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"el ser humano puede comprar y adquirir objetos," pero nunca Compro el amor y la amistad, porque ¡ esa propiedad viene del corazón, alma de d!
"inspiración de la frase de: — Antoine de Saint-Exupéry."
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Poeta
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Poeta
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Retalhos sem coerência para ler e criticar, elogio e critica são inseparáveis. Ambos são essenciais para obrigar à reflexão. E aprendo muito vejo os meus erros e agradeço. Não mudarei a minha maneira de escrever nem como penso. Nem tentarei ser mais ou menos aceite. Mesmo em estado inerte perante o inevitável, impotente para poder ajudar quem precisa, seja de saúde, monetário ou somente fingir que sou incólume ao sofrimento alheio, nunca me entenderiam. Pois não choro, nem mostro o tremendo tormento que vivo em certos momentos. Por algum tempo, escrevi muito pouco. Paralisei a vontade de desabafar. Com muito custo, mas consegui. Os outros nada podem fazer e não valia a pena pois cada um tem os seus momentos tristes, aflitivos ou calmos. Obrigatoriamente tenho o dever de não importunar a quem longe nem se lembra quase de mim. Sou uma mais entre milhões, sou eu e somente eu. Todo o resto é momentâneo. O duradouro já era, hoje não existe. O sorriso que antes nos ofereciam como sinal de amizade e carinho, hoje, não é acompanhado pelo olhar. Este é frio indiferente e vazio. O que diz a boca, não sente o coração. Entendo e não me ofendo. Entristece um pouco, mas é o que há. Alguém será diferente e sei-o bem. Mas, sinto que não devo nem quero ser criticada por lamentar-me, pois para muitos não tenho o direito de o fazer. Amores que partiram, braços amigos, olhares leais, amizades sinceras, corações feitos de sentimentos, nunca mais os terei. Somente no pensamento, nas recordações que me ajudam na solidão que me acompanha sempre, Devo ser muito complicada, para que poucos me entendam e saibam como sou. Insignificância numa vida incompleta, sou o nada que quis ser alguém, amada querida desejada e precisa como companhia. Não pôde ser assim, assim seja por vontade de Deus. Agradeço na mesma o ter vivido e ter tido momentos quase felizes. Porto, 28 e Abril de 2017 Carminha Nieves
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Há muito que não ouvia as musicas que tenho no computador, antigas. De tempos idos. Sem dar conta, no meio da sala, olhando a cidade ao longe, vendo o azul do céu manchado de nuvens soltas cinzentas claras, o meu corpo começou a dançar como embalada no berço da lembrança e de olhos húmidos, realista vi como tudo ficou no passado. Soluço profundo e silencioso apertou o meu peito. Mãos pequeninas e rechonchudas, batendo nas teclas e segurando o rato do computador ajudou-me a gravar, sem saber que no meu futuro era quase tudo o que me restava. Mesmo mal gravadas, são especiais únicas, são o que fui, o que era, uma vida dentro delas. A minha. Como corda grossa entrelaçada mil fios, de tudo, se entrelaçam. Vivo de recordações na solidão silenciosa do que nunca voltará. Dançado suavemente, como magia estive no salão nobre da piscina de Espinho, na estalagem Zende, em Ofir no salão do hotel. Na foz no Belo Horizonte, em Águeda os bombeiros no baile de gala de uma queima das fitas, onde me senti a Sissi, com o vestido comprido branco com flores rosas a debruar os folhos leves da saia. No club portuense, em muitos mais sítios. Leve e carregando a mala do meu passado, pesada, mas impossível de a deixar, continuei a dançar sempre a olhar a cidade, as nuvens com o azul do céu por cima delas e queria voltar atrás. Nem me lembro do mal do sofrimento, dos momentos e dias tristes só do que me fez feliz. Tenho pena, muita de o tempo ter passado, de nunca mais ser eu. Hoje um esboço mal feito, num quadro, sem moldura, esquecida num canto qualquer por tanta gente, sobrevivo, na solidão do meu presente, quase sem futuro. Haverá céus azuis, nuvens pequenas cinzentas claras, mas não as verei, nem ouvirei a minha musica tão velhinha quase como eu. Ouvindo o Roberto Carlos a cantar o belíssimo poema das baleias, fui uma delas. Não queria ser como sou. Seria melhor não ter esta maneira de ser, gostava de ter uma couraça onde guardaria a realidade e este querer de ser realista. Até onde vou? Neste caminhar sem retorno. Amo a vida, ter o pouco que tenho, ouvir as vozes de quem tanto amo. Saber que algo fiz por tantos, que condenada por muitos, não me modificaram. Sinto, amo e sou a mesma que tanto dançou sem pensar que hoje o faria só, olhando a cidade distante e o horizonte de olhos húmidos, só sem o que tive e que não poderei ter de volta. É a vida é a realidade onde não gosto de estar, mas que no fundo faz parte da minha vontade de viver. Porto, 2 de março de 2017. Carminha Nieves
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Poeta
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AHORA NO SÉ SI OLVIDARTE SEA LO MISMO QUE RECORDAR COMO ERA TODO ANTES DE TI.
