Poemas :  No fue Santa
En el arco apuntado de la catedral gótica templaria,
en la geometría arquitectónica del triangulo,
la transparencia conspicua del colmillo,
se jacta y enseñorean por el atrio

Cabalgando sobre el bestiario de los monjes,
el martirio se engorda con pecados,
la fe se transforma en herramienta
en la cual Dios no existe y habitan los diablos

Sobre el altar de sacrificio consuman bodas y milagros,
donde los difuntos resucitan por monedas,
y los santos se venden de a pedazos ,
Kataros y brujas fueron acusados,
por la Bula de Inocencio incinerados

Judíos Hispánicos conversos,
por Torquemada en la hoguera terminaron,
La Santa Iglesia no fue santa,
ni la muerte del hereje tubo causa,

Las cruzadas fueron la charada,
para justificar, el saqueo criminal,
la muerte, el ultraje y la matanza,
seis siglos de Anticristo al mundo dominaron

Copérnico y Galileo fueron acusados
hasta repudiar la verdad de una tierra en movimiento,
Los diablos siguen recurrentes,
desde antes, desde entonces, desde siempre,
escondidos en religiones, templos y evangelios

creado 24/02/2015
Catriel Cuestas Acosta
Poeta

Poemas :  Anotações laboratoriais
Anotações laboratoriais
O que as cidades falam
ninguém pode ouvir,
mas pode ver, pode sentir
quando passa por suas ruas
mal traçadas,
maltratadas,
sujas e nuas;

Quando passa por
seus monumentos
maltratados e nojentos,
pedindo socorro.

As cidades não falam,
mas exalam
odor de sentimento:
na poluição do vento,
na exumação dos gases,
na liberação das fezes.

As cidades não pensam,
mas fazem suas orações
aos povos sem corações,
que levam uma vida tensa.

Assim são as cidades,
assim as Sociedades,
assim a vida.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  CONCIERTO TROPICAL
En el arrullo de las noches del invierno;
En la selva de mi tierra tabasqueña…
Se levanta majestuosa con su canto…
Anunciando, el arribo de la primavera.

Aperturando lindas notas;
Toca el grillo, su chicharra;
El sapo, cloquea antes de su brinco.
La luna en el papel…
De sol nocturno;
Lo acompaña, con su efecto la luciérnaga.

Bella estampa,
Surge entre los arboles,
Enredaderas varias y lujosos arbustos;
Finos destellos, brillan en el fondo;
Estrellas que deambulan extraviadas;
Iluminando la penumbra del entorno…

En lo oscuro del escenario concertista;
Se escucha a los tambores resonantes…
Canta el búho; en la rama de su árbol.

Lo acompaña el chillido del murciélago y la rata,
En la zona baja, se escucha puerco de monte;
Al compás de bellas claves; las patitas de la ardilla,
El chasquido, de los dientes del mapache.

EL siseo de serpiente constrictora;
Acompaña, a la música de viento;
Sopla fuerte; y golpea entre las ramas,
Tronando, cual rayo!
Entre los surcos intensamente.

El mono, alza su voz de tenor;
Invitando, a su entorno;
Que sean una sola canción.


autor: Miguel Ramón Focil Jimenez
Poeta

Poemas :  A cidade a meu ver
A cidade olha,
com olhar difuso,
esse povo obtuso
transitando pelas vias
de sua alma...

A cidade esta calma,
e coberta de entulho.
Precisa dar um mergulho
num mar de limpeza.

A cidade da beleza
(brilhante de dia)
tem em sua sinfonia
um solo de pobreza.

A cidade quando ronca,
acorda assustada
sendo vilipendiada
e levando bronca.

A cidade é assim:
próspera e pobre.
De um lado o nobre,
do outro o chinfrim.

