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I*N*M*E*R*S*I*Ó*N )))(Ciberpoesía)(((
0x650x6e…EN…0x650x6e 0x650x6c…EL… 0x650x6c 0x660x6f0x6e0x640x6f…FONDO… 0x660x6f0x6e0x640x6f
cout<<"\t"<<"_____________\\"<<endl; cout<<"\t"<<"_______________\\"<<endl; cout<<"\t"<<"_________________\\"<<endl; cout<<"\t"<<"_________"<<b<<"__________\\"<<e El suelo sólo suele verse magro 0x720x6f0x6a0x6f…rojo... 0x720x6f0x6a0x6f del mérito al quebranto… A/B/I/S/M/O Ya NI el DESconsuelo ATERRA system("cls"); cout<<"Ingrese b: "; b=leedato(); y el mismo………. ….. temblor tiembla……
¡Oh! Mi corazón… “QDCLYDYUEQFVGWCXKDBAFXDWMII” this.clave = new Matrix(3, 3); this.txtCifrado = ""; this.txtClaro = "";
¡Porque a la misma fé se inmola y muele!. utilsHill.NUM_2CHARS)); vector.set(0, 2, utilsHill.modulo((int) Math.floor(vector.get(0, 2)), utilsHill.NUM_2CHARS));
011100000110111101110010 P.O.R. 011100000110111101110010 cout<<"Resta: "<<a<<" - "<<b<<" = "<<Resta cout<<"= "<<sum;cout<<endl; La mimbreante y vigorosa negligencia. ¡!...¡!...¡! ¡Que al amostazar entinta!. union(u, v) # Union(u,v) mst.add(e) …..En El….. …….Fondo
.:.:.:. POST DATA: Información útilhttps://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADaY https://es.wikipedia.org/wiki/Lenguaje_de_programaci%C3%B3ny https://www.youtube.com/watch?v=VkeayT1i1sIHa sido publicado en e-Stories.org a solicitud de Joel Fortunato Reyes Pérez. Publicado en e-Stories.org el 13.07.2018.
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Poeta
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Estou aqui, abocanhando os sinais de felicidade... Pequenos sinais, na verdade: o sol brilha, o tempo é frio, venta um pouco, lá embaixo passa um rio...
Eu rio agora, mas alguém chora, e eu não sei quem...
Esta questão me enrola... Tento ir embora, acompanhando o sol que, sentindo-se tão só, foi-se agora. Só me restam nuvens negras.
Chuva... Esse é o sinal. E lá vem ela... Bela e feia, combatida e adorada. Ninguém sabe nada... Na verdade, na verdade, nem Deus sabe como agradar a humanidade.
A.J. Cardiais imagem: google
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LUMINANCIA (Experimental Latín-español)
I.-NATURA ET ARS NIHIL AGUNT FRUSTRA Aún con fortaleza olfatear al fracaso, sin desdeñar afosarse. El fresco también se enfrasca, como el frío en la nieve.
II.-NATURA NIHIL AGIT FRUSTRA Alerta estar al aletazo, sin azotar la puerta del viento, de fletar nubes y flores vanas. Ni afear alero encristalado, con falta atroz hasta la falda, al farol floral, porque flote el faro.
III.-NATURA NON FACIT SALTUS Bien cabe inepcia en canicie, donde un naipe hace mapa. Aunque la peca peque de pana, donde la piña pica una cepa. ¡Bien el peine peina el calvo!.
IV.-NATURA SIMPLICIBUS GAUDET Con paciencia la ciencia se hace, y puede ser épico el ápice, y el tifón trino sea el fruto, con el frío en turno torne, y el trío fino, frito agrande, y con el fruto triunfe. ¡Uniendo al fondo altura!. Con fortaleza incólume.
