Poemas :  Himno a Afrodita
Himno a Afrodita
Safo de Mitilene, también conocida como Safo de Lesbos o simplemente Safo, (en griego, Σαπφώ; en eolio, Ψάπφω) (Mitilene, Lesbos, ca. 650/610-Léucade, 580 a. C.) fue una poetisa griega. Más tarde los comentaristas griegos la incluyeron en la lista de los «nueve poetas líricos». Platón la catalogó como "la décima Musa".
Referencias útiles…

https://es.wikipedia.org/wiki/Safo_de_Mitilene
También
https://www.historiayleyendas.com/biog ... res/Safo_de_Mitilene.html

HIMNO A AFRODITA

Inmortal Afrodita la del trono pintado
la hija de Zeus, tejedora de engaños, te lo ruego:
no a mí, no me sometas a penas ni angustias
el ánimo, diosa.
Pero acude aquí, si alguna vez en otro tiempo,
al escuchar de lejos de mi voz la llamada,
la has atendido y, dejando la áurea morada
paterna, viniste,
tras aprestar tu carro. Te conducían lindos
tus veloces gorriones sobre la tierra oscura.
Batiendo en raudo ritmo sus alas desde el cielo
cruzaron el éter,
y al instante llegaron. Y tú, oh feliz diosa,
mostrando tu sonrisa en el rostro inmortal,
me preguntabas qué de nuevo sufría y a qué
de nuevo te invocaba,
y qué con tanto empeño conseguir deseaba
en mi alocado corazón. ¿A quién, esta vez
voy a atraer, oh querida, a tu amor? ¿Quién ahora,
ay Safo, te agravia?
Pues si ahora te huye, pronto va a perseguirte;
si regalos no aceptaba, ahora va a darlos,
y si no te quería, en seguida va a amarte,
aunque ella resista.
Acúdeme también ahora, y líbrame ya
de mis terribles congojas, cúmpleme que logre
cuanto mi ánimo ansía, y sé en esta guerra
tu misma mi aliada.
Poeta

Poemas :  Encandiladas...(Ultraísta)
ENCANDILADAS
((( Ultraísta )))

Las letras mudas desmembraron al silencio
escondido en las ruinas acongojadas
enmohecido el mar con las espinas
desvestidas aullándole al tranvía
Como el agua embadurna el hambre
en la voz del jabón sin sueño
por el año color de hormiga
en la sinceridad de la ceniza flecha
grisácea en la blancura violácea
de luz agridulce con burbujas

Hoy de ayer vestido el reloj medita
en aquel lamento que decora la cocina
atigradoramente añil al tacto salada

Por las ramas de la sombra tibia
escondiendo al terremoto en un estanque
Con el invierno sereno al mirarse
Un espejo cargando sus recuerdos
Al nogal de los primeros años
Del campo que suspira en la carreta
Como el ave fuma el verdor en la salida
Del aliento suave luciendo granos
donde el trino errante yace
agitando al infinito en una gota
de viento a la deriva otoñal.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez

Referencias útiles son...

https://es.wikipedia.org/wiki/Ultra%C3%ADsmo
https://www.youtube.com/watch?v=kz9wYxGRYE0
Poeta

Poemas :  À minha maneira
À minha maneira
Vou vivendo meu sonho,
dentro da minha realidade.
Não vivo o mesmo tanto
quanto eu sonho, é bem verdade...
Mas é o suficiente para mim.

Eu sou assim, ora essa!
Não tenho pressa,
nem enfrento tempo ruim.
Espero o sol sair,
para eu poder seguir...

O meu tempo está sendo...
Sei que ninguém está vendo.
Mas o que me importa
é minha vida torta,
sem eira nem beira.
Eu sou feliz à minha maneira.

A.J. Cardiais
16.12.2014
imagem: google
Poeta

Poemas :  Minha solidão
Minha solidão
A minha solidão não quer compartilhar
de companhias vazias,
só para encher o lugar...

Minha solidão se incomoda
quando está numa roda
vazia.
Ela sempre tem companhia:

Está com a imaginação,
está com a poesia,
está com meus “invisíveis”,
está com coisas impossíveis
de qualquer um entender...

Minha solidão, quando vem me ver,
vem para conversar comigo...
Quem tem uma solidão compreensiva,
não se sujeita a “amizade” nociva.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  POESIA DE TODO DIA
A POESIA DE TODO DIA

A POESIA DEVE TER ALENTO
NÃO PODE SER SÓ LAMENTO
HÁ DE TER POSICIONAMENTO
SE HÁ TRISTEZA NO ÍNICIO
QUE SE FINDE EM ESPERANÇA

O MUNDO CAREÇE DE PALAVRAS
E AÇÕES QUE SEJAM BELAS.
A SOCIEDADE SE FORMA
E SE MOLDA PELA MAIORIA DELAS

O REALIZAR DE NOSSOS SONHOS
SE INÍCIA NA NOSSA VONTADE.
NÓS SOMOS A PARTIDA
PARA QUALQUER DESTINO

O ‘NOSSO MUNDO’ DEPENDE DE NÓS!
A RÉDEA DO NOSSO FUTURO
TEM QUE ESTAR SOB NOSSA GUARIDA.
SE NÃO ME SINTO BEM E CULPO ALGUÉM
SEREI SEMPRE DEPENDENTE DE OUTREM.

