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Me di cuenta que amo de ti, tus destellos de ausencia, porque naufragas en la distancia los secretos del abandono.
Recorres lugares conocidos con un letrero en la mirada, anunciando la partida, invocando calendarios que un no nacen.
Lejos de ti estoy yo, que alumbro tus sonidos, con las espinas en la manos ahuyentas las tormentas, te requiebras a cada paso en la incomprensión, muñeca de juego, de trapo, de noches sin lunes próximos.
Vienes y vas con las pisadas de tus quejidos, fantasma eres de horas muertas, te pienso aquí con ojos rojos llenos de vacío, porque sin ti las realidades son efímeras. Comparas ciclones de ideas que no cuadran, y te embarcas en aventuras de huida, de quebranto.
Todo aquí pertenece a cada instante en tu agonía. Ahora que te vas, te dedico estas manías.
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Poeta
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Vou jogando meus poemas para ver se despertam a manhã de um novo dia;
Para ver se acendem uma nova confraria que alimente o povo de pão, de paz e de poesia.
Vou jogando meus poemas como quem joga na loteria: enquanto não sai o resultado, fico acreditando que acertei na poesia.
AJ Cardiais
imagem: google
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Poeta
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Meu pai deixou como herança além do amor à festança, o valor da honestidade, a riqueza da simplicidade e a nobreza da humildade.
Meu pai era da folia: sanfoneiro de noite, pedreiro de dia e as horas vagas ele enchia de alegria.
Meu pai, com suas ferramentas, concretizou muitos sonhos. E com seu instrumento fez muita gente dançar...
Eu não concretizo nada com minha ferramenta... E com meu instrumento tento fazer o povo pensar.
AJ Cardiais
imagem: google
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Poeta
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As vezes o tempo cansa de esperar Nem a fé é capaz de controlar Seu jeito cansou de avisar É tarde para pedir perdão É tão bom abrir o coração Olhando com os olhos sinceros Estender sempre as mãos Dar um sorriso sincero Sem maldade olhar para o próximo Pedir perdão nos momentos de solidão Olhar para o mundo sem maldade Pedir sua mão para um beijo Sonhar com o bem, sempre Aproximar sem medo Sondar com os olhos e com a boca Sendo feliz junto com Deus! Ser feliz junto com Deus!
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Poeta
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No meu espelho, vejo a passagem do tempo...
Mas nem tanto, quando vejo a minha alma.
A minha alma não envelhece...
Fico olhando pra mim e digo/penso assim: vê se cresce!
A.J. Cardiais imagem: a.j. cardiais
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Poeta
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Se ha perdido la noche en tu mirada, y tengo necesidad de verme en ellos.
Autor: José A. Monnin Limpio-Paraguay derechos reservados
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Poeta
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ODA AL CAFÉ
Líquido en despulpado ambiente acogedor en dulce olor sabor a veces de leche a lecho.
De las tazas transparentes verde antes caliente ahora con el fresco de las bolsas de los ojos hablando entre mesas cambiando al mundo fantaseando sin saber si es bueno por seco y duro sonoro y liso en la mirada que recrea el olfato excitado del insomnio del gusto lácteo aves diuréticas.
Por la vivacidad de las cabras de aquel pastor de Arabia antídoto del opio.
En la casa desnuda a veces los recuerdos enterrados en la noche o en el día del pétalo eco y seco murmurante que vive la sencillez metálica de la desdicha derramada por descuido quemado moviendo el pan espumoso por las galletas resbalando por los labios del aroma de las faldas del volcán interior que tiembla bebido en exceso desvistiendo la luna del espejo impregnado de la cintura techos hilando el follaje de sus márgenes de miel y selva. Vaso, taza, jarro, y entre muchas más noches que lunas. Tú... ¡Oh, café, iluminas!. Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez
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Poeta
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Já tentei falar de amor sem nada estar sentindo... Mas as palavras perceberam que eu estava mentindo.
O que elas fizeram??? Se afastaram. Deixaram-me só.
Tentei levar adiante, mas não consegui.
O poema está aqui, esperando eu concluir.
AJ Cardiais
imagem: google
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Poeta
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A vida é uma festa, aos olhos do poeta que enxerga os detalhes:
Lagartixas no telhado namorando, abraçando o sol.
No céu, as nuvens brincam imitando coisas da terra...
E o poeta dança, brincando com os detalhes, como uma criança.
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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A lágrima corre, ao ver o amor partir; ao perder o amor... Lágrima é o sinônimo de dor.
A lágrima traça o seu destino no rosto. Sentimento morto: lágrima despencada no chão.
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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