HECTOR H. GARCÍA
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MIENTRAS SIGAS OCULTÁNDOTE EN LAS SOMBRAS NO ME ADENTRARÉ MÁS EN TU OSCURIDAD.
HÉCTOR H. GARCÍA
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Sentir. Mil significados. Mil atalhos. Confusa palavra, pequena, mas enorme. Tudo o que a vida contém se resume em cinco letras. É a chave que abre toda a nossa vida. Se estamos doentes, tristes, alegres, ofendidos, prejudicados, arrependidos, ansiosos, em paz com o mundo. Medo de muita coisa, receios, angustia, medida certa do pequeno nada que somos. Como algo crónico, sem cura, vive-se no sentir. Tudo é. Tudo guarda, desde que começamos a ver o mundo, depois do limbo de sermos criaturas deitadas em berços. Mal começamos a andar e a falar a termos cinco sentidos, o sentir aí está para sempre. E o mais curioso é que não pensamos nele. Nem no dos outros. Dizemos ou fazemos coisas sem pensar, que ofendemos, ou magoamos, quem sente de maneira diferente. Se todos ao deitar, fizéssemos um resumo do nosso dia a dia, de certeza que ao acordar pediríamos desculpa a alguém. Ínfimas coisas que não fazemos, como um simples telefonema a alguém só para dizer “Bom dia,” dar uma palavra amiga a quem já foi algo na nossa vida e que por razões da própria nos afastaram. O viver e ajudar outros a fazê-lo não custa nada. Mas infelizmente, só pensamos em nós. Um pensamento fugaz, dos que estão doentes, dos que arrumados em lares estão fora da família. De quem vive só na recordação do que já foram e hoje obedecem sem reivindicar, pois não o podem fazer, da multidão imensa que vegeta, sem rumo nem sonhos, nem futuro. Como massa inerte, vivem porque respiram e o coração bate. Somos máquinas dentro da do tempo. Vazios, ocos, aparências de riqueza, ter mais que os outros, impostores, todos perfeitos, na imperfeição da frieza do sentir. A terra treme o mar encrespa-se, lá bem no fundo algo se revolta e caiem montes e matam, rios de lama inundam e soterram seres inocentes. Crateras que se abrem e destroem pontes e muito mais desastres acontecem todos os dias, mas o homem não faz caso a estes avisos. É a terra mãe que está farta de nós. Pisada, maltratada e nós sentindo que vamos por caminhos errados continuamos a viver na mentira e falsidade, com o único fim de sermos ricos e poderosos. Sente o teu sentir, não tenhas vergonha de seres diferente. Faz caridade, mas sem o mostrar. Ganha o teu pão honestamente, não queiras o dos outros. De palavras sem sentido, de promessas vãs, de políticos incultos, médicos que são mais operadores de máquinas, do que ajuda para quem precisa deles com humanidade, de tanta coisa mais! Oh Deus! Ajuda-nos. Obriga a todos a sentir! Padres na Igreja, futebolistas no campo, verdadeiros governantes a governar, filhos a respeitar os Pais, Pais a educar com sabedoria os filhos e o sentido comum e simples a suplantar a vergonha de não ser verdadeiro este mundo em que vivemos. Somos cirios acesos que sem pavio apagam. Nunca se esqueçam que uma pequena corrente de ar ou um suspiro o podem apagar. Porto, 14 de março de 2017 Carminha Nieves.