V.-NATURA MAXIME MIRANDA IN MINIMIS. ***POST DATA: I.-La naturaleza y el arte nada hacen en vano. II.-La naturaleza nada hace en vano. III.-La naturaleza no da saltos. IV.-La naturaleza se complace en las cosas sencillas. V.- La naturaleza es maravillosa sobre todo en las cosas pequeñas. *** Referencia útil…https://es.wikipedia.org/wiki/Luminancia
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ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Na aliança dos contras Na alegria das crianças Na fé dos incautos No crer dos incrédulos? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No pão que nos alimenta No alimento que não nutre Nas mentiras que alegram Nas verdades que magoam? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No pastor que não crê No beato que só reza No ateu que desconversa No simples que agradece? ONDE ESTÁ A SABEDORIA/
No livro fechado Na página aberta Nas linhas escritas Nas laudas em branco? ONDE ESTÁ A SABEDORIA/
Na mãe que amamenta Na mulher com esperança No pai que só luta e pena No homem que não alcança? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No filho que é amado Na filha não querida No filho não entendido Na mãe que esclarece? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Na troca com os amigos Na solidão que revigora No papo que enaltece No riso que escarnece? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Na procura leal e insana Na fé cega que engana Na crendice que não cria Na verdade que alimenta? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no jovem que só estuda Está na jovem que só curte Está na espera indesejada Está no encontro que seduz? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no céu que nos acolhe Está no sol que nos faz bem Está na luz que bem ilumina No escuro que não convém? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está na TV que só distorce Está na vida que se escolhe Está no mato que acalenta Está na city que atormenta? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no pai que é ausente Está na mãe que não nutre Está no filho só em conflito Está na filha que é alegria? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no ódio que muitos sentem Está na indiferença dos desistentes Está na esperança de quem sofre Está na alegria dos persistentes? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Esta naquele que engana Está naquela que rouba Está naquele que se cala Está naquele que não fala? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Esta naquele que não se sacia Está naquele que só calúnia Está naquele que só aborrece Está naquele que a paz merece? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está naquele que desconfia Está naquele que não sorri Está naquele que se afasta Está em quem ri e não devia? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no homem que se encolhe Está na mulher que repudia Está no velho que repulsa Está no jovem que aprecia? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está na cobertura que alegra Está na casa que não se vive Está no barraco onde se canta Ou na riqueza que não adianta? ONDE ESTA A SABEDORIA?
Está no menino que brinca Está no homem que lamenta Está na tristeza sem vida Está na vida que não alenta? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no visinho que se esconde Está na presença que encanta Está no gostoso do “Bom dia” Está na cara feia que espanta? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Esta no muro que esconde Está nas portas que se abrem Está na mesa sempre posta Está na mesa que não se come? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no silêncio dos covardes Está nas palavras que só matam Está no sorriso de quem engana Está na seriedade de quem ama? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está na rua sem saída Está na que dá em nada Está na que só confunde Está na que só aprazia? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no cego que sorri Está no cego que não vê Está naquele que só cega Está naquele que mal vê? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Nos templos sem silêncio Nas igrejas barulhentas Nos ruídos das perfídias Ou na verdade que dá paz? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Na fé que com dinheiro se paga Na fé de quem dela se sustenta Nas palavras que tem um custo Ou nas palavras que são gratas? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No sorriso que só maldiz No sorriso que escarnece Nos sorrisos sem alegria Nos olhos que só brilham? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Na mão que nos conduz Na passada que nos atrasa No andar sempre apressado No caminhar de mãos dadas? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No astro que avistamos No radar que não escutamos No barulho do supersônico No silêncio dos escafandros? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No rio que nos banhamos No mar que apreciamos No cruzeiro que nos leva Ou na cadeira que balança? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No amor da querida esposa No temor de quem odeia No ciúme dos imaturos Na certeza que trás beleza? ONDE ESTA A SABEDORIA?
Na rede em que descanso No trabalho que me cansa Na lida que me trás renda No dinheiro que sustenta? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No brilho dos teus olhos No reflexo dos espelhos Nas imagens dos retratos Nos retratos já tão foscos? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No escuro de qualquer beco Na luz opaca de uma praça Em trilhas por toda a mata Em caminhos de todo jeito? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No barulho que escuto No cantar de todo grilo Na luz dos vagalumes Na lanterna que carrego? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No visinho que incomoda Na policia que não fez nada Na influência que acionei Na mata serena que já foi? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Na conversa do colunista Nos papos das cozinhas No rádio que incomoda No som que eu desligo? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
No honesto que esconde No malandro que só canta Na dama que só dança No bolero que entristece? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
Está no que pensamos Está no que tramamos Está no que sentimos Está no que amamos? ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
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AL UNÍSONO VERSÁTIL
Nunca vengo, y ahora el cielo, extrañarme dice un sueño, no recuerdo ni mis pies, y sólo, el viento canta.
Acaparad la calma. Acabarla alarma. ¡Agasajad la paz! Al alma ablanda.
Nada sé. Me fui con mi pelo. Dando al agua mi sed. ¡Ella sola se humedece!. Mi traje de invierno espera.
Las alacranadas abrasan, acalambran agarbanzadas. Abarcarlas abarranca. Agarrarlas agarrafa.
Soy el mismo, no tengo dudas, las fabrico con el destino. ¡Que muere y continúa viviendo! En la mesa, la silla y la cuchara.
Alada alaba al alba. La abrava la abraza La aclama la aclara. Alargarla ala al alma.
En tanto la lluvia me viste, en pocos segundos amarillo, el sol la piel acaricia. Y estos ojos ven poco.
Adapta al alma. ¡Aclamad la calma!. Clama acatarla. ¡Al afamar la paz!.
Esperando la ventana mira, los zapatos descalzos con hambre, sueñan cada vez caminos, con el mar en cada labio.
Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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Estaba echado yo en la tierra, enfrente el infinito campo de Castilla, que el otoño envolvía en la amarilla dulzura de su claro sol poniente.
