|
|
|
Já que somos uma diminuta partícula do nosso Pai Criador, deveríamos preocupar-nos mais com tudo que Ele criou.
Mas como muitos filhos não puxam aos pais, muitos de nossos irmãos pensam ao contrário:
“Vou é construir, construir... Poluir, poluir... Enricar. Preservar? Jamais! Quem pensa assim, é otário!”.
A.J. Cardiais
|
Poeta
|
|
|
|
Os homens em busca do ouro destroem nossos tesouros. De que vale procurar pela riqueza, e deixar a Natureza completamente destruída?
A Natureza é nossa vida. Sem ela fica difícil viver... Mas, pelo ouro, o homem é capaz de morrer.
A.J. Cardiais imagem: google
|
Poeta
|
|
|
|
Quando preparo minha poesia, vivo a efusão da alegria. Porém preocupo-me mais com a alimentação de uma multidão de carentes.
Quero a poesia nas mentes, abrindo um caminho para o “descobrimento da vida”. Quero uma poesia aguerrida, mostrando a vida dessa gente sofrida...
Quando mexo nesse caldeirão de letras, de vez em quando a minha sopa vira sapo... A culpa é da bruxa da “má interpretação”, que quer ver a população batendo o mesmo papo.
A.J. Cardiais imagem: google
|
Poeta
|
|
|
|
Estoy del otro lado, atrás del paredón saltando la púa junto al zanjón, donde la desidia se enquisto ahí donde muerde el frío y mata el hambre junto a los marginados, a los olvidados, a los invisibles que siempre esperan solos y solos quedan, Junto a los que nacieron vencidos pero nunca se rinden que saben del sufrimiento universal, ajeno, propio estoy en el lado oscuro. donde la oscuridad no puede ocultar los pequeños pies calzados de blancas escarchas, ni los enormes, profundos ojos de niños viejos, que perdieron en la calle de la transa y la violencia su candida mirada Sudor y almas descartadas, olvidadas por no dar la medida estoy del lado de la piel golpeada, de la sangre inocente vertida con dolor, con los que nadie escucha, porque no vale su voz Elijo estar del lado de los traicionados a los que le impusieron la ignorancia. y el consumo como meta Quiero marcar la cancha, es necesario confrontar, elevar el tono, romper la brújula cambiar las mentes para darse cuenta que el sol no tiene dueño, la felicidad es para todos, solamente es preciso, poder decir basta,
|
Poeta
|
|
|
|
Estou vendo o mundo verde em que cresci ser destruído mais e mais... O mundo verde dos meus quintais. Desde que uma maldita construtora passou por aqui e começou a destruir. Destruiu tudo: O verde, o rosa, o amarelo... Foi-se tudo de belo. Hoje, no lugar, tem conjuntos esquisitos, onde uns pobres aflitos desejam mostrar que têm tudo: Do melhor e do mais bonito. A.J. Cardiais 30.10.1981
|
Poeta
|
|
|
El 17 de diciembre de 2010, el joven tunecino Mohamed Bouazizi, un anónimo vendedor ambulante de fruta y verdura, desfogó su ira inmolándose con fuego ante la sede de la Gobernación de Sidi Bouzid (ubicado en pleno corazón del Túnez profundo), tras sufrir su carrito y su dignidad un atropello humillante por parte de las autoridades municipales. Las llamas que devoraban su cuerpo prendieron instantáneamente en el corazón de todos los tunecinos hasta convertirse en un volcán iracundo cuya lava acabó sepultando la dictadura en nuestro país.
EL CARRITO DEL VENDEDOR AMBULANTE
A Mohamed Bouazizi, la chispa de la Revolución Tunecina y tal vez de todo el Mundo árabe Cobardes de mala estirpe te volcaron el carrito, ignorando que un rugiente volcán los devoraría.
Impotente tú veías rodar tu pan por el suelo; no lo recogiste por no doblar el espinazo.
Y tus altivas rodillas no quisieron tocar tierra, sino que, de pie y con honra, a lo bonzo te inmolaste.
Pero si en vez de volcarlo, te lo hubiesen embargado, tú aún no te habrías ido y ellos aquí seguirían.
Los tiranos ignoraban que un pueblo digno tal vez se resigne al castigo, mas nunca a ser humillado.
Mohamed DOGGUI Febrero de 2011
|
Poeta
|
|
|
[img width=300]http://img5.imageshack.us/img5/2466/popocatpetleiztacchuatl.jpg[/img]
Quizás el tiempo ha pasado, pero nunca pasara el inmenso amor que siento por ti, mi México Querido, y si muero algún día lejos, no me dejes sin ti bendita tierra.
Sangre azteca.
Soy tu sangre azteca mi México querido, soy tu orgullo poeta que en tus entrañas ha nacido, soy el que escribe letras por el cielo concebido, acarreando siempre mis poemas, para que por el mundo sea leído.
Soy hijo de la malinche y de Cuauhtémoc, hijo de antepasados que hicieron mi lindo México, sangre que nunca dejara de ser su sangre, aunque el tiempo y la vida junto a los años pasen.
Soy tu sangre azteca mi México querido, lo grito y lo digo con inmenso valor, como el valor de tus grandes guerreros, de las grandes luchas y revoluciones por tu honor.
A ti dedico mis letras, las mismas letras que escribo siendo poeta, porque llenan mi alma de alegría, de ser por siempre mexicano.
Mexicano, toda mi vida…
Y si algún día muero lejos de ti bendita tierra, no dejes que me entierren donde no me tengas, y cobíjame entre tu manto como hijo tuyo que murió lejos, pero amándote siempre, junto con mis versos.
Porque soy tú sangre azteca, mi México querido…
Todos los derechos reservados A nombre de JORGE BANDA. Copyright Noviembre 27 2012. Long Beach California USA (El ángel de la melancolía)
|
Poeta
|
|
|
|
Enquanto o poeta reflete, ele se diverte escrevendo poesia. Ele sonha que um dia a poesia entre no cardápio do povo, para alimentar um sonho novo.
Mas para a poesia entrar na órbita do povo, vai ser preciso musicar... Então, música! Músicas à mão cheia para fazer este povo dançar...
Depois de dançar feito louco, talvez o povo se canse e pare pra pensar um pouco.
A.J. