA TÃO FELIZ
A MESA POSTA, LUGARES MARCADOS AGUARDANDO OS QUE FICAM O ANO INTEIRO BRIGANDO
SUBIA OS DEGRAUS JÁ SEM NINGUÉM A LHE ESPERAR, ERA COMO ESTIVESSE INDO À FORCA EM CADA UMA DAS NOITES
SENTADO NA SOMBRA SENTIU QUE NESTE MUNDO ELE SOBRAVA MAS ASSUMINDO ESTE PAPEL RELAXOU SABENDO QUE AFINAL NADA PERDIA
A NUVEM PASSOU E QUASE PARANDO TAPOU O SOL DANDO ALGUM ALIVIO A QUEM EM FRENTE ABRIA CAMINHO
A BELA ÁRVORE SE REBUSTECIA E NELE A VIDA SE IA QUANTOS ANTES NÃO A VIRAM ASSIM NUM MOMENTO A SÓS E A QUANTOS ELA AINDA NÃO VIRIA.
ABRIU O LIVRO COMO SE FOSSE A PORTA DE UM MUNDO NOVO COMO SEMPRE ACONTECIA E AO TERMINÁ-LO COMO A TODOS OLHAVA EM VOLTA E NADA MUDADO SENTIA MAS SÓ APARENTEMENTE ASSIM PARECIA
OS PASSAROS PASSARAM SOBRE O CÉU AZUL GRANANDO BARULHENTOS ENQUANTO ELE APRECIAVA O SILÊNCIO
AO LONGO DA ESTRADA RETA FICAVA PENSANDO EM QUANTAS ENTRÂNCIAS E CURVAS NA VIDA AINDA VIRIA
NO PASSAR AGRADÁVEL DOS DIAS SABIA QUE DELES MENOS TINHA MAS NÃO VOTARIA ATRÁS NEM QUE FOSSE POR UM DIA
TIROU O CALÇADO E NA GRAMA CAMINHAVA A VIDA JÁ LHE ERA MACIA
VIZINHANÇA BARULHENTA ERA A ALGAZARRA DO DIA GANHAVAM A VIDA DO QUE NO BERRO SE VENDIA
BATERAM PALMA QUEM SERIA? APENAS ALGUÉM QUE NUNCA MAIS VERIA
NAS CURVAS DA ESTRADA COM ATENÇÃO REDOBRADA PASSAVA A TENSÃO DO DIA
ENTRE O BARULHO AO LONGE ... DAS CRIANÇAS... OLHAVA EM VOLTA E ALEGRIA TAMBÉM SENTIA
DA VARANDA VIA A NATUREZA INFANTIL.. COMO A LHE MOSTRAR TODA A SIMPLICIDADE DA VIDA
DOS QUE FORAM NÃO LEMBRAVA MUITOS POUCO DEIXARAM VALIA MAS FELIZ VIVIA TODO NOVO DIA
LIMPOU O JARDIM A ALMA SILENCIOU RASTELOU A GRAMA O CORAÇÃO ALIVIOU
LIMPOU AS GAVETAS MUITO ESPAÇO SOBROU DE MUITO ENTULHO SE LIVROU E VIU QUE A ALMA SE ALEGROU
FECHOU A PORTA NA ÚLTIMA VEZ E VIU O MUNDO SE ACABANDO MAS O SOL DA RUA O OFUSCOU E NO CHÃO JÁ VIU PARA ONDE IRIA
A CIDADE NA NOITE SE AQUIETAVA E ELE, NAQUELE MOMENTO TANTO BARULHO RPECISAVA
FICOU NO CARRO PENSANDO ESTAVA NA HORA NOVAMENTE DE IR À BUSCA INTERMITENTE
SENTOU NA VARANDA E VIU QUE A VIDA É SIMPLES COMO BOM FILME QUE COMEÇA TODO DIA
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' Roselis von Sass – www.graal.org.br
|
Poeta
|
|
|
|
O que me dá “status de poeta”, é meu comportamento perante a vida. Não são as emoções dissolvidas em forma de versos.
Alguém pode muito bem saber versar, porém não ter um olhar poético...
Escrever é uma questão de técnica. Viver de forma poética, não é questão de prática, nem está na gramática.
A.J. Cardiais 29.12.2014 imagem: a.j. cardiais
|
Poeta
|
|
|
|
Aveces pienso que fuiste un sueño, que mi cabeza te invento, tenía días que te sentía distante y pérdida pero te sentía, ahora te pienso igual pero no te siento, como si hubieras desaparecido, siento que no respiramos el mismo aire, que la distancia entre los dos es insalvable, que mi tristeza se acostumbró a no tenerte, que mis manos vacías no tienen esperanzas de tu calor, que mis ojos fríos no capturaran los colores que te forman, que mis pasos por más perdidos y desorientados que estén no me llevaran de nuevo a cruzarme en tu camino.