Lento, el arado, paralelamente abría el haza oscura, y la sencilla mano abierta dejaba la semilla en su entraña partida honradamente
Pensé en arrancarme el corazón y echarlo, pleno de su sentir alto y profundo, el ancho surco del terruño tierno, a ver si con partirlo y con sembrarlo,
la primavera le mostraba al mundo el árbol puro del amor eterno.
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Poeta
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ASSOBIANDO ALTO
Assobiando alto chamei os passarinhos Emitindo paz e comida como chamariz Fiz um bom "manjar" e recebi a sua vinda Quanto milênio já não passou no tempo De quando eles vinham comer na nossa mão Tempos imemoriais que nem imaginamos Em que pirilando deveriam vir nos alegrar Continuam alegres pois é da sua natureza Mas na cidade só chegam como a mendigar Cantando vinham nas mãos em plena natureza Pois não eram mortos como simples brincadeira Ainda bem que eu sempre fui ruim de pontaria Quando criança deste mal não me davam conta Então desse mal agir não preciso ter lembrança
'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo -graal.org.br
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Eu só quero folgar os nós dos poemas engravatados, coitados... Eles devem viver sufocados, com tantas formalidades.
O poema, na verdade, é que nem o autor: tem poema que quer ser doutor; quer ser o senhor, o mandatário...
Tem poema otário, que cai na ideia de qualquer um.
E tem poema vagabundo, que não sabe o que dizer neste mundo, então fica tirando onda de que é livre para dizer o que sente...
Esse poema mente.
A.J. Cardiais 04.12.2010
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Atravesando el negro túnel Arriesgando el alma por su paso cruel Te devuelven la oportunidad del verdel Reapareceran manos acogiendote Despertaran tus razones y emociones sintientes En espacio y tiempo de otras dimensiones comenzaras aprender a reír de nuevo Ese es el cordón de la muerte Que atado a la vida se mantiene Pero encontrar el vértice es un laberinto que algunos les pertenece El sello del valor exige mecerse en la oscuridad total y cegadora soledad La pelea comenzará con mil engañadoras formas En la angustiante desesperación El amor será tu lámpara Si encendida regó tu pecho y como una trepadora creció en tu universo Saldrás triunfante en esa pelea de gigantes Que es el precio a pagar de tu alma vieja Un cruce de millones de líneas te atrapan pero solo una continuar debes Suerte en el proceso sin fin de la fuerza de los bondadosos Si derrotado te hallarás, en el abismo te perderías y si ni atravesar pudieses vagando eternamente en un universo paralelo te sentirías ¿Habrá la posibilidad de engancharse al núcleo? ¿Ser la nada y el todo al mismo tiempo? Todas las narraciones de las religiones creadas están por humanos interesados en el poder y dominio de su propio miedo Pero como cuentos para niños nos marcan el sendero Transcender de ellas y sacar la esencia será el reto mientras estamos despiertos Superar la fobia a la oscuridad , a la paralización , al frío invierno No envenenar el amor pues es el bálsamo y remedio
Derechos reservados 28/11/2018
Dikia
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ENVILECIMIENTO DESMESURADO
Azulada sombra asombra al temor vano, porque al aire arranca su misterio, que de tenebrosa tinta la luz sale, del esplendor conservando las huellas. ¡Entre las plantas que duelen al cielo!.
Lento el suspiro, las ventanas adoran, donde la eternidad palpita y se agiganta, en el ángulo del silicato doble. ¡Tan lindo espejo en su ardor!. ¡Por el llanto que consterna a un búho!.
Las aves de la huerta se fatigan. ¡Ya no cabe más blancura!. Ni hay huevos. El corazón desayuna el olvido. Y calla. Con la manzana del gusano bendita. ¡Y los manantiales se quejan solos!.
Amarga es la limosna de sonrisas, por las humanas carrozas del estiércol. Se difunde grata y se desata. ¡Hábil!. Y ningún desenfreno es igual a otro. ¡El sordo golpe camina de espaldas!.
Los retos solo lanzan los retratos, donde el foso se agiganta jugando, en la noche de férreas lámparas, al venturoso vuelo del martirio. ¡La piedad y la injusticia vomitan juntas!.
El suelo malhumorado mal muere, reclamando la imprudencia al agua, con la voz del vegetal desgreñado. ¡Un cordero se afana!. Y ríe un pescado. Las velas ofrendan al barco. En la arena.
El sueño duerme sin sombrero. En la luna. Un breve instante corre. De cabeza. Y la luz herida olvidó la sombra, el himno encarnado en la tristeza. ¡En una legión de nudos ágiles!.
La bruma abruma el pecho abierto, y la cuchara devora el hambre. ¡Injusta!. Por el rostro melancólico del Tic-Tac. ¡Las piedras preciosas no son dulces!. Y las ausencias buscan donde instalarse.
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Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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