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En la distancia nada queda. Viene hasta el presente. Lágrimas, carcajadas, dolores de enfermedades. Despedidas de seres queridos que no volveremos a ver. Amores acabados, que continúan a lastimar nuestra alma. El olvido no existe. Cuanto más tiempo pasa más vivos quedan. Intentamos teñir color de rosa lo que es gris oscuro. Buscamos en cosas pequeñas, pasajeras, nuestra sonrisa, que no es igual a la que tuvimos. Arrepentimientos, muchos, ignorancia inocente, creer que somos queridos. E cuanto más caminamos para el fin de nuestras vidas, más nos arrepentimos de no haber vivido como si fuéramos lo más importante. Distraídos a tratar de los otros, a vivir para ellos, a llorar por ellos, al final quedamos solos e sin un agradecimiento. Pelo contrario estorbamos, estamos a más, destrozando una pequeña esperanza de tener un poco de cariño. En el tiempo que ya no tenemos, buscamos algo, por lo menos, respecto y sinceridad. Preguntan qué nos pasa, pues estamos de cara cerrada, hipocresía pura pues saben que ellos son los culpables. El destino de cada uno, tiene un remate igual para todos. Morir. Los infelices que nos engañaran, gozaran el dinero poco o mucho que dejamos o bienes materiales si existen. A ellos le pasará lo mismo. Pero no piensan que así será. Mi manera de ser, mi sensibilidad me avisa cuando intentan engañarme con abrazos falsos, buenas palabras preocupados con nuestra salud. Ellos no saben que si estamos atentos en medio de estas cosas podemos leer entre líneas lo que piensan e quieren para nosotros. E no es agradable de todo. Revuelta, tristeza e ganas de venganza surge a nuestro pensamiento. Es humano, si estamos hartos de servir de limpia zapatos. Ya me sentí golondrina, una estrella mía por la noche en el firmamento, centenares sol poniente entrando en el mar. Alboradas, que en silencio traían el sol de primaveras veranos, otoños e algunos en inviernos. Ya tuve mi mar, dulce brillante en mi playa. Ya por momentos me sentí naturaleza, como flores en medio de hierbas. Hoy nada tengo a no ser mi silencio lleno de voces de antaño. Fotos antiguas, donde era una niña que miraba a mi entorno sin saber que era un teatro. A quien me hizo sonreír, me dio esperanza, amor, cariño, mi eterna gratitud e que recojan a doblar el bien que me hicieran. Oporto,17 de febrero de 2017 Carminha Nieves.
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El tiempo pasa rápido. Por veces me tienen que llamar la atención para escribir algo. Tristeza, por estar perdiendo la confianza en ti. Angustia por tu manera de ser. Eres un desconocido en este momento, de tu vida nada sé. Solo conozco el hombre que vive conmigo cuando estás en casa. Cerrado como una ostra, ordenador con pase, como para todos los sitios como Facebook skip e muchos más. Tienes dos vidas e no lo acepto. Vivimos juntos, somos amigos e nos comprometimos a ser sinceros, respetuosos e abiertos. No merezco que mientas o que hagas de mi un monedero. Ya tuve tantos desaires, tanta desilusión, que no quiero más. Puedo estar equivocada, por no ser desconfiada, dejo que tienten ser verdaderos. Mi sensibilidad es mui grande, siento un incómodo, cuando algo pasa. En este momento una tormenta tengo dentro de mí. Estoy en una encrucijada e no debía. Independiente en todos los sentidos, no tengo que aceptar lo que no me gusta. Sé que se muere solo, si alguien está junto a nosotros, no nos acompañan, vamos solos. En vida estaba casi feliz por tener alguien junto a mí, dulce, amigo, en fin, una compañía. Por estos momentos que estoy pasando, no escribí nada. Estoy tentando hacer un libro en portugués, sin mucho empeño, pues tengo mi cabeza ocupada en mis dudas e tentando superar e llegar a una conclusión de todo lo que está pasando. Ya tiempo hubo que ni me pasaba por la cabeza que llegaría a este punto. Quizá sea exigente en demasía, quizá sea yo que poco a poco, veo defectos que antes no vía. Ya fui poetisa, ya fui amor sincero, ya fui solo sueño de felicidad. Hoy quiero salud, paz, conforto e un poco más de tiempo para vivir, pues me gusta mirar el cielo, el mar, oír el silencio de la noche. En suma, sentirme viva, Espero que todo no pase de una crisis de edad, por no aceptar mis años. El mañana a Dios pertenece, por mi todo lo que tengo es un préstamo, de mi destino. Oporto. 16 de Febrero de 2017 Carminha Nieves
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Antologia Brasil Literário
-blogdosquadrinhos- Promove o Concurso 1ª ANTOLOGIA
200 TROVAS SOBRE RAPARIGA
Art. 1º - DO CONCURSO
O concurso 1ª Antologia 200 Trovas Sobre RAPARIGA, idealizado, promovido e organizado pelo escritor Antonio Cabral Filho, tem a palavra RAPARIGA apenas como tema central, podendo versar sobre quaisquer assuntos correlatos,desde que a palavra conste do texto.
