Poemas eroticos :  ANOCHE NOS DUCHAMOS JUNTOS...
ANOCHE NOS DUCHAMOS JUNTOS...
SCORPIUM


Anoche nos duchamos juntos.
Mientras el agua caía,
Tu espalda acariciaba,
Tus pezones protestaban,
Tus túrgidas nalgas apretabas...

En un abierto interrogante
Me dediqué a explorarlas
Y las besé con ternura infinita.
Mi lengua, muy curiosa
Se perdía entre contornos que no conocía…

Estabas doblemente mojada
Por el agua y el deseo
Que me ensenaba el camino
Cual náufrago perdido...
Y aferrándome con caricias y besos
Te oí llorar de placer, de rabia.
Por no poder decir, no,...¡Basta!

No se que pasó, pero éramos un sello,
Unidos, sin querer separarnos,
Sintiendo, buscando, queriendo
Ser una sola caricia, un solo beso,
Un solo sexo, un solo clímax...

El agua seguía cayendo
Y no la sentíamos...
Solo escuchábamos nuestros deseos
De amarnos y no separarnos...

Anoche nos duchamos juntos
Y hoy, estamos solos...


Autor: Andres Rivadeneira Toledo/Scorpium
Ecuador “En la mitad y para todo el mundo”
Copyright® Todos los derechos reservados
Poeta

Poemas :  Percepção
Na primeira vez que eu a vi,
não achei “tão”...
Nem reparei.
Por isso não me derreti.

Na segunda vez,
já fazia um tempão
e não era mais agosto.
Nem era primavera, aposto.

Na terceira vez,
estava tudo dentro do prazo.
Então eu, soldado raso,
bati continência
com uma certa urgência
para esta percepção:
principiava uma paixão

A.J. Cardiais
28.06.2016
Poeta

Poemas de reflexíon :  MORRER SEM GLÓRIA
Viver numa utopia a léguas da realidade
Como alguns têm sempre feito neste vazio.
Vazio de ideias, de certezas mas de vaidade
Sempre de cabeça quente mas de coração frio.

Vivem julgando que a glória está mesmo ali
Na estação de São Bento ou na do Rossio,
Acabadas de chegar do infinito que lhes sorri
Mas não esperem muito, morrerão de frio.

A glória só vem com a inteligência e a humildade.
Ela não nos cai nos braços sem se ter trabalho,
Por isso há os grandes e pequenos, é a verdade
E estes não pedem glória mas nas letras, agasalho.

Não é doença nem é vicio não se ser inteligente
Mas quantos inteligentes se julgam superiores
Somente porque o destino lhes deu essa nascente
De onde as ideias brotam, como brotam as flores.

Não podemos esquecer que as flores murcham.
As ideias e a inteligência murcham pouco a pouco,
Como as flores, deixam cair as mais belaS pétalas
Acabam por morrer sem gloria, por vezes loucos.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de introspectíon :  AS PALVRAS DESCEM O RIO
Depois de ter lido tanta coisa esta semana
Acabei por descobrir o porquê de escrever mal.
Porque escrevo quando me dá na gana,
Meus poemas têm uma qualidade banal.

Apercebi-me que os poetas, os que são bons,
Começam a escrever e as palavras deslizam,
Mas nem todos são assim, é preciso o dom
E as palavras colam, as rimas improvisam.

As palavras descem o rio da nascente à foz
Com facilidade, sempre sem escolhos
Como um cantor de ópera solta a sua voz
Como as lágrimas que se soltam dos olhos.

As minhas palavras são peixe, que muito luta
Que como o salmão nadam em contra corrente
Nado ao contrário dos bons poetas, não sou truta,
Espero continuar a aprender a nadar, tenho em mente.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de esperanza :  UM DELIQUENTE DE AMOR
Deixa-me navegar nesse teu tão belo corpo
Como barco à vela ao sabor dos teus desejos.
E que vagas mansas que me baloicem docemente.
Deixa os meus lábios sentirem o sabor a sal
Da tua pele acetinada que faz de mim um delinquente.
Um delinquente do amor que rouba dos teus lábios
Todo esse mel que me extasia e é meu madrigal.
Deixa-me sugar as lágrimas que da tua fonte brotam,
Fontes tão lindas que são os teus olhos verdes
Como o mar do teu corpo onde eu quero navegar,
Deixa o meu barco à vela naufragar nos teus seios
Dá-lhe no teu regaço um porto de abrigo
Onde ele possa ficar amando e longe de todos os perigos.

