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Podrás con voluntad rozar el cielo, las estrellas tocar sin alejarte, con toda discreción y si revuelo, no dejará la noche de mostrarte
maravillosas formas de consuelo, no tardará la magia en obsequiarte con destellos de luces en el cielo; mil espejos tendrás donde mirarte,
en está noche azul de terciopelo, van a brillar luceros, cual miradas, encendiendo esperanzas sobre el hielo,
y abrazando esquiveces descarnadas. En está noche azul sin un recelo vendrán a coronarte a ti la hadas.
10/9/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons En esta noche azul por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivar 4.0 Internacional. Basada en una obra en https://jllopart.wordpress.com/2014/09 ... oneto-en-esta-noche-azul/ .
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Poeta
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MEU AMIGO EU TIVE UM SONHO
MEU AMIGO SONHEI COM VOCÊ E VOCE ESTAVA BEM E ME SORRIA CHAMOU-ME PARA IR NUM LANCHE NA SUA BELA E ANTIGA MORADIA ONDE FIZEMOS GRANDES CANTORIAS REUNIU TODOS OS CHEGADOS E DISSE QUE LOGO PARTIRIA IA PARA QUALQUER PANDORA IRIA VIVER DO QUE CONSEGUISSE EM QUALQUER PRAIA DO NORTE
IA PARA LONGE DA INQUIETAÇÃO DOS LENTOS PASSARES DE DIAS MUITO MAIS DA IGNARA AGONIA IA PARA LONGE DAS CORRERIAS QUE PARA LUGARES SÓ PATINOU IA DAR UMA BELA BOTINADA EM TUDO E ALI A TODOS MUITO QUE AGRADECIA SE DESPEDIA COM MUITA PAZ E ALEGRIA E PARA ESTA LIDA NÃO MAIS VOLTARIA ENTÃO PARA O ADEUS FINAL NOS QUIZ IA COMER LÁ SÓ DO QUE COLHESSE MAS SÓ QUERIA VIVER NA CALMARIA TER DINHEIRO SEM MUITO DEMASIA E VIVER UM AMOR QUE LHE APRAZIA DIZIA QUE A TODOS TINHA NA MÃO COM MUITO GRATIDÃO NA MEMÓRIA E BEM DENTRO DO PEITO NOS LEVAVA MAS QUE DESTA IDA NÃO TINHA VOLTA VOU PARA A PAZ VOU PARA O SILÊNCIO O QUE AQUI NA CIDADE NUNCA TINHA
QUERO VIVER SEM TER MÁS NOTICIAS NEM AS BOAS QUE NADA ME DIZEM QUERO BATER PAPO TODOS OS DIAS QUERO VER DE LONGE O RESSURGIR DA ANSIADA AURORA DE NOVOS DIAS
"A ânsia pela aparência externa criou a “caricatura do ser humano” hoje predominante". Abdruschin em Na Luz da Verdade – A ferramenta torcida - www.graal.org.br
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Poeta
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OP EEN BRUG... EN UN PUENTE...
El alma de la noche duerme. En las señales de humo de los sueños. De ziel van nacht slapen. In tekenen van rook van dromen. De koude zon op de heuvel. Verse sneeuw in de hoop. Del sol frío en la colina. De la nieve dulce con la esperanza.
En un puente... Op een brug...
En el fuego de la memoria. Más allá de la ceniza. In het vuur van het geheugen. Afgezien van de as. Afgezien van de sterren. Afgezien van de horloges. Más allá de las estrellas. Más allá de los relojes.
En un puente... Op een brug...
Una noche tibia. El agua. La sed. El viento. Een warme nacht. Het water. Dorst. De wind. Ze lopen en rust in de schaduw. Van de tijd. Onder de huid. Caminan y reposan en la sombra. Del tiempo. Bajo la piel.
En un puente... Op een brug...
En el aliento de arcilla. Campanas. Hojas. En la espiral de la vida. In de adem van klei. Campagnes. Bladeren. De spiraal van het leven. De pijl van de dood. De ziel is uitgebracht op een brug. En la flecha de la muerte. En un puente el alma se libera.
Autor : JOEL FORTUNATO REYES PEREZ
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[img align=right width=300]Um momento de liberdade, [/img] Momento
Um momento de liberdade, entre mentes, é entender, ser vida uma oração repetitiva que a cada um é dado o momento de entender sentido e direção; e só ao perseverante perceber infinitamente que a cada verso a cada instante seu significado amplia em sutileza e alcance.
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Junto a la voluntad nace una rosa, como la ola del mar trae la arena, como la sangre corre por la vena, la vida tras la muerte ya reposa.
No vuela por placer la mariposa, ni tampoco es casual la luna llena, como el odio al amor que lo envenena, cual cubre al que está muerto negra losa.
Mejor mentir en verso que en la prosa, mejor llevar a cuestas quien no pesa, y el día ver nacer cosa asombrosa,
¿A caso nos sorprende la sorpresa, cuando de ella esperamos poca cosa, cuando sin esperar todo regresa?
7/9/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons Las sorpresas por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
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[img width=300]http://www.sebikes.com/wordpressfiles/wp-content/uploads/2011/01/critical-3.jpg[/img]
Domingo E num domingo perdido Me encontrei, em um olhar Tipo um sol noturno Inimaginável Um quadro até então despercebido Pendurado no coração Esquecido no mofo Do medo Do desânimo E das noticias de jornal Um quadro cheio de sonhos De poemas e rimas Absurdas Tipo Por amor Amar E na estrada, o mar brilhou Tentando Refletir, e rimar. Tipo tentar, repetir Todo dia Sem desistir. De ser feliz Limpei a casa Pôs o telefone no gancho Abri as janelas, as portas E fiquei Eterna Mente A disposição.
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Minha poesia é como uma parede nua, desprovida de reboco. Tenho um verso louco, transpirando sentimentos.
Vivo os momentos, segundo as fases da lua. E a lua cheia pulsa forte em minha veia, enchendo minha aldeia de encantos.
Minha parede nua, não pode ser caiada... A caiação a transformaria numa poesia desalmada.
A.J. Cardiais 04.06.2011 imagem: a.j. cardiais
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A guerra, vista num filme, é poeticamente linda... Ilusão de ótica. A guerra, vista assim do alto, ainda não de perto, é uma guerra, um protesto, um manifesto em poesia.
A guerra vista de frente, no asfalto, não mais do alto, feita em invasão com a fome no lar, sem um teto pra sorrir, sem um lugar pra chorar...
Sem invenções sem meias palavras sem poetas sem festas sem fantasia... A guerra é uma heresia.
Não é preciso estouro, estalos, estampidos, comboios, esquadras, esquadrilhas... O inverso, o contrario das ilhas, a guerra é cercada de dor.
A.J. Cardiais 13.07.1989 imagem: google
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Poeta
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O que me faz navegar, são poemas que não sei. Em alguns eu naufraguei, por arranhar-me a emoção.
Palavras ditas em vão provocam enlouquecimento. Poemas são momentos descritos com satisfação.
A.J. Cardiais 08.08.2014 imagem: google
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Como un cristal que al Sol su brillo alega guardaba la hoja en tierra adormecida; el agua en plena noche recibida desde aquella alta nube veraniega.
Cuando encantada la vista se anega, al ver de lejos cual llama encendida, el resplandor de un enigma en vida que de pronto al sutil ojo le llega;
se alegra el alma y el corazón juega, a la sorpresa pura del latido, al esperar de aquel que solo ruega
ver que un tesoro es fin de recorrido; cuando una gota de agua se sosiega sobre una hoja que le sirve de nido.
5/9/14 j.ll.folch Licencia Creative Commons Aquel tesoro por j.ll.folch se distribuye bajo una Licencia Creative Commons
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