Poemas :  INMERSIÓN... (Ciberpoesía)
I*N*M*E*R*S*I*Ó*N
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El suelo sólo suele verse magro
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del mérito al quebranto…
A/B/I/S/M/O
Ya NI el DESconsuelo ATERRA
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y el mismo……….
….. temblor
tiembla……

¡Oh! Mi corazón…
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¡Porque a la misma fé se inmola y muele!.
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P.O.R.
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La mimbreante y vigorosa negligencia.
¡!...¡!...¡!
¡Que al amostazar entinta!.
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# Union(u,v)
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…..En
El…..
…….Fondo

.:.:.:.

POST DATA:
Información útil

https://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADa
Y
https://es.wikipedia.org/wiki/Lenguaje_de_programaci%C3%B3n
y
https://www.youtube.com/watch?v=VkeayT1i1sI

Ha sido publicado en e-Stories.org a solicitud de Joel Fortunato Reyes Pérez.
Publicado en e-Stories.org el 13.07.2018.
Poeta

Poemas :  Abocanhando os sinais
Abocanhando os sinais
Estou aqui,
abocanhando os sinais de felicidade...
Pequenos sinais, na verdade:
o sol brilha, o tempo é frio,
venta um pouco,
lá embaixo passa um rio...

Eu rio agora,
mas alguém chora,
e eu não sei quem...

Esta questão me enrola...
Tento ir embora,
acompanhando o sol
que, sentindo-se tão só,
foi-se agora.
Só me restam nuvens negras.

Chuva... Esse é o sinal.
E lá vem ela...
Bela e feia,
combatida e adorada.
Ninguém sabe nada...
Na verdade, na verdade,
nem Deus sabe
como agradar a humanidade.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  LUMINANCIA... (Experimental Latín-español)
LUMINANCIA
(Experimental Latín-español)

I.-NATURA ET ARS NIHIL AGUNT FRUSTRA
Aún con fortaleza olfatear al fracaso,
sin desdeñar afosarse.
El fresco también se enfrasca,
como el frío en la nieve.

II.-NATURA NIHIL AGIT FRUSTRA
Alerta estar al aletazo,
sin azotar la puerta del viento,
de fletar nubes y flores vanas.
Ni afear alero encristalado,
con falta atroz hasta la falda,
al farol floral,
porque flote el faro.

III.-NATURA NON FACIT SALTUS
Bien cabe inepcia en canicie,
donde un naipe hace mapa.
Aunque la peca peque de pana,
donde la piña pica una cepa.
¡Bien el peine peina el calvo!.

IV.-NATURA SIMPLICIBUS GAUDET
Con paciencia la ciencia se hace,
y puede ser épico el ápice,
y el tifón trino sea el fruto,
con el frío en turno torne,
y el trío fino, frito agrande,
y con el fruto triunfe.
¡Uniendo al fondo altura!.
Con fortaleza incólume.

V.-NATURA MAXIME MIRANDA IN MINIMIS.
***

POST DATA:
I.-La naturaleza y el arte nada hacen en vano.
II.-La naturaleza nada hace en vano.
III.-La naturaleza no da saltos.
IV.-La naturaleza se complace en las cosas sencillas.
V.- La naturaleza es maravillosa sobre todo en las cosas pequeñas.
***
Referencia útil…

https://es.wikipedia.org/wiki/Luminancia
Poeta

Poemas :  ONDE ESTÁ A SABEDORIA?
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na aliança dos contras
Na alegria das crianças
Na fé dos incautos
No crer dos incrédulos?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No pão que nos alimenta
No alimento que não nutre
Nas mentiras que alegram
Nas verdades que magoam?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No pastor que não crê
No beato que só reza
No ateu que desconversa
No simples que agradece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA/

No livro fechado
Na página aberta
Nas linhas escritas
Nas laudas em branco?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA/

Na mãe que amamenta
Na mulher com esperança
No pai que só luta e pena
No homem que não alcança?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No filho que é amado
Na filha não querida
No filho não entendido
Na mãe que esclarece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na troca com os amigos
Na solidão que revigora
No papo que enaltece
No riso que escarnece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na procura leal e insana
Na fé cega que engana
Na crendice que não cria
Na verdade que alimenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no jovem que só estuda
Está na jovem que só curte
Está na espera indesejada
Está no encontro que seduz?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no céu que nos acolhe
Está no sol que nos faz bem
Está na luz que bem ilumina
No escuro que não convém?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está na TV que só distorce
Está na vida que se escolhe
Está no mato que acalenta
Está na city que atormenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no pai que é ausente
Está na mãe que não nutre
Está no filho só em conflito
Está na filha que é alegria?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no ódio que muitos sentem
Está na indiferença dos desistentes
Está na esperança de quem sofre
Está na alegria dos persistentes?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Esta naquele que engana
Está naquela que rouba
Está naquele que se cala
Está naquele que não fala?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Esta naquele que não se sacia
Está naquele que só calúnia
Está naquele que só aborrece
Está naquele que a paz merece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está naquele que desconfia
Está naquele que não sorri
Está naquele que se afasta
Está em quem ri e não devia?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no homem que se encolhe
Está na mulher que repudia
Está no velho que repulsa
Está no jovem que aprecia?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está na cobertura que alegra
Está na casa que não se vive
Está no barraco onde se canta
Ou na riqueza que não adianta?
 
