Poemas :  A VIDA DE HOJE EM DIA
A VIDA DE HOJE EM DIA

No início normalmente sempre tão confusa
Tantas dúvidas e questionamentos a mil
Inseguranças aos poucos vão se impondo.
Oscilações surgindo na mente e no coração.

Com o tempo começamos a ser mais blindados e reservados
Deixamos de fazer até colocações... escondendo sentimentos...
Começa-se a armazenar, a acumular, enchendo nosso baú.
No tempo ‘mocosamos tralhas’ que nem lembramos mais.

Tantos segredos têm que só nós sabemos.
Como vamos aprendendo a nos policiar!
Vamos-nos policiando, policiando, policiando,
Que chega uma hora nem mais nos conhecemos.

E ai vem a volta para tentar novamente se encontrar.
Desembaraçar o novelo formado pelos inúmeros erros,
Pelas escolhas erradas, pelos sentimentos equivocados.
E aí tudo vai sendo atropelado no transcorrer do ser...

Tantos questionamentos vão surgindo nos íntimos...
Mesmo em alguns poucos anos, que seja aos quinze,
Tão confusos e perdidos muitos jovens se encontram
Assim como uma boa parte de nós ‘coroas’ não fica atrás.

Como orientar então os jovens se os pais quarentões
Muitas vezes se encontram mais perdidos que os filhos.
Como pode se mostrar o caminho e ensinar alguém,
Quando se está confuso, desnorteado e perdido também?

‘A felicidade provém do íntimo, daquilo
que o Ser humano sente dentro de si mesmo’
Roselis Von Sass - www.graal.org.br
Poeta

Poemas de nostalgia :  Altares
Esta historia hecha Poema, la escribí cuando era un adolescente , por eso creo que tiene la virtud de conservar la visión más pura que hay del amor, la dedico a todos aquellos que tuvieron la dicha de vivir un amor infantil , y lo convirtieron en una historia de vida, en un precioso altar.
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Altares
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Voces que nunca te conocieron

Palabras que nunca cupieron en tu vida

Miedos que nunca imaginaron

En una niña, para ellos desconocida
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Te dijeron que somos pasajeros

Que lo nuestro cortaba las alas

Que hay cosas que son solo sueños

Y se extinguen cual bengalas
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Te hablaron de tiempos oscuros

Depreciaban tu juventud cual quimera

También en los grandes muros

Enterrada resiste la primera piedra
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Gentil con una mente brillante

Sensible con el alma expuesta

Disfrutabas de la atención constante

Y llenabas vacíos, sin ninguna respuesta
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Estabas tan sola como yo

Y juntos visitamos lugares que no debimos

Herido quedo el Ángel que construyó

Los altares donde nos pusimos
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Eras náufraga de tu origen dividido

Por cinco veranos seguiste la misma estrella

Mares de pasiones navegaste conmigo

Oh tormentas que dejan mella
-

Siempre añoraste pisar puerto seguro

Ya dueña de ti misma intentaste avisarme

No entendí y me extravié en tu futuro

Y volteaste tu vista al derrumbarme
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Como buen soldado en el campo de batalla

Te entrego mi armadura pues lo tengo merecido

Mis complejos se desploman cual muralla

Puedes matarme, pero no dejarme herido
-

Mis miedos ahora claros como cristales

Se resumen en cosas que no sabías

Hoy tus palabras caen a raudales

Por no saber la intensidad de lo que decías
-

Estabas tan sola como yo

Y juntos visitamos lugares que no debimos

Herido está el Ángel que construyó

Los altares donde nos pusimos
-

Hay voces como la mía

Que supieron mitigar tus miedos

Yo si conocí a la niña

Hoy la niña de mis sueños
-
-
Jorge Alfonso Ruiz Galindo
(Poeta Gotzon)
invierno de 1991
Este Poema es ganador de la "Mención de honor" y publicado en el libro Poemario "Lágrimas de Poeta" en España
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Poeta

Sonetos :  Soneto perpétuo
Questionar o amor,
é duvidar de tanta luz...
O que nos conduz,
senão o desejo de amar?

Eu fiz força pra rimar
e aceitar minha cruz...
Se minha arte é amar,
por que dominar quem me seduz?

O amor é quem nos eleva.
E a singeleza de sua rima
é uma força que nos pega,

leva pra baixo ou pra cima.
Entre o amor, tudo pesa:
um desenrolar de carinho e estima.

A.J. Cardiais
Poeta

Poemas :  CONTRASTES NA VIDA
CONTRASTES

Agora que moro no mato,
Eu que sempre fui do asfalto
Só com vivencias urbanas
Dos dias fugidios na correria
Das madrugadas quentes
Com brilhos tão frios.

