Poemas :  AROMA INVERNAL
El verdor del aroma se percibe.
Una niebla densa y fría
cubre nuestras montañas.
la nieve en estas latitudes
imposible engalanar la cúspide
selvática de nogales.

Un manto embellece sus laderas
con la blancura del agua
vespertina de un ocaso día.
Es la niebla del invierno
aromatizando una noche fría.

Un nuevo amanecer nos saluda
con la calidez de un sol mañanero,
que trata de entrar por las nubes
y calentar nuestro lecho.

Sergio Antonio
nov27/2018
Poeta

Poemas :  QUALQUER DIA UMA NOVA VIDA
QUALQUER DIA UMA NOVA VIDA

Canto os versos que nunca ousei
Digo as palavras que sempre calei
Faço os atos quistos que nunca fiz
Rio sem rubor dos passados micos

Lamento os sorrisos não dados
Lastimo os momentos não tidos
Agradeço os muitos partilhados
Coloco na mesa o todo guardado

Trago à tona todo o esquecido
Festejo as vitórias que só eu sei
E nomeio todos os insucessos
Compartilho todos os segredos

Liberto a alma de todos os medos
Abro e arejo a plenos pulmões
Solto todos os fantasmas escondidos
E recebo todos os meus detratores

E no banco da praça de alma limpa
Esqueço todas as ironias sofridas
Dou a palavra a todos os desafetos
E não esperando clemência perdoou

Dou chances a todos os ânimos
Aceito em paz todas as iras vãs
E depois que tudo tiver passado
Terei ofertado todas as guaridas

Vou ao sono de que a tudo perdoei
E de quem de tudo já pedi perdão
E no procurar um acordar mais cedo
Dou uma olhada ao céu agradecido
E por si só já iniciei melhor caminho

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
Poeta

Poemas :  TE EXTRAÑO
TE EXTRAÑO

Te extraño....
Desde la soledad del corazón
desde la soledad de mis pensamientos.

como te extraño.....
la vida es esa,
pasa y pasa,
extrañamos, recordamos, olvidamos.
Cuando olvidamos,
somos efímeros como el viento.

Regresan los recuerdos,
que embellecen, que florecen,
tocando ese oasis del corazón.
El jardín vuelve a florecer,
de hermosos momentos, de hermosos poemas
que nacieron alrededor de un querer.

como te extraño...
Saber que la distancia no es una barrera.
El orgullo ha puesto un océano de intermedio,
difícil de navegar en esas aguas turbulentas,
de tempestades indómitas y no pasajeras.

como te extraño....
Aunque pase el tiempo,
te sigo amando

Sergio Antonio
Nov 26/2018
Poeta

Poemas :  Tempestade de sonhos
Existe uma tempestade
se formando dentro de mim...
Meus sonhos estão
fazendo um motim.

Sonhos que eu só usei,
mas deixei que permanecessem nos sonhos,
hoje me causam pesadelos medonhos
porque não os concretizei.

Sonhos que eu criei,
porém não me preocupei
em torná-los reais.
Deixei-os ao abandono...

Hoje eles se transformaram
em pesadelos,
pois não tenho como contê-los...
Meus sonhos estão me cobrando,
por ter usado e abusado deles.

A.J. Cardiais
04.11.2010
Poeta

Poemas :  O QUE EU NÃO POSSO QUERER
Não quero ficar só aqui.
também quero ir por ai
não quero ver rio encher
Só quero vê-lo escorrer

Não ver o sol morrendo
O kilimanjaro derretendo
Nem os Alpes sumindo
E os animais se extinguindo

Não ver faltas d'águas
Nem crimes sobrando
Nem que falte justiça
Nem ver árvore secando

Ver passarinho sem comer
Muitos animais na cidade
Os quero ver na natureza
Não quero mais carro do ano
Quero na trilha ir caminhando

Ver adulto sorrir sem malícia
Nem ter que me arrepender
Vou procurar estar no certo
E de alegrias poder dividir

Não posso me esquecer
Só quero me lembrar
Que quero mais viver
E também me apaziguar