A. da fonseca
Poeta

Poemas de desilusión :  E EU ESTOU ESPERANDO
A calçada da rua onde tu moras
Está molhada pelas lágrimas
Caídas das nuvens das tuas ilusões.
Talvez lágrimas de arrependimento
Pois sabes bem como eu sou ciumento.
Creio que somos dois seres desencontrados
Dois amores desalinhavados
Como se fossem dois amores diferentes.
Esqueces-te os momentos esplendorosos
Em que nosso amor era Rei,
Rei de esperança Rei de emoções,
Príncipe dos nossos lençóis
Que voavam em remoinho
Quando se uniam os nossos corações
Nossos lábios em desalinho
Tais voltas e reviravoltas
Loucura do desejo de nossos corpos.
E tu tudo esqueces-te.
Hoje choras e eu estou esperando
Que te lembres do mar de rosas
Que o nosso quarto enfeitavam
Que a fragrância do seu perfume
Os nossos corpos inundavam
Perfumando o meu ciume.

A. da fonseca
Poeta

Poemas :  Livros à mão cheia
Só por ficar com um livro na mão,
eu sinto uma comichão,
uma energia,
uma inspiração.

Se for um livro de poesia então...
É por isso
que preciso
de livros...
Não sou tão virtual.

"Livros, livros à mão cheia!"**
O livro caindo na veia,
enche a mente de ideia.

A.J. Cardiais
28.05.2011

**Castro Alves
Em: O Livro e a América
Poeta

Poemas :  SÓLO UN PASO MÁS
si el miedo a no llegar
te hace retroceder
intenta dar un paso más
porque lo puedes hacer

pues si has llegado hasta aquí
es porque eres capaz
de sacar lo mejor de tí
cuando tienes que luchar

entonces,no te rindas ahora
porque dejarás de ser tu
a veces el alma llora
para poder ver la luz

y un momento de debilidad
no tiene que detenerte
y puede ser una oportunidad
para que te hagas más fuerte

en tus manos está la decisión
para seguir caminando
todo empieza en el corazón
la vida te está esperando
Poeta

Sonetos :  AMISADE, AMOR, SIMPATIA
Passeio num prado de letras de versos e de rimas.
Respiro o ar puro da paz e do amor que nele reina.
Vejo as letras que passeiam com os irmãos e primas
E o meu espírito respira livremente nada o queima.

Mais além vejo um poema de amor em pleno prado
Não me aproximo, leio à distancia; não o incomodo,
Aprecio e sei que tem um coração para ser amado
Qual paixão apaixonada de amor, tudo é um todo.

Olho em redor e mais longe um poema dedicatória
Representa a amizade que deve de existir em nós.
Sem hipocrisia, sem cinismo, mas bem natural.

Amizade, amor, simpatia mesmo que seja virtual,
É o que ser humano precisa, é a melhor vitamina
Para que o corpo, a mente, o coração sejam roseiral


A. da fonseca
Poeta

Poemas de introspectíon :  E ASSIM,MESMO EM MIM
Eu gostava de quando morrer, morrer contente.
Contente por saber que todos os meus ficariam bem
Sem problemas para o futuro na minha ausência
Saber que anos mais tarde morreriam felizes também.

Não tenho medo da morte mas tenho medo de morrer.
Como viverá a minha esposa? não terá ela dificuldades?
Quero que ela se sinta feliz depois da minha partida,
Que ela viva a sua vida e não viva só com as saudades.

Ah... se houvesse uma vida depois da morte, invisível!
Que essa vida me desse a possibilidade de a proteger,
Que ela não me visse mas que se sentisse protegida
E assim mesmo sem mim ela muito feliz pudesse viver

A. da fonseca
Poeta