NINGUÉM PODE TER TAL PODER
SÓ SE NÓS O PERMITIRMOS.
ESTA LUTA PODE LEVAR ANOS,
MAS LUTE ARRAIGADAMENTE
ENQUANTO A VAI LEVANDO.

TEMOS QUE TER O COMANDO DA NOSSA VIDA.
MESMO QUE ISTO NOS PAREÇA IMPOSSÍVEL.
SE CAÍRMOS NO CHÃO POR QUALQUER TROPEÇO,
NÃO ESPEREMOS POR SOCORRO E LEVANTEMOS,
ERGAMOS A FRONTE E VAMOS NOVAMENTE AVANTE

IR ATRÁS DE UMA AJUDA  MAL NÃO FAZ,
POIS ESTÁ PARTINDO DE NÓS ESTA DECISÃO,
MAS DEVEMOS SABER DEIXÁ-LA DE LADO
QUANDO SE TORNAR DESNESCESSÁRIA.

A DESCOBERTA DO VERDADEIRO AMOR
E DA ‘VERDADE’ SOBRE TODAS AS COISAS,
INCLUINDO A DA NOSSA VIDA, SÓ CONSEGUE
QUEM NÃO SE CANSAR DE PROCURAR.


'A FELICIDADE PROVÉM DO ÍNTIMO, DAQUILO QUE SENTIMOS DENTRO DE NÓS MESMOS'.- Roselis V. Sass (www.graal.org.br)
Poeta

Poemas :  Por Tu Cauto Modo...(En Castellano Medieval)
POR TU CAUTO MODO
(Castellano Medieval)
.

Atanto me siento de todo bien quito
tengo en el mundo segunt que lo veo
que con grant pobresa non se que me digo
en quien me debia tener abrigado.

Con fambre, con desesperanca, con sed
non sofrieron otros como yo e sofrido.

Cuales nunca fueron dados
nin los passados reyes ya
nunca les dieron tamaños.

Son frias como la nieve, e arden como el fuego.
Pero mas dulce canta, que otra ave mayor.

¡Non se escrevir
que me fase sofrir!.

¡En tormenta tamaña
con deseo vevir!.

¡Que en la salutación, mejor es en la prueba!.

De la buena pimienta es pequeño el grano.
En oro muy poco grand valor e grand precio.
Mételos en amores a omes, aves e bestias.

¡Echar muchos mugrones los amugronadores!.

En la obra de dentro hay tanto de faser
sembrar trigo e cortar las montañas
faze dias pequeños e madrugadas frias.

Danos muy malas tardes, et peores mañanas.
Vengue vuestra locura, ca en poco tovistes
ser libres e sin premia,
reñid, pues lo quisisteis.

Qua cuant grant es el duelo,
e cuant grant pesar.

E antes del tienpo ha de envegecer
mas que las otras vida penada
por cuanto lo tengo de fecho provado.

Que fuese donoso yo nunca vi pobre
Que fues desdonoso tanpoco vi rico.

Ca esto que digo si es razonable
aqueta conprende adonde la estoria
mas es fablada de la probedat.

De los esperantes muy bien rescebido
sin cuento sabido millares de bocas.
Las piedras porque duras quebraban de pesar.
Ca mas son que arenas en riba de la mar.

Del mundo non vemos nada.
Acordatvos de su estoria.
¡Quien más la mira, más cresce su veer!.



Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez.


POST DATA:
Referencias útiles son...

http://www.wikiwand.com/es/Espa%C3%B1ol_medieval
También...
http://www.wikilengua.org/index.php/Castellano_antiguo
Poeta

Poemas :  A BUSCA DA REALIZAÇÃO
A vontade tem que ser eterna na busca
Sem vacilos, nem nuvens de devaneios.
Com coragem desmedida até a medula,
Indo sempre com peito aberto à frente

Se impondo contra as pontas afiadas
que arqueiam sempre ante a intrepidez
e posturas quando firmes da sede de saber.
Saber que só surge de busca incessante.

Não escolhamos lugares nem desvios.
Encaremos cheios de brios os vieses
Espantando qualquer receio ou dúvida
que surgem dos medos e indecisões.

Escancaremos os eventuais vis ardis
Plantados sempre pelas ilusões mil,
Mas avancemos contra estes vazios
Quando persistem em nossos íntimos.
 
Se não formos firmes nas diretrizes
e fortes na determinação da procura
nos perdemos do discernimento claro
que nos levaria a todo esclarecimento.

Levante então ó caro ser desalentado
Reencontre nas entranhas de todo Ser
a força sempre onipresente e te erga
e avançe para um horizonte de realização.

Torna-te forte arrebentando estes grilhões
que te prendem no chão só com ilusões
de esperas de amores que te consomem,
e que no fundo te afastam da realização.