Nunca mais o maldizer
Quero só o bem falar
Quero o que não foi dito
Mas que seja bem dito

Devo sempre agradecer
Não tendo mais atrito
Até quero me isolar
Mas um pouco conviver

Sentir o calor solar
Sem sombras deslumbrar
Não quero só noite escura
Quero também a luz da lua

Não posso ter alguma paz
Se no amor não a construí
Não quero ter por perto
Que não me faça feliz

Quero muito conversar
Se ver o brilho no olhar
Não importa ter um meio
Se não tiver para onde ir

Não quero um três quartos
Se não viver uns dois terços
Não quero ser um injusto
Pois quero sono com sonhos

Só quero o que eu posso
E nada mais do que isso
Não quero luz neon
Me basta os vagalumes

Sempre falar com o jardineiro
Não só com o empreiteiro
Não quero amigos letrados
Que não tenham a alma simples

Quero amigos sérios
Mas que saibam sorrir
Da caretice a distância
E o rir das inconstâncias

Quero que neste mundo
Não prevaleça desalentos
Que mantenhamos a esperança
Pois novo mundo está por vir

"A joia brilha na mão calosa, suja de suor e de terra, de modo muito mais puro, mais intenso, do que nos dedos bem tratados de um ocioso, que passa seu tempo terreno apenas em contemplações." Abdruschin em Na Luz da Verdade - graal.org.br
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Poeta

Poemas :  AÑAGAZA... (Experimental Latín-español)
AÑAGAZA
(Experimental Latín-español)

I…CITIUS VENIT PERICULUM CUM CONTEMNITUR
Las pestañas de seda marmórea tapizando,
donde queda preso el sueño pequeño,
cuando la razón injurian lúbricas pasiones
¡Pendientes lágrimas brillarán después!.
En roja lumbre tempestad obscura fruto.

II…CITO FIT QUOD DII VOLUNT
Yerra desvelos inútil la envidia torpe,
al celeste pavimento el rápido momento.
Rosas y claveles de insólita hermosura,
el viejo pergamino es herido torbellino.
¡Jamás es terrenal la silueta exagerada!.

III…CAUSA PATROCINIO NON BONA PEIOR ERIT
En sangre crepuscular y rebeldía sensual,
por bien pequeño ignora el grande. ¡Ahora!.
En un florecimiento después violento. ¡Expira!.
En la inquietud callada versos de cristal,
con llanto arcano despedaza el alma.

IV…NIHIL DUBITAT QUEM NULLA SCIENTIA DICTAT
El tiempo en su férrea mano corre,
con fiebres delirantes la tarde desolada.
En su última hora el siglo soberano,
oculto insiste al fuego eterno atar.
Con la voz de turbias balas. ¡Sin dudar!.

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POST DATA:
I.- Mas pronto llega el peligro cuando se lo desprecia.
II.- Las cosas van de prisa cuando los dioses quieren.
III.- La causa mala se deteriora aún más si se intenta defenderla.
IV.- Nada duda el que nada sabe.
Poeta

Poemas :  NÃO PENSE NÃO FALE NÃO DIGA...
NÃO PENSE NÃO FALE NÃO DIGA...

Não pense não fale não diga não retruque. Silencie.
Não se iluda repense não se apoquente. Vá em frente.
Se chover não faça chuva use proteção e siga com o pé no chão.

Se cansar não fique não chore sorria que o amor vem e alivia.
Não cisme não se altere mantenha a calma que alimenta a alma
Não magoe não se magoe se perdoe, mas não mais se aproxime.
Não se arrisque não se aventure analise pense bem é o teu futuro.
Não force não torça não sofra não se reprima.

Se arrependa, mas vá em frente que tudo se arruma
Siga mantenha os passos não se desvie
Caminhe forte e curta o céu que está acima.
Mantenha a luta labute mantenha-se firme
Se empenhe se assuma peito aberto sem medo
Não medre ore que a alma se acalma.

