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Ojos de avellana
Mujer hermosa y bella, como orquídea delicada de porcelana Con sus ojos atractivos, su precioso rostro engalana Con su guiño, en el balcón adorna de alegrías su ventana Resplandece en su hogar, como diosa primorosa soberana Ojos maravillosos de esplendores de avellana Que adornan su cara, como mejillas provocativas de manzana
Ojos de avellana, de mirada de aires raros, misteriosos Lucen verde dorado, marrón verdoso, deslumbrantes luminosos Su tono cambia y hacen ver de sus ojos, tonalidades hermosas Según la vestimenta, brillan con acentos asombrosos La luz del medio ambiente, se tornan de miradas majestuosas Ojos de avellana, de mirada prodigiosa y colores vistosos Obra de arte de colores multicolores, esplendorosos y armoniosos
Ojos de avellana, matadores de pasiones y de amores asesinos Fascinantes, cautivadores, como riachuelos cristalinos Hablan sin pronunciar palabras, de silencios de idilios paulatinos Iluminan con su mirada acogedora, las noches y sus destinos Ojos de gata en las penumbras, de tornasoles clandestinos
Ojos de avellana, con su cálido ámbar y mezcla de colores Parecen amarillos, parecen verdes, marrones, llenos de amores Cambian de tonalidad como los camaleones, que esconden resplandores Con su mirada cautivadora, como señuelo de cazadores Ojos de avellana, únicos, deslumbrantes y soñadores Ojos que llevan a la seducción, de pasiones amenazadoras Ojos coquetos, el galanteo y suplicio de los inquisidores Ojos tiernos y apasionados, la lujuria de seductores Ojos de avellana, que llevan al deseo carnal de admiradores Ojos que llevan tormentas y huracanes, de ansias agotadores Que arrastran hechizos en sus miradas, de emociones aterradores Ojos que perturban con su mirada, de neblinas abrumadores Ojos de avellana, alucinantes de pesadillas y sueños tentadores Atrayentes y cautivadores de idilios estremecedores
Mujer bella con sus ojos de avellana, luces primorosa y hermosa Alucinante y atrayente, con sus ojos de mirada misteriosa Resplandeces de día, como diosa querida de aires maravillosa Seductora de noche, con sus ojos brillantes, de rayos asombrosa Ojos de avellana, matadores de amores y de pasiones prodigiosa Únicos e irresistibles de mirar, mujer presurosa y armoniosa Ojos que llevan al colapso, de miradas penetrantes, ardientes y fervorosas Ojos de avellana, atractivos, difíciles de describir, de mirada dulce y temerosa Melanina que otorga pigmento al iris, de bellos ojos de mujeres, de egos orgullosas
“Joreman” Jorge Enrique mantilla – Bucaramanga abril 14-2021
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Poeta
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1. A melodia do medo
A cena se passa na Espanha, em 1913.
Cena Única
Um porão contendo três armários. Um na parede esquerda onde tem uma porta e dois na parede do meio. Umas dez caixas ao lado de uma mesinha, todas fechadas, três banquinhos, um cabide, alguns chapéus velhos, roupas antigas em um cesto, uma velha rabeca, etc. No porão vemos um rapaz moreno, cabelos escuros, olhos negros, de 18 anos. Ele se chama Adolfo. Ele está trancado no porão, e procura um meio de sair.
Adolfo- Madrecita de Dios! Ayuda me! Já é a segunda vez que fico trancado neste porão, e da última vez... Oh, da última vez comecei a ouvir música vinda de fora. Oh, como detesto essas músicas que sempre tocam quando estou em casa! Na verdade, quase nenhuma música me agrada. Ou seja a melodia, o tom, a letra, ou tudo junto! Ayuda, Dios!
Ele vai até um armário e pega umas folhas, revira as folhas para ver se acha uma chave, mas não acha nada, joga tudo no mesmo lugar desorganizadamente. Vai até o primeiro armário do meio. Procura nas gavetas dele, mas não acha nada.
Adolfo- Cáspite! Meus dedos estão todos empoeirados! Isso aqui não se limpa há tempo. Preciso pedir ao Juan para limpar aqui.
Adolfo anda pelo porão olhando para todos os cantos para ver se acha alguma chave. Revira as roupas, mexe em duas caixas e não acha nada.
Adolfo( mãos na cabeça preocupado)- Estou aqui há quase uma hora. Por que fui tirar a siesta aqui? Essa porta sempre emperra, ou sei lá, só pode ser azar mesmo!
Adolfo continua procurando. Logo ouvimos em off um barulho de música popular. Adolfo para estremecido. Ele fica pálido, começa a ficar com medo. Ele se senta em um banquinho.
Adolfo- Não posso acreditar nisso! Não me faltava mais nada! Trancado nesse porão pela segunda vez, e agora a ouvir música!( Coloca as mãos no rosto consternado). Eu... Simplesmente preciso sair daqui e ir para o quarto dos fundos onde não se ouve quase nada!
Adolfo continua a procurar. Ele mexe em mais duas caixas colocando o conteúdo no chão. São alguns livros. Ele revira todos em busca de uma chave. Nada. Ele chuta alguns livros e a música continua tocando o que deixa Adofo mais preocupado.
Adolfo- Dios! Yo no puedo más! Eu preciso sair desse porão maldito!
Ele vai até o último armário e na gaveta da esquerda para a direita, ele acha três chaves. Sorriso de contentamento. Ele pega as chaves e vai até a porta. Testa uma, não funciona. Testa outra, não funciona. E na última, ele já está totalmente desesperançoso, mas ainda assim tenta, a chave quase funciona, mas a porta que é de ferro não abre.
Adolfo- Bom, se nada funciona... Bom, eu me lembro que da última vez... Bom, meu pai uma vez costumava me dizer que falar Eu crio enquanto falo realmente pode funcionar. Oh, mas eu vou dar mais uma busca por esse porão que adora me pregar peças.
Volta para o fundo do porão e remexe o restante das caixas. Enquanto tudo isso acontece, ainda há música soando. O que impulsiona Adolfo a buscar mais rapidamente para se livrar do som da música. Ele decide ir a porta e diz:
Adolfo- Eu crio enquanto falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo! Eu crio enquanto eu falo!
A porta começa a se abrir. Adolfo tem uma expressão de contentamento, mas susto, pois é a primeira vez que pratica tal palavra, mesmo assim ele sai apressadamente do porão que ainda se ouve a música. E o pano desce.
FIM
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“Quebradiza, tan . . . sufrida.”
Estoy tirando a la mar la botella de mí vida, así quisiera calmar esta pena tan sufrida.
No la encuentres, pescador, porque lleva el pergamino de la mujer, desamor, brújula de cruel destino.
El timón de la traición que no dejó navegar la barcaza de ilusión, cansada de naufragar.
En el fondo está del mar la botella de mí vida, no puede cicatrizar esta tormentosa herida.
Vuelve a puerto, marinero, hoy no mojes red, ni anzuelo, me ahogaré por mal severo en océano desconsuelo.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Puerto de Veracruz, Estado de Veracruz-Llave, México, . . . un día de tantos . . . Dedicada al Maestro Raciel, . . . hermano del alma . . . Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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“La luz de una época negra.”
México forjó cimientos, Pátzcuaro, mil setecientos sesenta y cinco, cierto año, once de abril ya de antaño.
Nació insigne soñadora María Gertrudis Teodora Bocanegra Lazo Mendoza, digna heroína, una Diosa.
Época de oscurantismo que nos llevó hasta el abismo aquella del Virreinato, de recuerdo tan ingrato.
No obstante estar impedida, por costumbre mal habida de prohibir el desarrollo a mujeres, cero apoyo.
Ella estudió, sin recato, aprendiendo cada dato de la Ilustración, lectora como toda gran Señora.
La historia jamás nos miente respecto a tal insurgente, precursora feminista, pionera nacionalista.
Católica luminaria socialmente visionaria de su futura Nación, ansias de emancipación.
De rancia España indecente transmitidas a la gente, como espiritual remanso su lucha fue sin descanso.
Prócer de la independencia muy rebelde, por esencia, sembró tenaz su semilla, formo parte en la guerrilla.
Lideresa siempre hermana que, de forma vil, insana, fue sometida a tortura y no perdió la cordura.
Ni sus grandes ideales todos ellos señoriales de libertad, de igualdad, de paz, de fraternidad.
Valiente a carta cabal, sufriendo juicio formal no traicionó el movimiento, su fusilamiento cruento.
La patria entera celebra a Gertrudis Bocanegra, distinguidísima dama para orgullo michoacana.
Pónganse de pie señores debemos rendirle honores, con adalid tan fraterna estamos en deuda eterna.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 11 de abril del 2019 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Alegrias Noturnas
A cena se passa em Lisboa, Portugal, no ano de 1923.
Cena Única
Uma sala com uma cadeira, uma poltrona no lado esquerdo da sala, uma mesinha, umas duas garrafas de bebida, uma janela que está fechada e com uma cortina de cor vermelha. Um homem está sentado na poltrona, ele se chama Carlos Hortênsio Nunes. Uma mulher entra.
Carlos- Ah, você ainda está aqui, pensei que já havia ido embora há um bom tempo.
Mulher- Não, eu preferi ficar, mas se quiser que eu vá embora, eu posso ir.
Carlos(indiferente)- Isso depende da sua própria escolha, você quem sabe...
Mulher- Você sabe que só saio daqui depois do que sempre fazemos todas as noites.
Carlos( pega uma garrafa, um copo, enche o copo de vinho e toma ele pela metade)- Hoje pode ser diferente, minha cara, nunca se sabe quando o homem está disposto aquilo que sempre fazemos.
Mulher- Há quantos dias está bebendo, Carlos?
Carlos( Termina de beber e coloca mais para si)- Três dias inteiros. Minhas alegrias noturnas são o álcool, essa casa, de vez em quando ler um jornal e você.
Mulher- Claro, eu não poderia faltar, né? Mas a empregada limpou a casa hoje?
Carlos- Sim, limpou, e por isso estou na sala bebendo, senão estaria em outro lugar da casa.
Mulher- Você tem conversado com sua mãe? Ela me disse que você estava meio distante e frio com ela.
Carlos( irritado ao falar)- Mamãe sempre acha que quando a gente está falando ou está usando um tom distante ou frio quando a gente não concorda com o que ela fala, você sabe como ela é.
Mulher- Sim, e eu te entendo perfeitamente( Dá alguns passos pela sala)
Carlos( levanta-se, coloca mais vinho na taça, e vai até a janela e abre)- Nossa, a noite está incrível, eu deveria ir lá fora ver as estrelas, mas hoje prefiro ficar aqui em casa.
Mulher- Apenas bebericando vinho e pensando nos próprios problemas... Não sei como consegue ser assim tão fechado.
Carlos( bebe um gole de vinho)- Eu não sou fechado, eu apenas gosto de manter meus momentos íntimos.
Mulher- Posso beber o vinho?
Carlos(distraído)- Claro, fique à vontade. Ah, noite, como estás bela e deleitosa, em ti moram todas as belezas astrais de uma noite mágica...
Mulher- Está agora criando poemas para a lua?( Ri, bebe um gole de vinho)
A Mulher vai até a poltrona onde está a mesinha, ela pega a garrafa e coloca vinho em uma taça que está na mesinha.
Carlos( sai da janela, se aproxima dela)- Não, você sabe que estou com os meus escritos parados, mas ainda consigo recitar poemas ou inventá-los na hora...
Mulher- Carlos, Carlos, eu acho que sei o que você precisa para voltar a escrever maravilhosamente bem como antes.
Carlos( ingênuo)- O quê?
A Mulher avança nele e lhe dá um beijo apaixonado na boca, o qual ele retribui na mesma intensidade. Eles vão até uma escada do lado direito da sala e começam a subir se beijando, Carlos tenta falar, mas a Mulher o impede com mais beijos.
Tudo fica escuro e o pano desce.
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“Afines, . . . sublimes.”
En azulosa laguna, espejo de agua sin bruma, un par de cisnes sublimes, modelo de almas afines.
Sabiéndose hermosos, bellos, entrelazando sus cuellos como ensueño, como en trance, iniciaban fiel romance:
El macho orgulloso, divo, majestuoso, cantaba: “te adoro”, cortejo e imploro.
La hembra apenada su querer negaba, el cisne insistiendo, élla iba . . . cediendo.
Al cabo de un rato, de un momento grato, Afrodita, Eolo, ambos ¡uno solo!
Testigos las aves, tulipanes suaves, batracios, insectos, peces muy selectos.
Natural fue todo, la ternura a modo, para siempre unión con el corazón.
Más allá del mundo apego profundo, amor de los dos designio . . . de Dios.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Bosque de Chapultepec, Ciudad de México, . . . Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Esposa hermosa
Mujer linda, que llegaste del cielo como esposa hermosa Entraste en mi alma con amor, en forma armoniosa y silenciosa Se apareció en el camino de mi vida, en forma maravillosa Formamos un hogar, del cual es la reina bella y orgullosa De un paraíso esplendoroso, de hijos y familia numerosa Esposa hermosa, eres la orquídea universal, la más preciosa Sus alegrías inundan el hogar, de risas y anécdotas graciosas Eres toda una mujer apasionante, valerosa y de aires primorosa Esposa hermosa, de valores y de amores asombrosa Eres tan palpitante y bella, como mariposa atractiva y valerosa Eres del jardín florecido, la flor más linda de pétalos majestuosa Esposa hermosa, delicada como capullo de rosa, de fragancias prodigiosa Eres mi estrella y mi esplendoroso lucero, de luces luminosa
Esposa hermosa encantadora, que calma con pasión mis locuras De día y de noche es el sosiego de las emociones, que atraviesan mis aventuras Es la bonanza y tranquilidad, los versos maravillosos de mis escrituras Eres el bálsamo embriagador, que acelera y calma mis ardientes temperaturas Esposa bella, todo tu cuerpo es un jardín, lleno de hermosuras Eres mi licor y mi perfume, que arrebata de tu bata, rasgando las vestiduras Eres mi régimen, el gobierno que atemoriza de tu corazón, las dictaduras
Esposa hermosa, exquisita y sensual, llena de furtivas pasiones Eres del paraíso, el edén del fulgor placentero de las habitaciones Toda una señora maravillosa, que con su presencia anima las charlas y conversaciones Bella dama, llama ardiente, que desborda amores y toda clase de sensaciones Para ti, esposa hermosa, las melodías de mis poemas hechas canciones Para ti, todos los ramos de rosas floridos, que adornan en tus balcones Todos los sueños fantásticos, que calmen y aniden en tus imaginaciones Esposa bella y hermosa, todo mi corazón lleno de abrazos y consideraciones Con su caminar tranquilo y pausado, me llena de paciencia en todas las ocasiones A Dios, siempre le pido, que la riegue de salud, de vida y de bendiciones Mujer bella y agradable, de tus hijos los pormenores de tus confesiones Esposa hermosa, el clamor de amor, en todas las dimensiones
