|
|
|
Eu quero muito a paz... Mas a paz sem um amor, é monótona. Só que o amor, algumas vezes, nos tira a alegria.
Fica um desconforto, a paz sem um amor... A gente olha pra tudo, e não vê vida.
Já não quero muito a paz. Agora eu quero mais é o amor.
Com toda turbulência que ele possa vir, eu quero amar, pra viver e sentir que a paz, é o amor verdadeiro que traz.
A.J. Cardiais
|
Poeta
|
|
|
|
A DÁDIVA DA VIDA
Do mar tomou a cor Da beleza infinda tirou o azul Na profundeza guardou No escuro selou o mistério
Como no infindo da noite Onde pairam as estrelas Onde todo ermo tem seres Onde todo escuro pulsa
E todo claro transforma Onde toda chama inflama O sangue que nos aquece E o som que nos chama
Para o êxtase celeste Pois da vida nasce o belo O belo que nos acalma A ternura que nos transforma
O calor que fortalece A chuva que nos refresca O vendaval que se interpõe Os trovões que nos escondem
Dos clarões que extasiam Do silêncio que faz a espera Dos pássaros que se calam do rio que não para
Do frio que nos encolhe do amanhecer que nos renasce do anoitecer que nos recolhe da paz que nos preenche
Do Amanhã que é a promessa Do ontem que é a planta E do hoje que é só semente E desta soma tudo urdindo O tapete que é só nosso
"A pessoa que se alegra com cada flor do campo, que agradecida volve por isso o seu olhar para o céu, se encontra muito mais elevada perante Deus, do que uma pessoa que pode dissecá-la cientificamente, sem reconhecer aí a grandeza do seu Criador." Abdruschin em Na Luz da Verdade - graal.org.br
|
Poeta
|
|
|
EN PAZ DESCANSE )))(Ciberpoesía)((( ≤≤≤≤≤≤goian bego≥≥≥≥≥≥ Mortuus est for(j=0;j<5;j++) { sumc=sumc+n[j][i]; sum=sumc; } sumc=0; …..Y nada pasa….. public String getTxtClaro() { return txtClaro; } Nada SIN zaPATOS /:::|____|::: ::: ::/ / 0x6e0x610x640x61 )))NadA nADa((( 0x6e0x610x640x61 Es tan natural tan hábil tan suave. ::: /:::/ / ::: /:::/ / ::: ::: Habla con el retrato y sonríe al lápiz cout<<"t"<<"_________"<<b<<"__________\"<<e Vuelve y desenvuelve al regalo grácil cout<<"t"<<"_\"<<endl; cout<<"t"<<"___\"<<endl; Y TODO tan natural y DIGITAL dG9kbyB0YW4gbmF0dXJhbA== ¡¡¡ Ni duda el dedo !!! bmkgZHVkYSBlbCBkZWRv En tanto la fuente salte……………… if find(u) != find(v): # A = A union (u,v) …………. y no muerda /ʃʧ/ /ʃʧ/ /ʃʧ/ /ʃʧ/ /ʃʧ/ /ʃʧ/ ////al polvo seco\\ ZGVsIGVjbw==…del eco…ZGVsIGVjbw==… Ecooo Ecoo Eco Como mueren las mañanas y no tardan ¿¿¿¡¡¡!!!??? 26; String add = Character.toString(temp.charAt(index)); Como viven las noches y no descansan ¡Oh! Espíritu mío… “QDCLYDYUEQFVGWCXKDBAFXDWMII” this.clave = new Matrix(3, 3); this.txtCifrado = ""; this.txtClaro = ""; Como VIVE cada CUAL su EXISTENCIA All rights belong to its author. It was published on e-Stories.org by demand of Joel Fortunato Reyes Pérez. Published on e-Stories.org on 29.08.2018.
Información útil es... https://es.wikipedia.org/wiki/Ciberpoes%C3%ADa http://ciberestetica.blogspot.com/2013/05/ciberpoesia.html
|
Poeta
|
|
|
DA TRISTEZA PARA A ALEGRIA
Falar de tristeza Não a desfaz, Só a alimenta Trazendo mais tristeza. E o leme que muda o nosso destino Só por nós pode ser invertido.
É egoísmo e inútil esperar que as pessoas ou o mundo mudem para sermos felizes. Além de ser impossível.
Então agarremos com mãos firmes as rédeas da nossa vida. A forma de nós a levarmos é que ditará o resultado.
Se o nosso timão continuar Sempre na mesma direção, Os nossos erros, tristezas, Mágoas e desilusões, Só irão eternamente se manter.
Como se faziam com as galés Limpemos os nossos porões. Em ambientes não saudáveis Não germina um novo grão
Mesmo com tristeza e solidão Force falar em alegria. Não espalhe ao redor Esta erva daninha.
Vai ser duro e forçado de inicio, Mas tem que ser mantido a ferro e fogo Se for preciso.
E quando no nosso peito a tristeza for secando, Veremos que o mundo Vai tendo um Novo encanto.
Nova Luz vai surgir ao longe no nosso horizonte E Vamos querer mais se aproximar.
E no fortalecimento da caminhada, O mundo ao nosso redor, vai se tornando melhor.
O amor vai surgir, Amizades vão florescer E o nosso íntimo se firmando Só paz e alegria iremos colher.
Isto vale para qualquer sentimento nutrido, quando de índole negativa só leva à desarmonia e infelicidade.
Quando positivo, que bom, nossa vida já está num bom caminho.
‘A felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis V Sass (www.graal.org.br)
|
Poeta
|
|
|
|
Não olhe a vida só pelo prisma financeiro, que Ela pode lhe mostrar um monte de dinheiro...