ONDE ESTA A SABEDORIA?

Está no menino que brinca
Está no homem que lamenta
Está na tristeza sem vida
Está na vida que não alenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no visinho que se esconde
Está na presença que encanta
Está no gostoso do “Bom dia”
Está na cara feia que espanta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Esta no muro que esconde
Está nas portas que se abrem
Está na mesa sempre posta
Está na mesa que não se come?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no silêncio dos covardes
Está nas palavras que só matam
Está no sorriso de quem engana
Está na seriedade de quem ama?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está na rua sem saída
Está na que dá em nada
Está na que só confunde
Está na que só aprazia?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no cego que sorri
Está no cego que não vê
Está naquele que só cega
Está naquele que mal vê?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Nos templos sem silêncio
Nas igrejas barulhentas
Nos ruídos das perfídias
Ou na verdade que dá paz?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na fé que com dinheiro se paga
Na fé de quem dela se sustenta
Nas palavras que tem um custo
Ou nas palavras que são gratas?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No sorriso que só maldiz
No sorriso que escarnece
Nos sorrisos sem alegria
Nos olhos que só brilham?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na mão que nos conduz
Na passada que nos atrasa
No andar sempre apressado
No caminhar de mãos dadas?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No astro que avistamos
No radar que não escutamos
No barulho do supersônico
No silêncio dos escafandros?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No rio que nos banhamos
No mar que apreciamos
No cruzeiro que nos leva
Ou na cadeira que balança?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No amor da querida esposa
No temor de quem odeia
No ciúme dos imaturos
Na certeza que trás beleza?
 
ONDE ESTA A SABEDORIA?

Na rede em que descanso
No trabalho que me cansa
Na lida que me trás renda
No dinheiro que sustenta?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No brilho dos teus olhos
No reflexo dos espelhos
Nas imagens dos retratos
Nos retratos já tão foscos?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No escuro de qualquer beco
Na luz opaca de uma praça
Em trilhas por toda a mata
Em caminhos de todo jeito?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No barulho que escuto
No cantar de todo grilo
Na luz dos vagalumes
Na lanterna que carrego?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No visinho que incomoda
Na policia que não fez nada
Na influência que acionei
Na mata serena que já foi?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Na conversa do colunista
Nos papos das cozinhas
No rádio que incomoda
No som que eu desligo?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

No honesto que esconde
No malandro que só canta
Na dama que só dança
No bolero que entristece?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

Está no que pensamos
Está no que tramamos
Está no que sentimos
Está no que amamos?
 
ONDE ESTÁ A SABEDORIA?

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
Poeta

Poemas :  Al unísono versátil...
AL UNÍSONO VERSÁTIL

Nunca vengo, y ahora el cielo,
extrañarme dice un sueño,
no recuerdo ni mis pies,
y sólo, el viento canta.

Acaparad la calma.
Acabarla alarma.
¡Agasajad la paz!
Al alma ablanda.

Nada sé. Me fui con mi pelo.
Dando al agua mi sed.
¡Ella sola se humedece!.
Mi traje de invierno espera.

Las alacranadas abrasan,
acalambran agarbanzadas.
Abarcarlas abarranca.
Agarrarlas agarrafa.

Soy el mismo, no tengo dudas,
las fabrico con el destino.
¡Que muere y continúa viviendo!
En la mesa, la silla y la cuchara.

Alada alaba al alba.
La abrava la abraza
La aclama la aclara.
Alargarla ala al alma.

En tanto la lluvia me viste,
en pocos segundos amarillo,
el sol la piel acaricia.
Y estos ojos ven poco.

Adapta al alma.
¡Aclamad la calma!.
Clama acatarla.
¡Al afamar la paz!.

Esperando la ventana mira,
los zapatos descalzos con hambre,
sueñan cada vez caminos,
con el mar en cada labio.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta

Poemas :  Octubre
Estaba echado yo en la tierra, enfrente
el infinito campo de Castilla,
que el otoño envolvía en la amarilla
dulzura de su claro sol poniente.