Sueño lejano y extraño te buscó con mis ojos apretados ¿sueño de mis entrañas en donde estas metida en mis noches solas? sueño de esperanza te perdiste, sueño vacío, sueño mío, invento de mis ansias, invento de mi soledad necesitada de perfección, sueño, sueño, sueño.
Mezcla entre mis días reales y mis noches irreales, dudas de tu existencia, locura que me dice que existes sin saber donde buscarte, desvanecida y pérdida, noche en vela convenceme que es sueño, que es creación de mis insomnios, que no eres más que la lágrima que escapa de mis ojos sin motivo y muere seca entre mis inútiles mantas, enamorado de la perfección creada por tenerte, sueño miserable que acabaste con mis ganas de dormir profundamente.
Te busque inútilmente entre miles de rostros que cruzaron, seguí a mil mujeres esperando que al girar sus cabezas tan soñadas, tu rostro iluminará mi tristeza, pero no existían ojos como los soñados, los soñé tan perfectos que no existen, mire cada mano que cortaba el viento en un paso veloz frente a mis ojos, ninguna mano se pareció a la tuya desvanecida mujer irreal que yo he creado, ninguna dejó atrás el aroma de tu cuerpo, el mismo que sin mirar reconocía de tanto recordarlo en ese sueño que invente noche tras noche.
Mañana despertare sin esperarte, no pensare en ti como hasta ahora, espero que esta noche el cansancio de soñare y esperarte me ayuden a matar tiernamente tu recuerdo, que mi sueño de hoy borre tu sueño, que despierte feliz y no te extrañe.
|
Poeta
|
|
|
]Quando a canção se fez mais forte, mais sentida Quando a poesia fez folia em minha vida Você veio me contar dessa paixão inesperada Por outra pessoa AROLDO ALVES SOBRINHO [/right]
Añoro con tristeza aquellos días contigo Porque fueron los más hermosos de mi vida Pues al encontrarte en medio de ellos Yo los escogí, para vivirlos contigo.
Tú eres una mujer genial, una genio realmente Yo no entiendo cómo es que hacías Para combinar la física y la química con la poesía Hacías todas esas cosas mientras me conversabas.
Y nuestras conversaciones eran de locos… Tú me hacías reír con tus ocurrencias niña… Disfrutando de felices momentos Pero tù seguías estudiando, escribiendo...
Esas peleas nuestras… ¡eran divertidas! Yo te miraba a los ojos Y tú ya me tenías una sonrisa… El perdón llegaba apretujado de besos.
Llorábamos y prometíamos no ofendernos más Y nos queríamos y nos creíamos Pues estábamos enamorados Con una promesa de amor infinito…
Pero algo en nosotros cambió Tampoco sé explicarme qué Pero pasó, dejando un río de lágrimas para mí No sé si para ti.
Delalma Lunes, 29 de diciembre de 2014
[/size][/s[/size]ize]
|
Poeta
|
|
|
|
Cotejos Lindos tus labios Como pétalos de flor Lindos tus ojos Que tienen la luz del sol Linda tu boca Que mis deseos Provoca Lindo tu pelo Que tiene la luz del cielo Lindo tu corazón Que induce Mi inspiración ECM29122014
|
Poeta
|
|
|
|
(La democracia es el consuelo del pobre – j.ll.f -)
Saber de las palabras el sentido y buscar realidades a su entorno; se trata de un banal, de un pobre adorno que no va más allá de un vil cumplido;
así pues es que todo lo ocurrido no es más que del fracaso su retorno; solo para el que es puro es un bochorno y el servil por el mando es elegido.
Auto engaño es aquello que complace, al que nada en sus manos ha tenido, y fía en el poder buen desenlace,
soberano es su voto, le han mentido, y hacen de él todo aquello que les place. Se complace el villano ya elegido.
28/12/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons Auto engaño por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
|
Poeta
|
|
|
|
Não "me fiz" poeta e não me acho poeta. Mesmo, porque não sei qual a diferença.
O que é ser poeta? Lunático, romântico, sonhador, tecedor de palavras, atirador de versos guerrilheiro de ideias, ou alguém que sabe manipular as palavras em versos?
Eu, que sempre fui como sou, não sei dizer o inverso. Sempre amei, comi, bebi, sofri... Andei por lugares desconhecidos sem para quedas e sem guarda chuvas... * (Jorge Luiz Borges não fez nada disso)
Sempre procurei saciar todas as minhas sedes. Agora estou aqui perguntando-me: isto é ser poeta?
A.J. Cardiais 18.01.2004
*Em: Instantes - Doces Palavras Poema de Jorge Luiz Borges
|
Poeta
|
|
|
|
Dos poetas famosos, eu quero ler, o que não sei escrever...
Faço o que faço, sem saber... Isto me dá um poder de inocente.
A.J. Cardiais 18.12.2014
|
Poeta
|
|