Canta, esposa hermosa, canta, que mi corazón te quiere y te adora Que tu voz resuena en mi alma y de tus labios carnudos me enamora Para ti mujer bella, todas mis poesías, señora esposa encantadora Para ti todos los pergaminos, diplomas y medallas, mi inagotable luchadora Dulce y preciosa mujer guapa, mi ángel y guía protectora Verla radiante, alegra mi espíritu, primorosa soñadora Con su bata blanca transparente, acelera la pasión de tu cuerpo seductora Esposa hermosa, musa de mis pensamientos y mi ferviente admiradora Toda una guerrera en sus quehaceres, de tu fortaleza inagotable y abrumadora
Reparte amores y quereres de abrazos, la familia entera tus felicidades Eres la luz esplendorosa, que ilumina en las penumbras y oscuridades Esposa hermosa, que calma los miedos y aleja con tu vitalidad las enfermedades Compañía ideal, de noche y de día, desterrando tristezas y soledades Mujer, que sabe amar y reparte cariños a grandes velocidades Calma el palpitar de mi corazón, olvidando temores y ansiedades Esposa hermosa, ramillete de cariños de amabilidades y bondades Eres mi reina y mi heroína, de mi palacio, el centro de tus majestades Atractiva y clamorosa, en el silencio de tus intimidades Pétalo de rosa, los perfúmenos en tus lindas manos, la loción de tus suavidades Manjar de conocimientos, el secreto de vida, el alimento de mis complicidades Esposa hermosa, para ti, la venia y todas las solemnidades Madre querida y bella, de tus hijos, la princesa maternal, llena de amor y espiritualidades Fragancia y esencia inagotable de amor y paciencia, el honor de tus respetabilidades Esposa hermosa, el júbilo y regocijo, que calma mis voluntades
“Joreman” Jorge Enrique Mantilla – Bucaramanga marzo 25-2021
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Poeta
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Me da pena el Presidente descortés, tan displicente, que ofende a la sociedad con su voz de suciedad.
Cuando se sube en el podio dando su discurso de odio, al son de: “no estás conmigo (lo siento) . . . eres mi enemigo”.
Por ejemplo, a periodistas, bajo múltiples aristas, a los que llama “fifís” con verborrea y frenesí.
Haciéndoles mil reproches tachándolos de “fantoches”, hipócritas, conservadores”, con mensajes retadores.
No soporta lo critiquen, menos quiere que lo ubiquen, luego, luego, “se me esponja” y vuelve a su jerigonza.
Diciéndoles “doble cara”, así, se desenmascara en su verdadera esencia como rey de la indecencia.
Ante la opinión mordaz echa un salto para atrás, no aprende a lidiar con eso, al peje le falta seso.
Actuando así decepciona, pues, por todo se emociona, no controla sus instintos, se pierde en sus laberintos.
Carece de todo aguante, presto, “se pone los guantes”, recae en la intolerancia, su verdadera fragancia.
López Obrador se pica, pica, pica, hasta replica, diciendo: “tengo derecho”, pero, sale muy maltrecho.
Queda como irrespetuoso, me parece pavoroso que por todo esté peleando, que con todos se esté dando.
Luego, para más pesares, se pone a citar a Juárez, para mí, queda en vergüenza dándome tristeza inmensa.
Un presidente concilia, aviene, se reconcilia, pacifica, pacta, acuerda, con el mundo, al fin, concuerda.
Qué indignidad la de Amlo, ¿ese es su mentado “cambio”?, ¿el tratar de desunirnos es uno de sus designios?
