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[img width=350]http://imagehost7.online-image-editor.com/oie_upload/images/20167351lMv8ju/oie_glitters.gif[/img] Leninha: li com carinho seu recado, agradeço de coração. não sei quem és, mas sei que Deus sabe tudo de ti, pela pessoa linda que és. tuas palavras de conforto seu jeitinho carinho, muito deixou-me feliz. que o sol, sempre brilhe a cada dia, que todos os pássaros cantem um belo hino, em todas suas manhãns. que as flores, exalem seus aromas a cada dia e horas tuas, obgda Anjo, por seu carinho. meu carinho com todas as essências. ltslima. https://flog.vip/essencial20.11.218
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Poeta
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La apertura mental Cómo la apertura musical Permite sintonizar con el grupo Orquestar una sinfonía armónica requiere personas que dominen su instrumento Que sepan dar lo mejor de sí mismos atraves de él Entonces se yerguen tan plácido los momentos Cómo la mejor música que puede llegar a tus oídos y escuchar tus sentidos Cuando el otro también sintoniza con el tuyo No solo impone el suyo La vida es crear música y como una danza divertirnos juntos Está claro que entre violines nos entenderemos mejor Pero tocar en una orquesta Redoblan los sonidos que salen con gusto hasta llegar a vibrar en conjunto cómo lo hacen los planetas
Derechos reservados 19/11/2018
Dikia
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Poeta
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Só faço um poema para um dia que nasce, quando em sua face vem trazendo algum tema.
Só faço poemas para uma canção se mexer em meu coração misturando os fonemas.
Porém faço poemas quando estou indignado... Aproveito-me, desse modo, para soltar os problemas.
Também faço poemas quando estou amando... Então fico viajando por outros sistemas.
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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A VIDA
De onde vim sou conhecedor Como estou sei que melhor Caminho a trilha escolhida Sigo a sina estabelecida Desvenciliando os nós Do tempo da minha vida Que da soma sou resultado
Do relógio sou o segundo Da vida sou o dia Do minuto sou a hora Da hora sou o mês No tic sou só ponteiro No tac sou o ano No calendário sou a data Na vida o decênio E o calendário vai e vem Para muitos ele fica para outros se mantém
Quero no final A luz do Saber Sendo mestre no ouvir Feliz no sorrir E ter no peito a criança Que todo mal conheceu... ...que toda velhice sentiu Mas que das vivências optou pelas da alegria a infantilidade e pelas da eternidade o amor
“As palavras que formais, as frases, moldam vosso destino exterior sobre a Terra. São como sementeiras num jardim que cultivais em redor de vós, pois cada palavra humana pertence ao mais vivo que vós podeis fazer em vosso favor nesta Criação.” Abdruschin, Na Luz da Verdade, graal.org.br
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Poeta
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VACUIDAD OSTENTOSA (Neodadaísta)
Salvaje, el humo, ha dejado de ser… ¡Violeta doble, tijera retorcida!. Dada paralizadora y purgado purgatorio. Y camioneta de palabras, periódicos, fieles, pecados preventivos, ósculos y agujas lilas.
Aunque por fuera, segura la bolsa, vaya. Y los dientes dientes, de desechos deshechos. No tengan la edad del verdadero género. Con laxantes para grillos gordos y lunares. Con los mangos desvelados desventrados. Con el tiempo masticado y seco, saco malo.
Por extraño que parezca, y una foca incube focos, pisando aplausos, cultivando clavos… Por ahí donde nacieron, las enfurecidas sillas. ¡Es inútil tratar de explicarles!. El software a mandriles. Y la única característica está en huelga. Encubierta. El primer absurdo es vinagre negro. Nulo, nugatorio. Con la rueda ruda y rauda oruga. Obcecada oblicuidad.
Vaya, balla, bella, vaina. Nulo numen nubloso. Para lavar la falda. El cosmos falta, y salta y al mar encierra en píldoras, con el ropero, conocido literato, nato, elástico, espiral, deferente, solvente, inútil. Nuez, con su polémica carrera trigo, avena y paja. Ejemplo son, esos extremos, del exterminio sano.