Dos sinaleiros ditando o ir.
Das sirenes da policia e das
ambulâncias como algo normal.
Dos prédios que verticalizados
Deixam-nos sem horizontes.

Das esquinas nem tão escuras,
Mas que nos deixam 'ligados'
Das praças mal iluminadas
que só louco para atravessá-las.

Vejo-me chegando à cidade,
Já noite escura, com suas luzes
E os brilhos do depois da chuva.
Reflexos mil pelo asfalto laminado.
Letreiros iluminados por todo lado
Refletindo neste chão molhado.

Tenho a impressão que estou
Entrando num jogo virtual,
ou num jogo de gato e rato
Com as ilusões no comando
Ditando a ordem das emoções
Regadas à vinho e adrenalina.

Eu que saí da minha morada
De onde a escuridão da rua,
Alem de não despertar temor,
Nos chama para uma caminhada
e onde as pessoas me dão bom dia
E boa noite sorrindo, sem nunca
Terem me visto e eu fico encantado.

Então me vem à mente que
Não há como se reconhecer,
Da forma como se deveria,
A grande força criadora
Que rege toda a nossa vida

Estando sempre nas cidade
É muito difícil a fé se tornar real,
Pois um pai não pode sair na rua,
No meio de todo este agito, desta 
balburdia com tantas agonias
e dizer: 

'Filho este é o mundo que Deus criou.

Pois este não é o mundo que Deus criou.
Este é o mundo que o homem deformou.

'Conservai puro o foco dos vossos sentimentos, com isto estabelecereis a paz e sereis felizes' Abdruschin em 'Na luz da Verdade' - www.graal.org.br
Poeta

Poemas :  A irregularidade do ato
Quando você decide,
atuamos bem
entre as quatro paredes.
A bola vai à rede
com regularidade.

Invadimos campos e cidades,
e matamos nossa sede de amar.
Aí é só felicidade...

Porém você é irregular.
Você não continua
com nossa brincadeira de amar.
Você me joga na rua.

Parece que você só atua
tentando prejudicar
minha vida e a sua.

A.J. Cardiais
09.07.2017
Poeta

Poemas :  O CILO DA ÁGUA
O CICLO DA ÁGUA

É A ÁGUA  INDO RIO A FORA
DESLIZANDO A CAMINHO DO MAR
É O MAR SE REVIGORANDO
COM ESTE ETERNO RECEBER

SOFRERÁ AS INFLUÊNCIAS
DA NOSSA LUA, DAS ESTRELAS
E PRINCIPALMENTE O CALOR
DO NOSSO SOL - O ASTRO-REI.

EVAPORARÃO AOS ARES
FORMANDO BELAS NUVENS
E NO BALLET E NAS BRISAS,
DOS TRAVESSOS VENTOS,
VOLTARÃO À TERRA

DESAGUARÃO EM CHUVAS
IRRIGARÃO VALES E MONTANHAS
INFILTRARÃO-SE EM TODOS MEANDROS
QUE MATARÃO A SEDE DAS AVES,
NOSSA E DE TODOS OS ANIMAIS.

RENOVARÃO TODAS AS FLORESTAS
FARÃO FLORIR TODAS AS FLORES,
MANTERÃO TODAS AS ÁRVORES
QUE NOS DARÃO TODOS OS FRUTOS

GERMINARÃO NOVAS SEMENTES
RENOVANDO TUDO, ESCORANDO A VIDA.
TRARÃO MUITA BENÇÃO E ALEGRIA
E VOLTARÃO AOS RIOS

QUE VOLTARÃO AO MARES
SEGUINDO OS SEUS LEITOS
QUE GERARÃO AS NOVAS NUVENS
QUE AS DEVOLVERÃO LIMPAS

É O CICLO DA ÁGUA
DO NOSSO JUDIADO PLANETA
QUE ESTÁ CHEGANDO
AO SEU ESGOTAMENTO.

QUANTA ALEGRIA PELOS NOSSOS RIOS,
MAS TAMBÉM QUANTA TRISTEZA.

'Conservai puro o foco dos vossos pensamentos,
com isto estabelecereis a paz e sereis felizes'
Abdruschin em 'Na Luz da Verdade' (graal.org.br)
Poeta

Poemas :  Meu coração e eu
Não posso falar
do que não sinto...
Agora o meu coração
é de zinco,
e está cobrindo um barraco
sem ocupação.

Não há sinal de amor
por perto...
Estamos em um deserto.
Só eu e o meu coração...

De longe vem uma canção
que mexe só com ele,
comigo não.
Eu estou imune.

A.J. Cardiais
20.11.2010
Poeta

Poemas sociales :  La masa
Capaces somos
de traer pedazos
del cielo a la tierra
No está todo perdido
Si escuchar podemos
Y estremecer nos
ante la belleza
potencial de energía
La masa crea
Y muros atraviesa
Instrumentos somos
Depende en manos
de quién,
Y cómo sirvamos
Si como esclavos
Como dueños y señores
Que de pie nos pusimos
De eso dependerá
El azul intenso
Que nos alimenta
Alcemonos antes que el abismo
Nos lance al.precipicio
Y solo gritar podamos
Mientras morimos


Derechos reservados
14/10/2018



Dikia
Poeta

Poemas :  ESCORIA... (Ciberpoesía)
ESCORIA
)))(Ciberpoesía)(((



((((((((La))))))))
+++++triste++++
&&&&caoba&&&
##mira al esclavo##
¡¡¡¡Frío perfume!!!!
[[[[[Infinito escalofrío]]]]]
En la estepa de la escalera.
DDDorada es la disecciónnn
SSSSSSin disfrazzzzzz

en el cuervo del delantal, sin cadena.
•ɐuәpɐɔ uᴉs •lɐʇuɐlәp lәp oʌɹәnɔ lә uә
zzzzzzɐɹɟsᴉp uᴉssssss
en la espuma cansada, sin grutas.
•sɐʇnɹƃ uᴉs 'ɐpɐsuɐɔ ɐɯndsә ɐl uә
zzzzzzɐɹɟsᴉp uᴉssssss

Caverna tibia transparente. De miel.
Q2F2ZXJuYSB0aWJpYSB0cmFuc3Bhcm
VudGUuIERlIG1pZWwuDQo=

≤≤≤≤≤≤Por las sonrisas≥≥≥≥≥≥
…..Del puente dormido….
[hed], [helθ] [hiːp], [hiːt]
ʧ ʧ ʧ ʧPor las pestañas ʧ ʧ ʧ ʧ
]]]]Del campanario[[[[
[hed], [helθ] [hiːp], [hiːt]
Entre el martillo y espada.
^^^^De un instante^^^^
χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥
Entre el colmillo esponjoso.
……De un tulipán……

χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥ χ͡ʀ̥
Siglo y segundo perdidos.
¥¥¥¥De viento y plomo¥¥¥¥
]]]]S[[[[
]]]]O[[[[
SOMOS
[[[[O]]]]
[[[[S]]]


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.


POST DATA:
Información útil

https://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADa
y
http://revistalaboratorio.udp.cl/num9_2014_art3_giovine/
Poeta

Poemas :  Te amo... ¡Sí!...Perdóname mi amor.
TE AMO… ¡Sí!... Perdóname, mi amor.
Autor: Rabindranath Tagore
India 1861-1941


Poeta, filósofo y pintor indio nacido en Calcuta.
La primera parte de su obra está contenida en "Carta de un viajero en Europa" 1881, "Canciones del atardecer" 1882. Después de su matrimonio en 1883, continuó su larga carrera literaria, destacándose especialmente como poeta, con obras como "Gitanjali" 1912, "El Jardinero" 1913, "Luna Creciente" 1913. En 1913 recibió el Premio Nobel de Literatura y en 1915 fue nombrado Caballero por el Rey Jorge V. Esta es versión de: Zenobia Camprubi de Jiménez, esposa del Poeta Juan Ramón Jiménez. En edición de la Editorial Aguilar (Biblioteca Premios Nobel)
.


Referencias útiles son
https://es.wikipedia.org/wiki/Rabindranath_Tagore
y
https://www.youtube.com/watch?v=jVxqHFB5b04


Te amo, sí ¡Perdóname mi amor!...

Te amo, sí ¡Perdóname mi amor!
Pajarito que yerras tu camino, como tú, estoy cazada.
Cuando mi corazón se estremeció de dicha,
perdió su velo y se quedó desnudo.
Cúbrelo tú de piedad, ¡y perdóname mi amor!

Si no puedes amarme, ¡perdóname mi pena!
¡Pero no me mires así, desde tan lejos!
Me arrastraré callada a mi rincón
y me sentaré en la sombra, tapando con mis dos manos
la vergüenza desnuda. No me mires , no me mires,
¡y perdóname mi pena!

Si me amas, ¡perdóname mi alegría!
No te rías de mi descuido porque ves que mi corazón
se me va en este mar de ventura.
Cuando me siente yo en mi trono,
y reine sobre ti, tirana de mi amor;
cuando, como una diosa, yo te conceda mis favores,
sé tú indulgente con mi orgullo,
¡y perdóname mi alegría!
Poeta