Mas para você ganhar, você terá que se sacrificar. Será que valerá a pena tanto sacrifício?
Valerá a pena você dedicar toda sua vida; fazer todo este exercício, achando que só terá benefício?
A vida material não é uma só... E cada uma tem o seu valor para a verdadeira vida: a espiritual.
Então só saberemos o que ganhamos ou o que perdemos, quando chegarmos ao lado espiritual.
A.J. Cardiais 28.09.2009 imagem google
|
Poeta
|
|
|
|
MUSICAIS ADORMECIDOS
Acordemos os acordes Dos musicais adormecidos E que as conversas sejam Intercaladas de silêncios
Silêncios que são sons puros. Sons ‘invisíveis’ e límpidos. Silenciemos o nosso íntimo. Ousemos inverter o ver
Depuremos os tempos para verter novos destinos Freiemos os ritmos entorpecidos Que só vão dar em abismos.
Checar interesses e fins Repensar noções que tragam mais razão. Caminhar! Claro que vamos, Não só navegar é preciso.
Não sejamos os primeiros Com as mãos e os corações vazios Sejamos os últimos nesta via, tranquilos, indo para outros destinos
Mudando a chave no nosso intimo Não tão acompanhados no inicio A estrada é nova e pouca usada Mas os corações estarão cheios de esperanças.
Haverá uns e alguns outros Que olharão aí para trás E alguns vão querer mudar também. E novo tempo pode surgir E novo sol pode brilhar
'A felicidade provém do nosso intimo, daquilo que sentimos dentro de nós mesmos' Roselis V. Sass (graal.org.br)
|
Poeta
|
|
|
|
Esta palavra, a mim veio: devaneio. Então entrei no meio, e deixei-me levar...
Eu só queria ver ate onde iria aquela euforia.
Feito um louco, tratei de me desligar de tudo... (Se é que louco está ligado a alguma coisa)
Fico parado... Fico mudo... Palavras me rondam, pedindo asilo..
Não, não sou nenhum consulado. Sou só um poeta, coitado, que inventou de escrever...
Vou fazer o quê? A minha mente é pouca e as palavras muitas.
Não sei pra que eu fui cometer essa loucura, de me dar tanta "abertura"...
Vou me fechar pra balanço.
A.J. Cardiais 07.04.2009 imagem: google
|
Poeta
|
|
|
EL VERBO SER
Conozco la desesperación a grandes rasgos. La desesperación no tiene alas, no se halla necesariamente en una mesa servida en una terraza, en el atardecer, al borde del mar. Es la desesperación y no el regreso de una cantidad de hechos sin importancia como las semillas al caer la noche dejan un surco por otro. No es el musgo sobre una roca o el vaso para beber. Es un barco acribillado por la nieve si queréis, como los pájaros que caen y su sangre no tiene el más mínimo espesor. Conozco la desesperación a grandes rasgos. Una forma muy pequeña delimitada por joyas capilares. Es la desesperación. Un collar de perlas para el cual uno no sabría encontrar un broche y cuya existencia ni se sostiene en un hilo, tal la desesperación. Del resto no hablemos. No hemos terminado de desesperarnos si comenzáramos. Yo, me desespero por la pantalla a las cuatro, me desespero por el abanico a medianoche, me desespero por el cigarrillo de los condenados. Conozco la desesperación a grandes rasgos. La desesperación no tiene corazón, la mano queda siempre en la desesperación sin fuerza, en la desesperación cuyos hielos no nos dicen jamás si murió. Vivo de esta desesperación que me encanta. Amo esta mosca azul que vuela en el cielo a la hora que musitan las estrellas. A grandes rasgos conozco la desesperación, de vastos asombros menudos, la desesperación de la altivez, la desesperación de la cólera. Me levanto cada día como todo el mundo y descanso los brazos sobre un papel floreado, no me acuerdo de nada y siempre es con desesperación como descubro los hermosos árboles desarraigados de la noche. El aire de la habitación es bello como palillos de tambor. Hace un tiempo increíble. Conozco la desesperación a grandes rasgos. Es como el viento de la cortina que me asiste. ¡Se conoce semejante desesperación! ¡Fuego! Oh van a venir de nuevo... ¡Socorro! Helos aquí cayendo por la escalera... Y los anuncios del periódico y los avisos luminosos a lo largo del canal. ¡Montón de arena, vete, especie de montón de arena! En sus grandes rasgos la desesperación no tiene importancia. Es un hacinamiento de árboles que una vez más van a hacer una foresta, es un hacinamiento de estrellas que una vez más van a hacer un día de menos, es un hacinamiento de días que una vez más va a hacer mi vida.
|
Poeta
|
|
|
|
Tardó en volver Cuando vino Estaba muerto De haberlo sabido Me hubiese quedado En su pecho enlazado Escuchándo, comprendiendo lo Valiente debía de haber sido Aprendida la lección Todavía estoy a tiempo Pues aún , no estoy frío Aunque si viejo Pero quiero cuidar de mis nietos Dejarles un dulce recuerdo Una sonrisa que borre su entrecejo Devolviendo la esperanza a los muertos
Derechos reservados 07/11/2018
Dikia
|
Poeta
|
|
|
|
O que é "vencer na vida"? É desmatar a floresta da imaginação e plantar um "pé de cifrão"?
Muita gente leva a vida em vão... Só existem bens materiais na sua visão.
Se olha para o lado, nunca enxerga um irmão: enxerga um competidor...
Achando que todos estão aqui, só para competir...
Essa gente precisa descobrir, que o verdadeiro sentido da vida é o AMOR...
Este sim, quem O acha é um VENCEDOR.
A.J. Cardiais 28.08.2009 imagem: google
|
Poeta
|
|