A.J. Cardiais
Poeta

Poemas :  NA LUTA A ESPERANÇA
NA LUTA A ESPERANÇA

TOME MUITO CUIDADO MEU CARO AMIGO
A VIDA É CHEIA DE ESPINHOS E PERCALÇOS
E DE SURPRESAS INUSITADAS NAS ESQUINAS
CUIDADO QUANDO VOCÊ VAI DIZER ALGO
E CUIDADO ATÉ COM O QUE VOCÊ VAI OUVIR

O MUNDO NÃO ESTÁ PARA APRENDIZES
MAS A MAIORIA DE NÓS ASSIM SOMOS
MUITOS NASCEM FEITO FOLHA EM BRANCO
ENQUANTO OUTROS FEITO FOLHA CORRIDA

ENTÃO OS CAMINHOS SÃO ESPINHOSOS
A TODOS QUE MUITO TEM QUE APRENDER
EM ALGUMA OUTRA VIDA DA EXISTÊNCIA
FICOU-SE EM ALGUM CANTO MARCANDO

E AGORA PODE DIFÍCIL O TER QUE LUTAR
E FAZER O BARCO DA ÁRDUA VIDA ANDAR
MAS A FORÇA SE FORTALECE NA REBENTAÇÃO
E DEPOIS NOS LEVARÁ AO AZUL DO ALTO MAR

“Nenhuma criança aprende a andar sem levar muitos tombos, mas quase sempre sorrindo se levanta novamente, até adquirir firmeza nos passos. Assim tem que ser o ser humano no caminho através do mundo.” Abdruschin em Na Luz da Verdade – Cismadores - www.graal.org.br
Poeta

Poemas :  O Poeta e o Povo
O Poeta e o Povo
Perdi minha lógica
quando adentrei-me pela léxica...
Deixei a poética
e precisei de uma análise sintática.

Mudaram a gramática.
Foi aí que me confundi todo...
Então fiz um engodo:
vou dizer que sou poeta.

O poeta pode tudo.
Pode mudar o mundo
que alguns procuram entender
e a maioria não quer nem saber.

O poeta e povo
começam com a letra “P”.
“P” de pobre e também
de poderoso.

O poeta incita o povo a mudar,
mas o povo só quer gozar.

A.J. Cardiais
imagem: google

(Estátua do poeta Castro Alves
na praça que tem o seu nome).
Poeta

Poemas :  Recuerdos
Esa carta no escrita,
esa palabra muda,
el silencio de años
que acumula pesares
sobre un papel en blanco.

Con la verdad desnuda
vestiré tus encantos,
con esa seda gris
de la bruma de otoño
esconderé el pasado.

Mas una brisa suave
desnudara las sombras,
las dudas que quedaron
después de la partida
serán solo palabras.

Luego el calor del sol
recordará a la piel,
las caricias dormidas
desde un invierno cruel
en que nos despedimos.

No siempre en un adiós
se percibe el olvido,
y sin embargo queda
el poso de la vida
testigo de lo habido.

21/2/14 j.ll.folch
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Poeta

Poemas :  Foi tudo um sonho
Foi tudo um sonho
Te amar é como um trago que "caiu bem",
e me fez ver maravilhas o dia todo.
Te amar é deixar fluir toda poesia
que do teu corpo exala;
é sinfonia do céu à beira mar,
coqueirais, luar...

Te amar é embriagar-me de alegria,
dar vivas à fantasia,
amar todos os povos,
todos os porcos corruptos
e não dar vez a maledicências.

Te amar é ignorar a hora,
o zelo, os costumes...
Etiquetas aos infernos!
Te amar é Mozart¹, é Lautrec²,
é Caetano³...

É festa de fim de ano,
é estouro de bombas e de boiada.
Tudo lindo, tudo louco...
Ah, pobre de mim,
que não tenho um amor assim...
Foi tudo um sonho.

A.J. Cardiais
16/10/1989
Imagem: google

¹ Wolfgang Amadeus Mozart - compositor austríaco
² Henri de Toulouse-Lautrec - pintor francês
³ Caetano Veloso - cantor e compositor brasileiro
Poeta

Poemas :  Amiga morte
Amiga morte
Não sei como a morte
irá me levar...
Se eu tiver sorte,
ela me levará dormindo.
Aí morrerei sorrindo...
Sonhando que estou partindo,
quando na verdade já parti.

Se eu tiver sorte também,
ela me levará quando eu estiver
escutando musica.
Aí morrerei sentado.
Quando todos pensarem
que estou dormindo,
já passei para o outro lado.

Amiga Morte,
quero morrer forte.
Não quero morrer definhando
ou então lutando
para continuar aqui...
Quero, de uma vez, partir.
Depois eu volto
pra dizer que morri.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  Declaração de bens
Declaração de bens
Não tenho dinheiro...
Tenho um reino encantado,
um tempo inteiro
e um verso emocionado
para um poema arteiro...

Tenho um futuro indefinido,
um passado amarrotado
e um monte de pecado
esperando ser absolvido

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta