|
|
|
Minha vida consiste agora De idas e vindas Partidas e chegadas Chegou a hora
Mudança, transformação Ao alcance da minha mão É só eu querer Deixar acontecer
Vou me arriscar, tentar Sem medo de fracassar Não olharei para trás
E se eu vier a chorar Não será por covardia Minha noite enfim, tornar-se-á dia
|
Poeta
|
|
|
|
El placer del sexo inteligente, Aprimorado, Trae los amantes Esferas de pasión, No descubierto por el pene De rápido y violento arrebato Po la vagina de pasiva aceptación. Les es ofrecido Vencer la rutina De cuerpos que se conocen, Que crecieron, En interminables Noches de adoración.
El encuentro entre cuerpos inteligentes, Que se aman en un arte Rica y obscena, Es premio dado A grupo selecto de amantes: Los que consiguieron, Venciendo el tiempo, Venciendo la clausura moral, No lacrar el cuerpo A la pasión obsesiva, Por un cuerpo de espíritu De gustos lujuriosos Que propicia placeres prohibidos.
Poema Frederico Rego – Tradução Denize Mathias
|
Poeta
|
|
|
|
Recibí poesías en el carnaval, De autor desconocido Detesté a muchas No traían nada especial. Otras me quitaban el sueño, Estaban manchadas Por sus lágrimas Tenían arreglo de sus curvas Más escondidas, Estaban sudadas En sus deseos más velados, Escondían, lo sé, Detrás de algún verso inocente, Um pecado tu yo. ¡Eras tú, Entera tú! En cada coma Un poco más indecente, En cada palabra desnuda En cada rima sensual, En cada verso lleno de placer En cada verso celoso.
¡Eras tú, Entera tú! Luego a ti que intento olvidar, Leyendo poesías que no hablan de nadie. Que no le gusta a nadie. Que por capricho no sangran.
Poema Frederico Rego - Tradução Denize Mathias
|
Poeta
|
|
|
|
Quando só, desiludida Devaneio, deliro, vou além Fantasio, suspiro perdida Procurando por alguém
Alguém para compartilhar Procuro em vão, porém Lá e aqui, não há ninguém Minha vida sem par
Todavia insisto, prossigo Minha procura infrutífera Continuo, não consigo Minha solidão mortífera
|
Poeta
|
|
|
|
Águas passadas são rodamoinhos Rodam e moem devagarinho Se no meio da ponte empaca o presente Aprender com os erros, seguir em frente Com largos passos dar seguimento Ou estacar no passado perdendo o momento A primeira opção é viver A segunda é morrer pouco a pouco, enlouquecer
|
Poeta
|
|
|
|
Reconheça, pelo menos uma vez você foi feliz Se hoje sobra escassez Foi você quem assim quis Estávamos tão bem Tudo parecia tão lindo Mas você sonhou além Sem estar dormindo Confiou no sonho Mais do que na realidade Despertar medonho Inevitável fatalidade Nossa imagem no espelho Ninguém mais imaginou Nossa história de joelho Nunca mais se levantou Nunca mais me levantei Quanto a você, não sei
|
Poeta
|
|
|
|
Segredo para a felicidade? Se existe um, não descobri Feliz não sou, é a verdade Pois assim sempre vivi Se feliz eu fosse Nada mais desejaria A vida seria um doce A mim servido todo dia Quero viajar alhures, conhecer lugares Que tenham imensos jardins Infinitos e densos pomares Com flores de todas as cores Quero caminhar descalça Em praia deserta de areia brilhante Quero embarcar cada manhã em uma balsa Navegar a cada novo instante Quero poder me recordar De tudo que preciso esquecer Para que nada venha a assombrar O que ainda tenho de viver Quero sempre me emocionar Com paixão, com loucura Porque de ferro, basta o portão E sua casta fechadura Quero sempre me recuperar Depois de uma grande tempestade Porque o barco não naufragar Demonstra minha habilidade Quero poder me aceitar Mesmo na imperfeição Aos outros tolerar Os tolos e os que não são Quero sempre me arriscar Mesmo podendo fracassar Porque o fracasso maior Seria nada tentar Viver feliz não tem segredo É amanhecer por dentro todo dia Seguir meu próprio enredo Perseguir minha utopia
|
Poeta
|
|
|
|
En una mañana lluviosa de agosto Llegaste a mis manos, Tus penas mojadas Y tu expresión asustada y triste Demostraba tu pesadilla.
¡Supiste cruzar con bravura El período en que fuiste como nosotros!
¡Traía siempre en tus ojos La esperanza de regreso Al vuelo eterno!
¡Viviste lo necesario para saber Que volar era esencial!
¡Una bella mañana alzaste los aires Para el más bello y largo vuelo Que un pájaro ya dieral!
Autor Frederico Rego Jr - Tradução Denize Mathias
|
Poeta
|
|
|
|
La imposibilidad del ciempiés Sin patas. La infelicidad de la mariposa de noche Sin poder posar. La curiosidad de la mantis Agnóstico. La inutilidad del laudo Pronóstico.
La blancura aria En su plenitud, Los gusanos que viven En los confines de la negritud. Las dificultades de las diferencias, Justifican un mundo Lleno de creencias, Lleno de desavenencia, Lleno de esperanzas.
Autor Frederico Rego Jr - Tradução Denize Mathias
|
Poeta
|
|
|
|
Prepara tu corazón, Para oír la canción Que emana de las grietas de la tierra, Que viene de la soledad de las montañas, Que irradia de campos fecundos, Que se encuentra, aún, en campos malditos.
Prepara tu corazón, Para odiar tu mundo, Para matar tu enemigo, Para amar tu mundo Para amar tu enemigo.
Prepara tu corazón, Para todo que te proporcione vida, Para todo que te prive de la vida.
No lamentes el cuerpo estropeado. No te alegres con el cuerpo sometido, Extendido, impasible ... A tus ganas.
Prepara tu corazón Para no parecer A un sórdido metal.
Autor Frederico Rego Jr - Tradução Denize Mathias
|
Poeta
|
|