Da realização interior que poderá  nos levar,
e porque não, à uma vida de mãos cheias
de alegrias, felicidades e principalmente
Verdades que nos levariam à um bom fim.


‘A felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis V Sass - www.graal.org.br
Poeta

Poemas :  A VIDA COM GRAÇA
A VIDA COM GRAÇA.

A vida tem graça quando você cultiva bom astral
Toda  vida perde a graça quando você não o tem.

A vida pode não ter graça quando você tem vintém.
A vida pode ter graça mesmo quando você não o tem.

A graça não depende do que você tem!

Você pode ter muito e se sentir um ninguém.
Você pode ter pouco e sentir-se muito alguém.

Você pode ser cego e enxergar o infinito.
Você pode ter lindos olhos e nada a ser visto

Você pode ter olhos e não conhecer o que é turvo.
Você pode ver tudo claro mesmo estando nublado.

Você pode ver no mato só flores em imensidão.
Você pode ver no jardim só o mato que se interpõe.

Ilumine o teu eu interior até a exaustão,
o teu intimo, o teu coração, a tua visão

E o teu mundo vai brilhar independente de carrão,
Independente de milhão.

‘A felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis Von Sass (graal.org.br)
Poeta

Poemas :  Refugio
REFUGIO
Autor: Salvatore Quasimodo
Italia 1901-1968.


Poeta y ensayista. Estudió literatura, griego y latín.
A partir de 1932 obtuvo su primer éxito con la publicación de "Oboe sumergido".
En Milán asumió la Cátedra de Literatura Italiana en el Conservatorio Giuseppe Verdi.
"La dulce colina", "Las horas", "Toma y da", "Discursos sobre la poesía", "Las cartas de amor" y "El poeta y el político", son algunos títulos importantes de su obra. Tradujo, entre otros, a Catulo, Virgilio, Shakespeare, Arghezi, Cummings, Aiken.
Obtuvo el título Honoris Causa por las Universidades de Messina y Harvard, y el Premio Nobel de Literatura en 1959.
Ésta es versión de… Carlos López Narváez.


Referencias útiles son…
https://es.wikipedia.org/wiki/Salvatore_Quasimodo
https://www.youtube.com/watch?v=EhPCU7Lvagc

Refugio

Al borde del tajo
se retuerce un pino
suspenso: curvado
cual una ballesta,
parece escrutar el abismo.

Las aves nocturnas
lo tienen de asilo;
y en horas profundas,
alas que se abaten
conturban el aire dormido.

Corazón en sombra:
suspenso tu nido
de una voz remota,
te pasas lo noche en atisbo.
Poeta

Poemas :  Si puedes... (Experimental Posvanguardista)
Si puedes...
(Postvanguardista)


Recuerda
Almohadado, corre después si quieres,
la desazón no puedo doblar en la esquina.
Los piscívoros enrojecerían como encrudecen,
para ocultarse antes del amanecer ligeros.

Me has dicho como exhalan holgados.
Mis exangües alaridos por ahilar,
en el campo despierto, y la ciudad dormida,
con el sabor espiriforme, y fétido solícito.

En nuestra piel nevosa reflorece la sequía.
En mis huesos destejen cereza cada noche,
los escuálidos satélites, zurciendo montículos.
El sol aunque amarillare, tarde enverdece.

Me olvidarás cuidadosamente almendrado,
por encima del ocaso disociado.
Me olvidarás adormeciendo la voz
escondida en la semilla ennegrecida.

¡Mírate!. Desnudo al embarbecer angelado,
aquéllo que azularía urgido de platear.
Pregúntate si quieres, entenebrecer dulce,
al ácido trajeado, más allá del quizá.

Reconsidera, si volarás desentumeciendo,
las alas deshonrosas al rojear.
Por el espéculo enmielado, célibe cíclope,
pendiente sin falta, del prismático ridículo.

He buscado defender al tiempo entristecido,
por colocarlo en inhóspitos atardeceres,
sin escucharlo, ni acariciar el sueño,
pródigo en flautas fulgurantes.

Escucha como sucedió el rodaje,
cuando el murmullo escapó por la ventana,
nadie preparaba las dudas suplantándolas,
y no tenía exactamente, un olor fresco.

Descansa, nada importa al sol el día,
aún si reverdeciere, después de amarillado,
y nosotros manufacturaremos focas,
multando a las cenizas con espuma.

De nada sirve al miedo endentecer,
al ovejero, con subterfugios belicosos,
de los insomnios al correr acojinados,
cuando a lo lejos pase poco.

Hoy me encuentro en la soledad,
inexplorada, por tus preguntas al olivo,
colorido de las letras, usando collares,
en la vergüenza demasiado pronto.

Recuerda, recuerda, recuerda,
si quieres, cuando puedas olvidarte,
del agua humedecida a cada instante,
tan lentamente, hecha hollín con seda.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez

POST DATA:
Referencia útil

www.lifeder.com/postvanguardismo/
Poeta