Poemas :  Me gusta mi silencio en el bosque...
ME GUSTA MI SILENCIO EN EL BOSQUE...
Autor: Fedor Sologub
Rusia 1863 - 1927


Nació en San Petersburgo.
Fue poeta, cuentista, novelista, dramaturgo, teórico del simbolismo. En 1884 aparecieron sus primeros versos en la revista "Primavera".Su novela más importante: "El duende". Publicó dos novelas más, "Más dulce que el veneno" y "La leyenda creada".
Esta obra es traducción en la Versión de Jorge Bustamante García


Me gusta mi silencio en el bosque...

Me gusta mi silencio en el bosque
Y en la oscuridad de las noches
El balanceo tenue
De las ramas pensativas.
Me gusta el rocío nocturno
Extendido sobre los prados
Y la humedad de los campos
Cuando despunta el día.
Me gusta al amanecer
El fresco delicioso
Y el fuego tardío y pálido
De las hogueras de los pescadores.
Es entonces cuando el sosiego
Ya no me abandona
Y ya no me importan las angustias
Del día que pasó.
Callo dichoso
Ante la vastedad campestre
Y en una mirada estelar
Abarco todo el mundo.
La neblina me cubre
Mientras me entrego a mis sueños
Y bajo este espejismo mágico
Me extravío por los campos
.


15 de agosto de 1896
Poeta

Poemas :  Balanço Ritmado
O meu balanço
vem rimando manso.
Por isso não me canso
de rimar...

A minha dor
desabrocha em amor,
e vira uma bruta flor
do além mar...

Minha poesia
não tem filosofia,
só tem fantasia...

O meu poema,
cheio de problema,
culpa o sistema...

Do que posso falar?

A.J. Cardiais
18.09.2011
Poeta

Poemas :  Estudo inverso
Não sei se tudo
que eu faço
que eu acho
e que eu penso,
pode melhorar meu mundo.

Não sei se quando
eu fico mudo,
eu alimento o bom senso.

Não sei se tudo
que eu assisto
que eu insisto
que eu resisto,
pode ser encarado como estudo.

A.J. Cardiais
03.03.2016
Poeta

Poemas :  Oitavo sentido
Nas zonas erógenas
dos meus sentidos,
meus nervos sensitivos
causam-me um clímax irreal...

Às vezes eu entro
num êxtase mental
e tenho sensações emocionais,
casuais
sensuais
e outros “ais”
dos sexuais.

Gozo, em plena madrugada
com o bafo frio do orvalho
em meu corpo...
Gozo, em plena praia,
com os “chuás” das ondas
na areia...

E assim, vou gozando:
emocionalmente
casualmente
sensualmente
e muitas outras mentes
dos sexualmente aptos
a gozarem esta vida.

A.J. Cardiais
26.03.1982
Poeta

Poemas :  Cantador de arrelia
Sou cantador de arrelia,
anarquista do sistema.
Dentro de mim o poema
faz amor com a poesia.

Sou procissão, sou romaria...
Sou uma fé invernada.
Dentro de mim a enxada
capina o chão todo dia.

Sou choro de Ave Maria.
Meu coração é o momento.
Sou o agouro, o lamento
que deságua na poesia.

Dentro da democracia,
mora uma pá de ideias.
Fora vivem as alcateias
morando na mordomia.

Aqui paro a romaria
pois se deixar, varo o mundo.
Eu sou só um vagabundo
que mora na filosofia.

A.J. Cardiais
Poeta

Poemas :  SUEÑOS EN ROJO CARMESI
Una luz carmesí desorientada, 
en un sueño de una noche de verano, 
quizás pueda volar lejos y encontrar el amor, 
te miras en el espejo de tus pesadillas, 
al mirar con los ojos cerrados ves tus malas costumbres. 
 
En mis memorias te veo,
en mis pesadillas te siento,
en mis sueños te ausentas,
en mi vida estas sin decir nada.
 
La manera en que hablas,
en que te mueves,
en lo que sientes,
me atrae sin piedad.
 
Azota mi alma perturbada,
mi fiel cómplice,
hazla pedazos sin misericordia,
solo eso te pido.
 
Solo estoy aquí emborrachándome de dolor, 
en el farol de la playa junto al sol depresivo, 
locamente comienzo a cantar el nombre de alguien, 
que adorable es este mundo de sueños y donde conoceré el tuyo.
 
Erick R. R. Torres 
(Ángel Negro)
 
Poeta

Poemas :  ATARDECER BAJO LA LLUVIA
El suspiro de la lluvia,
caricias del viento,
se siente en tu rostro,
se ve la luna venir.

Un deleite de la noche,
belleza encontrada en las nubes,
contemplar el atardecer, veamos la lluvia juntos.

Un dulce beso,
un cálido abrazo,
el ver el ocaso,
ver como el sol se marcha.

Las horas pasan,
los segundos se van,
bienvenida la noche,
la luna brilla.

Erick R. R. Torres
( Ángel Negro )
Poeta

Poemas :  Temporal
A chuva cai
e molha os versos
que vagam dispersos
pela comunidade.

A chuva cai...
Invade a cidade.
Aí eu sinto saudade
do meu tempo de criança.

A chuva vira temporal
e arrasta tudo de mal
que jogamos pelos cantos.

A chuva arde em prantos,
tirando a felicidade
de quem passava necessidade.

A.J. Cardiais
04.03.2016
Poeta

Poemas :  Catapultando palavras
A minha voz oculta,
faz do poema catapulta,
pra jogar palavras fora.

A ideia que me devora,
quando encontra uma rima,
grita logo: mãos pra cima!
E toma a palavra na tora.

Ser poeta é uma tara
que não é qualquer um que encara,
por não ser um ofício.
Fazer poema é um vício.

A.J. Cardiais
25.04.2016
Poeta

Poemas :  Cultivando observações - 2
Vivo colhendo frutos,
que a sociedade não se importa.
Minha vida é uma horta,
onde cultivo observações.

Sei que isso não dá camisa a ninguém,
nem paga as prestações
no final do mês.

Mas quem se dedica a escrever
o que sente e o que vê,
está procurando muito mais que prazer:
está procurando viver.

A.J. Cardiais
11.04.2016
Poeta