Lento, el arado, paralelamente
abría el haza oscura, y la sencilla
mano abierta dejaba la semilla
en su entraña partida honradamente

Pensé en arrancarme el corazón y echarlo,
pleno de su sentir alto y profundo,
el ancho surco del terruño tierno,
a ver si con partirlo y con sembrarlo,

la primavera le mostraba al mundo
el árbol puro del amor eterno.
Poeta

Poemas :  ASSOBIANDO ALTO
ASSOBIANDO ALTO

Assobiando alto chamei os passarinhos
Emitindo paz e comida como chamariz
Fiz um bom "manjar" e recebi a sua vinda
Quanto milênio já não passou no tempo
De quando eles vinham comer na nossa mão
 
Tempos imemoriais que nem imaginamos
Em que  pirilando deveriam vir nos alegrar
Continuam alegres pois é da sua natureza
Mas na cidade só chegam como a mendigar
 
Cantando vinham nas mãos em plena natureza
Pois não eram mortos como simples brincadeira
Ainda bem que eu sempre fui ruim de pontaria
Quando criança deste mal não me davam conta
Então desse mal agir não preciso ter lembrança

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo -graal.org.br
Poeta

Poemas :  Um poema vagabundo
Eu só quero folgar os nós
dos poemas engravatados,
coitados...
Eles devem viver sufocados,
com tantas formalidades.

O poema, na verdade,
é que nem o autor:
tem poema que quer ser doutor;
quer ser o senhor, o mandatário...

Tem poema otário,
que cai na ideia
de qualquer um.

E tem poema vagabundo,
que não sabe
o que dizer neste mundo,
então fica tirando onda
de que é livre para dizer o que sente...

Esse poema mente.

A.J. Cardiais
04.12.2010
Poeta

Poemas :  El tunel
Atravesando el negro túnel
Arriesgando el alma por su paso cruel
Te devuelven la oportunidad del verdel
Reapareceran manos acogiendote
Despertaran tus razones y emociones sintientes
En espacio y tiempo de otras dimensiones
comenzaras aprender a reír de nuevo
Ese es el cordón de la muerte
Que atado a la vida se mantiene
Pero encontrar el vértice
es un laberinto
que algunos les pertenece
El sello del valor exige mecerse
en la oscuridad total y cegadora soledad
La pelea comenzará con mil engañadoras formas
En la angustiante desesperación
El amor será tu lámpara
Si encendida regó tu pecho
y como una trepadora creció en tu universo
Saldrás triunfante en esa pelea de gigantes
Que es el precio a pagar de tu alma vieja
Un cruce de millones de líneas
te atrapan pero solo una continuar debes
Suerte en el proceso sin fin de la fuerza de los bondadosos
Si derrotado te hallarás, en el abismo te perderías
y si ni atravesar pudieses
vagando eternamente en un universo paralelo te sentirías
¿Habrá la posibilidad de engancharse al núcleo?
¿Ser la nada y el todo al mismo tiempo?
Todas las narraciones de las religiones creadas
están por humanos interesados
en el poder y dominio de su propio miedo
Pero como cuentos para niños nos marcan el sendero
Transcender de ellas y sacar la esencia
será el reto mientras estamos despiertos
Superar la fobia a la oscuridad , a la paralización , al frío invierno
No envenenar el amor pues es el bálsamo y remedio



Derechos reservados
28/11/2018


Dikia
Poeta

Poemas :  Envilecimiento desmesurado
ENVILECIMIENTO DESMESURADO

Azulada sombra asombra al temor vano,
porque al aire arranca su misterio,
que de tenebrosa tinta la luz sale,
del esplendor conservando las huellas.
¡Entre las plantas que duelen al cielo!.

Lento el suspiro, las ventanas adoran,
donde la eternidad palpita y se agiganta,
en el ángulo del silicato doble.
¡Tan lindo espejo en su ardor!.
¡Por el llanto que consterna a un búho!.

Las aves de la huerta se fatigan.
¡Ya no cabe más blancura!. Ni hay huevos.
El corazón desayuna el olvido. Y calla.
Con la manzana del gusano bendita.
¡Y los manantiales se quejan solos!.

Amarga es la limosna de sonrisas,
por las humanas carrozas del estiércol.
Se difunde grata y se desata. ¡Hábil!.
Y ningún desenfreno es igual a otro.
¡El sordo golpe camina de espaldas!.

Los retos solo lanzan los retratos,
donde el foso se agiganta jugando,
en la noche de férreas lámparas,
al venturoso vuelo del martirio.
¡La piedad y la injusticia vomitan juntas!.

El suelo malhumorado mal muere,
reclamando la imprudencia al agua,
con la voz del vegetal desgreñado.
¡Un cordero se afana!. Y ríe un pescado.
Las velas ofrendan al barco. En la arena.

El sueño duerme sin sombrero. En la luna.
Un breve instante corre. De cabeza.
Y la luz herida olvidó la sombra,
el himno encarnado en la tristeza.
¡En una legión de nudos ágiles!.

La bruma abruma el pecho abierto,
y la cuchara devora el hambre. ¡Injusta!.
Por el rostro melancólico del Tic-Tac.
¡Las piedras preciosas no son dulces!.
Y las ausencias buscan donde instalarse.

*****


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
Poeta