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A chuva cai, o tempo passa... A maré está cheia de cor vazia, neutra... O dia em prantos lamenta o mundo, salpicando de lágrimas o verde tom da mata virgem...
Uma enxurrada de assuntos bélicos transborda de mentes poluídas, obcecadas pelo poder. E o meu coração bate, trabalha... Acelera o compasso a cada passo que eu dou...
Acelera o compasso a cada passo que eu vejo rostos, corpos e lábios femininos, desfilarem em minha frente...
Acelera o compasso a cada instante que eu vejo o mar subir e baixar... Vejo o ar poluído se movimentar e o verde, que tem vida como eu, sofrendo decepções com o animal racional que somos nós...
E assim: diante de centenas de olhos, milhares de olfatos, ouvidos e tatos.
A.J. Cardiais 10.02.1982 imagem: google
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Poeta
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Ela observa o cuidado que eu tenho com a poesia... Para ela, tudo é porcaria. Para ela, isso não diz nada. Para ela, poesia é uma estrada vazia, que não vai a nenhuma parte. Para ela, poesia não é arte.
Eu, hem! Acordar de madrugada para escrever umas porcarias que não valem nada. Isso é ela, emburrada.
Coitadas das minhas poesias... Vão ter que aguentar caladas pois não podemos provar nada.
Só o tempo dirá.
A.J. Cardiais 12.03.2010
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Poeta
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m.e tu amor me salva del desprecio y el dolor de quererte bien de quererte siempre en tu deseo te quiero porque eres diferente sos un deseo latente ansiar tu boca y tus besos ansio siempre tu sonrisa de darme siempre algo diferente amor,amor,amor por tu deseo y mi sensacion tu cuerpo es puro erotismo tu querer es tenerte siempre aqui querer amar sentir en tu deseo de decirte te quiero despues de la tormenta
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Poeta
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Quero citar teu nome num poema. Quero ouvir tua voz. Quero deixar desabrochar em mim, algo que espero que exista entre nós:
Um acordo, um pacto, um entretenimento de amor. Dissertando palavras fáceis, fui ao mundo...
Subi em sílabas etc. Curvei bugalhos, olhares equidistantes... Os holofotes em mim, talvez te indiquem o caminho.
Estou tão sozinho amor, que as frases me atropelam volúveis. Mudo, quieto, espinho... O teu nome em mim é pátria. Citá-lo-ei breve, num poema.
A.J. Cardiais 17.01.1990 imagem: google
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Poeta
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Cantan en la lluvia con melancolía revelan las gotas esa sensación; cuando el agua cae torrencial y fría el alma se abriga dentro del corazón.
El aire mojado trae una comparsa que eriza la piel sin vacilación, no sabe fingirla ni puede ser falsa la alteración intensa de cada impresión.
Arrecia la lluvia, el suelo se encharca las goteras cambian de improvisación, un golpe muy fuerte la atención abarca y se esparce rápido por toda la región.
Suenan los tambores con rayos bajando nacen los temores en la habitación, debajo de la cama me voy ocultando pa’ que no me agarre esa indignación.
¡La noche tan larga permanece inquieta! -Mas yo asustado estoy en tensión-, con los ojos grandes como una peseta observo nervioso la manifestación.
Julio Medina 8 de mayo del 2015
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amor por siempre amor de hoy te quiero y te tengo en tu vitalidad y tu deseo amor no te pido mas que amor en tu razon de quererte bien en tus labios que reclaman el hoy de tu razon y mi luz te quiero tan solo en una palabra te doy todo mi amor
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Poeta
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amor tu deseo es verte es hablarte y sentir que eres mia en el sueño de tenernos como decir te amo en tu boca y tus manos que son lo mas de quererte bien a escasos centimetros de ti es tu sensasion que me da tu esperanzay tu calor un beso que redima nuestra espera un toque que nos de la libertad de tenerte amor llamarte amor en nuestro deseo y mi pasion te amo luz te amo mujer en nuestro mutuo placer
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Poeta
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Sou um ser muito sensível... E ser sensível é horrível, no meio desta Sociedade desalmada.
Viver tornou-se uma ferocidade: tem gente matando a troco de nada. Tem gente prejudicando o próximo, simplesmente pelo prazer de ver a vida do próximo desandar.
Poucos procuram ajudar. A maioria só quer se “dar bem”. Sendo assim, ai de quem se puser em seu caminho, rumo ao “sucesso”.
Fama, dinheiro e poder, virou símbolo de “felicidade”. Se fosse assim, na verdade, famosos e endinheirados não se drogariam, nem se matariam.
São todos uns “pobres coitados”, que não sabem de nada. A verdadeira felicidade vem da Alma, e não da fama ou da riqueza.
A.J. Cardiais imagem: google
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VIVA COMO SE FELIZ FOSSE
VIVA SEMPRE COMO SE FELIZ FOSSE E ASSIM ACABARAS TE TORNANDO SEMPRE LUTE CONTRA DISSABORES POIS ATRAIS SÓ DO QUE TU IRRADIAS SEM LUTA MANTENS LONGE O SABER O BEM QUE TUAS FERIDAS ALIVIARIA NA POBREZA PODE TER MUITA NOBREZA EM RIQUESAS VEMOS TANTA POBREZA NEM EM TODO RISO VEMOS A ALEGRIA NEM EM TODO CHORO VEMOS TRISTESA E NEM TODA LÁGRIMA CAUSADA É VISTA MAS NA ALMA MUITO PERDÃO JÁ HABITA EM LENÇÕIS DE SEDA TANTA SOLIDÃO EM TANTOS BARRACOS TANTA AFEIÇÃO TANTOS CARROS DE LUXO UM ERMITÃO EM TANTO CARRINHO VELHO GRATIDÃO FELIZES NO CORAÇÃO TANTOS SEGUEM MAS MUITOS COM MEDO NUNCA VÃO A FELICIDADE ESTÁ DENTRO DO CORAÇÃO NÃO IMPORTA OS MEIOS DE LOCOMOÇÃO NEM QUANTO VOU PAGAR PARA JANTAR POIS A VIDA É SEMPRE DADIVOSA E JUSTA OS MEIOS SÓ VEM COM MUITA PRECISÃO POIS SE VIER ANTES PODE SER A PERDIÇÃO
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” Roselis von Sass – www.graal.org.br
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Poeta
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[youtube=425,350]http://www.youtube.com/watch?v=PPI8hkzggMQ&[/youtube] Cio Tierra
El dulce veneno de tu boca la sensualidad del deseo YO quiero todo tu lengua y con mi voz ronca, yo pido tu caliente beso
Mi cuerpo se une a tu cuerpo el ansia sin ninguna palabra Mi labios se une a tu labios el hambre, la desesperación, hablaba.
Ven los manos amados calientes ardor en los pechos cálidos turgentes placer amargo en hechizos lujuria tal es la sed en sensualidad languida entonces Se abre como una flor y grita.
Actos pecaminosos de la extraña pasión cuerpos engalfinhados como en una prisión beligerantes, son como actos de guerra en un espacio absoluto de calor, el es cio de la tierra.
Alexandre
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