Art. 2º - DAS INSCRIÇÕES
Poderão se inscrever somente autores brasileiros, maiores de 18 anos, residentes no Brasil, com até duas (2) trovas por participante.
§ 1º - A inscrição é gratuita. Será aceita no período de 15 de março a 15 de agosto de 2017, com o envio das trovas em Time New Romain tamanho 14, espaço simples e resumo biográfico em cinco linhas digitados no corpo do e-mail [email protected], dirigido à 1ª Antologia 200 Trovas Sobre Rapariga, Org. Antonio Cabral Filho.
§ 2º - As trovas, escritas em língua portuguesa, devem ter:
a ) obrigatoriamente, métrica setessilábica;
b ) rima, que poderá ser abab, abba ou aabb;
c ) os necessários sinais de pontuação;
d ) letras maiúscula, somente, no início das frases que compõem os versos.
Art. 3º - DA COMISSÃO JULGADORA
A Comissão Julgadora é soberana em suas decisões e conferirá notas de 0,1 a 10 cujo resultado será irreversível. As trovas classificadas, até o limite de DUZENTAS (200), participarão da 1ª Antologia 100 Trovas Sobre Banheiro, cabendo, aos autores a responsabilidade quanto à autoria e inscrição do texto.
Art. 4º - DA 1ª ANTOLOGIA 200 TROVAS SOBRE RAPARIGA
A 1ª Antologia 200 Trovas Sobre Rapariga terá 100 páginas destinadas às trovas classificadas, o equivalente a uma (1) página por autor, antecedidas de dez (10) páginas a cargo da Comissão Julgadora, resultando em um livro de 110 páginas, em formato e-book (livro digital) que será entregue, via e-mail, aos participantes. A todos, que se interessarem, estará disponível gratuitamente via internet. Será publicado no blog: ANTOLOGIA BRASIL LITERÁRIO
http://antologiabrasilliterario.blogspot.com.br/
Ficará a cargo dos autores a livre divulgação em outros espaços.
Art. 5º - DAS RESPONSABILIDADES
O promotor do concurso informa que o ato de inscrição significa aceitação das normas, acima expostas, e a consequente liberação da obra para integrar este certame. A divulgação dos resultados será publicada no blog ANTOLOGIA BRASIL LITERARIO, de propriedade do promotor do evento, até 15 de setembro de 2017, seguida da publicação e envio do livro aos autores, conforme Art. 4º . Parágrafo 1º - Todos os inscritos terão os trabalhos publicados, um em cada postagem, no blog do concurso. Parágrafo 2º - Em caso de prorrogação da data de inscrições, todo calendário seguirá o devido trâmite. Parágrafo 3º - As decisões da Comissão Organizadora são soberanas e os casos omissos serão resolvidos pela mesma.
COMISSÃO ORGANIZADORA
Rio de Janeiro, 15 de março de 2017 *** Obs.: Quem quiser se adiantar enviando suas trovas desde já, pode fazê-lo ****
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