¿Cuál autoridad moral?, más bien es un inmoral, cayendo en la “calentura” “arrastra” su investidura.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 09 de abril del 2019 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Una mala accion perdonada Invita a la reflexión si debio de ser perdonada si de ella no se aprendió Ni mejoro la relación ni a las personas involucradas Porque interpretandolo mal se les dio alas envenenadas
Lo contrario no perdonar te deja enganchado al jinete equivocado La rectitud no parece más que una espada alzada que pesa como una losa y el avanzar retrasa porque te ahoga
El perdón siempre es distinto con cada palmo que avanzas pero solo es uno y siempre el mismo Goze y dolor al recibirlo como al trasmitirlo
Como salir del influjo del mal fario Sin claudicar Ni traicionar tu verdad Aprendiendo a ser libre Mirando sin dolor Alejando la razón
Cuando permitirte olvidar revela grandeza y dar la espalda salud autoimpuesta Cuando al revés la tozudez se convierte en paranoia Corre pus por las venas y traspasa el canto de sirena
Pupilas llorosas pozo sin fondo Cordura sin ataduras Cuerda al cántaro quita la sed del engaño Los cuernos no agites al paso para que los venados tengan de comer en el prado
El perdón balsa de piedad Balsamo para el corazón Evaporación de la tierra agrandando el orbe Cimientos divinos constructores de paz Manantial de trigo fresco
Perdonar y perdonarme las ofensas que hago contra natura Mientras el pie camina y pisa las margaritas Si consciencia tomo de mis faltas No tomes a pecho las mias El cuchillo hizo sangrar y con su tapón salvo la vida
Ese balcón la dicha vigila No juegues al escondite con la justicia Si paz doy la paz obtengo tanto aquí como en el cementerio La grandeza del amor no tira los dados Sino que permuta favores al compás de no ir errático ni errar candados para que la orquesta siga tocando el valz en honor de lo sembrado en desiertos y en polos congelados Hermanar voluntades descuartiza tempestades
La inocencia y la alegría van tan parejos al perdón No dejes que nadie arrase el buen senso de lo intagible El honor no condena a la tribulación y a la tristeza Sino todo lo contrario de ahí mirate para saber si estrabiaste el rumbo
Ostia bendita Cuesta tanto ir limpia y con hambre de ti Lagrimas derramo Por la maldad de unos y en el no olvido de otros Perdemos todos
Encerrados en mazmorras Solo sombras peligrosas observamos No comprender que la magia una palabra necesita que deshace cualquier maldición y malificio echado
Despoja te del pegamento que te ata al pasado Los truenos y rayos depositaron abundante agua No la dejes que se estanque Hazla correr por el arroyo con su tinteneo vuelve al presente
Nada turbe y perturbe ser agradecido por ver el nuevo amanecer sin mochilas del ayer Abre los ojos al día comenzado El buen humor de energía revosa a tus pies que alzandose aprendieron a dar las gracias
10/04/2021 ©Dikia
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“El pueblo “sabio” . . . más maje.”
En eso de los montajes, del circo, de hacernos “guajes”, López es “chucha cuerera”, hoy, proyectó en cartelera.
En su pantalla gigante de circo, de buen talante, otro “oso” de sin vergüenza, que ya es su marca, su esencia.
Se han vuelto muy peculiares sus ataques a particulares, los linchamientos arteros, deleznables, majaderos.
Miércoles, en mañanera, tundió en forma lastimera a Carlos Loret de Mola, comentarista de moda.
Muy temprano subió al podio, vertiendo discurso de odio, empleando, con desenfado, el aparato de estado.
El tiempo, horarios, recursos económicos, con furcios, reviviendo así el pasado de un “montaje” recordado.
Porque estuvo involucrado el periodista nombrado, García Luna y la francesa Florence Cassez, ¡qué tristeza!
Decir esto mucho siento, porque sucedió hace tiempo, dieciséis años, exactos, lo que se evocó en un acto.
Así, el vengativo López, aunque nos demos de topes, no lleva las aguas mansas, no desmiente aquellas transas.
De Bartlett, las de Felipa, de Irma Eréndira, y se “entripa”, no desmiente lo de Pío, de él, no dice ni pio.
No combate su corrupción, decepciona a la nación, mejor le aplica el terror al gran comunicador.
A ese que la ha denunciado, lo ataca como enajenado, le da duro, brutalmente, al mensajero vehemente.
Estando en plena pandemia, Andrés Manuel, tal cual, premia al pueblo con un video, con un show de lo más feo.
En ridículo el “gobierno”, en la locura, el infierno, México, atroz sufrimiento, y el peje sin sentimiento.
La crisis, pues, es terrible, la pobreza es indecible, el desempleo galopante, la inflación desesperante.
Nuestro país va al revés, el televisivo Andrés pierde el tiempo en un “montaje” y al pueblo “sabio” hace maje.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 07 de abril del 2021 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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