|
|
|
Preciso de calma, de paz na alma, para desfrutar-me...
Preciso de sol, de chuva, de tudo, para ser poesia.
Preciso de livros, letras, liberdade e poetas, para exercitar-me.
Preciso estar só, "sobrioembriagado" com algo, para encantar-me, encontrar-me e existir... Mesmo por segundos.
A.J. Cardiais 15.03.2001
|
Poeta
|
|
|
|
Perdidos são os momentos em que fico sozinho. Sou um peixe fora d'água, uma rosa sem espinho, o canto triste de um passarinho que, numa gaiola, longe do ninho, morre aos poucos, por estar sozinho.
Perdido, no meio de uma multidão, vejo rostos sofridos, frases à toa, corações feridos, mentes que voam...
Enquanto tudo que me atrapalha, contra um muro se estraçalha, o meu amor clama por um beijo em chama, que acenda a fornalha do meu coração.
A.J. Cardiais 16.08.1983
|
Poeta
|
|
|
Este no va a ser un tributo más… En estos nuevos roncos versos, quiero intentar hacer justicia, con la vida, que vino bendiciendo, desde ti, alojando las mieses del amor, la deformidad de la gestación y el indefinible milagro de alumbrar.
No voy a buscar metáforas ni reglas para afirmar cómo tú mamá, eres luz, eres vida, eres ese milagro que ilumina y renace como el alba, como caricia, como soporte esencial de toda la ternura, que siempre consuela y jamás se agota, que siempre estará aquí muy adentro, como guía, como aliento, como sombra…
|
Poeta
|
|
|
|
Que razão nós temos de intitularmo-nos de racionais? Quem nos deu este título, foi o Pai Celestial?
Imbecis, imorais... Querem o ouro, e entregam a vida. Cadê a razão? Nem racional, nem emocional, nem mental, nem espiritual... Vazios!
Ocos de sentimentos nobres, os pobres dos homens, pobres dos pobres, querem ser os reis, os poderosos... Grande poder este: o de autodestruição.
A.J. Cardiais 04.11.2003
|
Poeta
|
|
|
|
Noite vazia... Nenhuma poesia afim de mim.
Eu que reclamava tanto, quando ela invadia o meu recanto, agora me encontro buscando sua companhia.
A.J. Cardiais 10.01.2017
|
Poeta
|
|
|
|
Eu sou seu dono, o seu domador. Você é prisioneira do meu carinho e do meu amor.
Você é minha dona, eu sou o seu domado. sou seu prisioneiro e do seu amor eu sou escravo.
A vida é passageira... Nós temos muito o que aprender. Vivendo nessa brincadeira, você cuida de mim e eu cuido de você.
A.J. Cardiais 09.02.2007
|
Poeta
|
|
|
|
Quando um poema samba em meu peito, samba direito. Sem machucar meu coração, e sem pedir opinião.
Quando demoro muito para acrescentar um verso, e fico ruminando, eu acabo "sambando": perco a inspiração.
Meu poema não requer uma atenção desdobrada. Ele quer seguir a estrada de uma forma qualquer, bem improvisada: como num samba de roda.
A.J. Cardiais 13.11.2016
|
Poeta
|
|
|
|
Agora a minha vida está sendo medida por conta-gotas... Minha ampulheta já está no fim.
O tempo está esgotando para mim... A areia está acabando, e ainda continuo aqui, representando...
Para mim o show já terminou. Mas acontece que o meu Diretor, quer que eu continue no palco... Ele acha que ainda estou agradando.
Então vou improvisando, mas não vejo a hora dessas cortinas se fecharem. Espero que seja um "gran finale".
A.J. Cardiais 15.02.2010
|
Poeta
|
|
|
Envueltos en la travesía de sus fases, como hoy, no siempre coincidimos, en acudir juntos a recibirla… plena, desbordando atracción, luz, pasión, hay que tener también límpido cielo, y todo el tiempo para esta intimidad…
Cada mes olvido fijarme qué día, o más bien qué noche, llegará luna llena, no importa si azul, fresa, roja o con halo, inundando con su encubridora tenue luz, así que bienvenida otra vez sorpresiva, irreverente, como nuestras ansias de amar.
Está llegando a su máximo esplendor… el cielo no tiene rastros de nube intrusa alguna y estás tú… nuestras voces bajaron y el torrente de besos y caricias, no cesará, hasta conjugar con su derrame lunático… las mieles de la ambrosía juntos aunada.
Bienvenido el desvarío único de amarnos, alcanzando también, la plétora señera… de conjugar con ella nuestra vida y sueños.
|
Poeta
|
|
|
|
Sofro tantas dores calado. Sofro por coisa que outros deixariam passar. Mas também eu vivo coisas, que outros nem ousam imaginar.
Não sei se vivo pior, não sei se vivo pior... Só sei que sigo e não ligo para o mundo material.
Sei que sou imortal, apesar das dores e dos sofrimentos.
A.J. Cardiais 12.12.2008
|
Poeta
|
|