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La ausencia navegando con la bruma vertida en agonía va dejando la tristeza disuelta entre la espuma, como la nieve blanca ha ido aguando.
Quebradizo oleaje que se esfuma al bañar las orillas alojando esa brisa calada que perfuma, soledad en el alma está arrojando.
Convertido en pedazos de amargura en el mar veo morir la ilusión, y el viento trae aroma pesaroso.
Esa arena mojada configura los pasos enseñando confusión, nos demuestra el camino doloroso.
Julio Medina 6 de marzo del 2012
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Poeta
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PLUMA
Pluma que te deslizas, en el papel de mil colores, que te abrazas a mis dedos, llevándolos con el vaivén travieso, enamorado del mar y de sus olas, con el suave cantico de las flores, y el mágico fulgor de los albores, no castigues y humilles mis deseos, pluma que te fundes etérea en un beso, cuando cantan las cigarras y mi mano guías, escribiéndole al ser humano, para decirle, que se acepte intrincado o inequívoco, menesteroso o rico, fuerte o débil, que sepa respetarse, para que pueda respetar, haciendo amigos, y no enemigos, pluma compañera y amiga silenciosa, con el clásico aroma de la tinta, cómplice del alma, e ilusiones mías, aliada de las letras y la retórica, que ayudas a refrescar mi mente, que en ocasiones se encuentra triste o enmarañada, dándole paz, y liberación a mis ideas y sueños.
Mónica Lourdes Avilés Sánchez. Derechos Reservados.
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Poeta
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Nem sempre escrevo tudo que penso. Mas sempre penso tudo que escrevo.
Alguém já disse isto? Ah, isso é tão bobo, que já devem ter dito. Então vou deixar escrito.
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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[img width=800]http://anibal-manuel.16mb.com/wp-content/uploads/2013/02/Un-cierto-día.png[/img]
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Poeta
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DESTEMIDO
No passo que se mostra resoluto, O amor vai destemido, o tempo todo. O quanto que desejo e tanto luto Afasta do caminho qualquer lodo. Vencendo com carinho o vento bruto, Mostrando em mansidão, seu jeito e modo.
Das horas doloridas, solidão, Amor traz a festança prometida. No fogo que nos queima, uma paixão, A dor já vai embora, distraída. O tempo prometendo viração Mudando num segundo a nossa vida.
Assim, um passageiro deste sonho, Encontra o seu futuro, mais risonho...
MARCOS LOURES
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Poeta
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TANTOS CAMINHOS
Amor tantos caminhos, já desvenda, Certeza de um momento mais sublime, Abrindo o coração, rasgando a venda No quanto farto bem assim se estime. No peito enamorado esta comenda De fartas emoções, tanto suprime.
Eu quero estar contigo, dia-a-dia, Cevando o que virá – raro tesouro, Forjando alvorecer em alegria, Nos braços de quem quero, ancoradouro, Que seja nosso amor, o que dizia O sonho mais feliz e duradouro.
Colhendo mil estrelas no caminho, Jamais eu andarei ledo e sozinho...
MARCOS LOURES
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Poeta
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A minha alma entra na escrita e grita: Ei, A.J., calma!
Tenha paciência... Pra que esta insistência em querer me libertar? Vamos devagar...
Se estou sofrendo, é porque estou devendo... Então deixe-me pagar.
A vida é assim mesmo: aí você come torresmo, e aqui come caviar.
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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UN SUEÑO
Un sueño que se haciendo realidad Transcienda y nos permita caminadas Diversas por las sublimes alboradas Hasta que exista en paz, tranquilidad.
Adonde se encontrar una verdad Las dichas de tal forma están moldadas, Trasciendo en alegrías las estradas Rumbando al cuanto sea claridad,
Falena enamorada, veo en ti Lo cuanto de esperanza conocí, Sabiendo ser así, maravilloso,
Amar es un boceo en infinito, El más diverso encanto, ora bonito, Al mismo tiempo atroz y peligroso…
MARCOS LOURES
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Poeta
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NOS TEUS BRAÇOS
Procura nos teus braços descansar, O velho navegante sem destino. Depois de ter vencido o vasto mar, Voltando novamente a ser menino, Encontra a maravilha a se mostrar, Num porto delicado e feminino.
Recebo então notícias do que espero, A nossa primavera interminável. Do quanto que já tive e mais eu quero Nos braços desse amor imaginável. Sentindo o teu calor, doce tempero Do tempo que se mostra inesgotável.
No vento que balança este coqueiro, Amor da minha vida, o derradeiro...
MARCOS LOURES
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Poeta
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CANSADO DE BUSCAR
Eu falo dos amores como quem Viveu tal esperança a vida inteira, Cansado de buscar, não ter ninguém, Apodreceu inerte esta roseira
Que um dia imaginei toda florida, Perfumes invadindo a minha casa, Assim também passei a minha vida, Um pássaro podado e já sem asa
Cativo deste sonho, liberdade, Amanhecendo só, bebendo o sol, Imaginando plena claridade Servindo – quem me- dera, de farol...
E trago no meu peito, a amarga treva, Lá fora, eternamente sempre neva...
MARCOS LOURES
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Poeta
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