¡Ésos no, no, no hechos ladrillos! ¡Hechos perrillos, ésos sí, sí, sí!. Niégalo nube y ahórcalo presto. Porque infecto, infausto infesta. Donde el plagio es plaga honesta. ¡Oh, marmota!. La historia sigue usada. Con las viejas, vigas, vagas, salpicando al pulpo. ¡Desmontando acongojados cuadros blandos!.Autor: Joel Fortunato Reyes Pérez Información útil es...https://es.wikipedia.org/wiki/Dada%C3%ADsmo
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Poeta
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Dos arañas caminan por el espacio Su telar tejen más fuerte que el acero Les gusta sentir el riesgo y en alto construyen sus nidos Cómo arneses , bien entrelazados caminan vibrando música de Chopen En un arpa gigantesca tan bellamente dispuesta Dónde nunca le faltará alimento para su descendencia Al amparo del calor de las farolas las matemáticas recrean transmitiendo sabiduría A quienes nos creemos mejores que ellas No necesitan granpones con valor se lanzan en las lianas y si en conjunto trabajan pueden con su seda recubrir kilómetros ¿De que serán capaces las dos fugitivas de la tierra? El hombre siempre manipulando cómo infantes lo que desconocen Luego vendrá mamá a poner orden en los estropicios cometidos por sus intrépidos niños Nuestra más preciada virtud la curiosidad con la ignorancia y el todo lo quiero Tanto desaguisado como belleza es capaz de dar luz el ser humano Pero no olvidemos al resto de seres que desvalorizamos con nuestro elefante ego Por el que murió Galileo reivindicando a Copernico
Derechos reservados 17/11/2018
Dikia
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Poeta
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Eu quero muito a paz... Mas a paz sem um amor, é monótona. Só que o amor, algumas vezes, nos tira a alegria.
Fica um desconforto, a paz sem um amor... A gente olha pra tudo, e não vê vida.
Já não quero muito a paz. Agora eu quero mais é o amor.
Com toda turbulência que ele possa vir, eu quero amar, pra viver e sentir que a paz, é o amor verdadeiro que traz.
A.J. Cardiais
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Poeta
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A DÁDIVA DA VIDA
Do mar tomou a cor Da beleza infinda tirou o azul Na profundeza guardou No escuro selou o mistério
Como no infindo da noite Onde pairam as estrelas Onde todo ermo tem seres Onde todo escuro pulsa
E todo claro transforma Onde toda chama inflama O sangue que nos aquece E o som que nos chama
Para o êxtase celeste Pois da vida nasce o belo O belo que nos acalma A ternura que nos transforma
O calor que fortalece A chuva que nos refresca O vendaval que se interpõe Os trovões que nos escondem
Dos clarões que extasiam Do silêncio que faz a espera Dos pássaros que se calam do rio que não para
Do frio que nos encolhe do amanhecer que nos renasce do anoitecer que nos recolhe da paz que nos preenche
Do Amanhã que é a promessa Do ontem que é a planta E do hoje que é só semente E desta soma tudo urdindo O tapete que é só nosso
"A pessoa que se alegra com cada flor do campo, que agradecida volve por isso o seu olhar para o céu, se encontra muito mais elevada perante Deus, do que uma pessoa que pode dissecá-la cientificamente, sem reconhecer aí a grandeza do seu Criador." Abdruschin em Na Luz da Verdade - graal.org.br
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Poeta
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Ojos que miran en simetría andan Uno se interroga sobre el otro Les divide un grueso muro Se imaginan diversos Más viejo y arrugado manifiestan sentir al otro Entre cálculos y sentimientos sus percepciones manifiestan Su sino es no conocerse Observan porciones diversas Así que oponentes se creen No saben que el mundo recorren sin percibir su real cara Si conscientes fuesen y ver de verdad pudiesen Se reirían Se posicionarian Uno al lado del otro En círculo las cuentas les saldrían Pues cuenta se darían que la tierra es la que gira Que no importa nada lo que hagan Que pueden estar quietos Aceptar el movimiento y poner se a dibujar los colores Que les transmite como regalo el universo Que el resultado Siempre será un cuadro abstracto E incompleto
Derechos reservados 15/11)2018
Dikia
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Poeta
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Sim, estou na luta... Não uma luta carnal, uma luta brutal... Estou na luta por um ideal.
Por uma vida mais simples, mais modesta... Sem ganância, mais fraterna... Onde a preservação à natureza seja eterna, não uma mera preocupação.
Onde todos se respeitem como irmãos, e não haja lugar para discriminação...
Reconheço, estou sonhando... Mas não deixarei este sonho, continuarei rimando.
A.J. Cardiais 14.09.2009
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Poeta
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