Não pese tenha calma seja leve flutue e se anuvie
Se ventar respire fundo encha o peito e sorria
Solte os males apague as marcas e as rusgas
Se der sol se anime se ilumine vá e caminhe
Se escurecer largue tudo não se queixe
Vá dormir vá sonhar que tudo se apruma

Se sofrer não se rebele se redobre se contorça
Mas vire a mesa que a vida é para ser vivida
Se arrume não importa o tempo mantenha o leme
Não se perca, pois tudo passa e tudo se vence
E no final agradeça, pois o que fica é uma nova semente
Para um novo porvir que trará alento a caminho do infinito
A caminho da alegria pois com amor tudo será vencido

'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
Poeta

Poemas :  Fontes de inspiração
Fontes de inspiração
Só faço um poema
para um dia que nasce,
quando em sua face
vem trazendo algum tema.

Só faço poemas
para uma canção
se mexer em meu coração
misturando os fonemas.

Porém faço poemas
quando estou indignado...
Aproveito-me, desse modo,
para soltar os problemas.

Também faço poemas
quando estou amando...
Então fico viajando
por outros sistemas.

A.J. Cardiais
imagem: google
Poeta

Poemas :  A VIDA
A VIDA

De onde vim sou conhecedor
Como estou sei que melhor
Caminho a trilha escolhida
Sigo a sina estabelecida
Desvenciliando os nós
Do tempo da minha vida
Que da soma sou resultado

Do relógio sou o segundo
Da vida sou o dia
Do minuto sou a hora
Da hora sou o mês
No tic sou só ponteiro
No tac sou o ano
No calendário sou a data
Na vida o decênio
E o calendário vai e vem
Para muitos ele fica
para outros se mantém

Quero no final
A luz do Saber
Sendo mestre no ouvir
Feliz no sorrir
E ter no peito a criança
Que todo mal conheceu...
...que toda velhice sentiu
Mas que das vivências optou
pelas da alegria a infantilidade
e pelas da eternidade o amor

“As palavras que formais, as frases, moldam vosso destino exterior sobre a Terra. São como sementeiras num jardim que cultivais em redor de vós, pois cada palavra humana pertence ao mais vivo que vós podeis fazer em vosso favor nesta Criação.” Abdruschin, Na Luz da Verdade, graal.org.br
Poeta

Poemas :  Vacuidad Ostentosa... (Neodadaísta)
VACUIDAD OSTENTOSA
(Neodadaísta)

Salvaje, el humo, ha dejado de ser…
¡Violeta doble, tijera retorcida!.
Dada paralizadora y purgado purgatorio.
Y camioneta de palabras, periódicos, fieles,
pecados preventivos, ósculos y agujas lilas.


Aunque por fuera, segura la bolsa, vaya.
Y los dientes dientes, de desechos deshechos.
No tengan la edad del verdadero género.
Con laxantes para grillos gordos y lunares.
Con los mangos desvelados desventrados.
Con el tiempo masticado y seco, saco malo.


Por extraño que parezca, y una foca incube
focos, pisando aplausos, cultivando clavos…
Por ahí donde nacieron, las enfurecidas sillas.
¡Es inútil tratar de explicarles!. El software a mandriles.
Y la única característica está en huelga. Encubierta.
El primer absurdo es vinagre negro. Nulo, nugatorio.
Con la rueda ruda y rauda oruga. Obcecada oblicuidad.


Vaya, balla, bella, vaina. Nulo numen nubloso.
Para lavar la falda. El cosmos falta, y salta y al mar
encierra en píldoras, con el ropero, conocido literato,
nato, elástico, espiral, deferente, solvente, inútil.
Nuez, con su polémica carrera trigo, avena y paja.
Ejemplo son, esos extremos, del exterminio sano.


¡Ésos no, no, no hechos ladrillos!
¡Hechos perrillos, ésos sí, sí, sí!.
Niégalo nube y ahórcalo presto.
Porque infecto, infausto infesta.
Donde el plagio es plaga honesta.
¡Oh, marmota!. La historia sigue usada.
Con las viejas, vigas, vagas, salpicando al pulpo.
¡Desmontando acongojados cuadros blandos!.


Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez


Información útil es...
https://es.wikipedia.org/wiki/Dada%C3%ADsmo
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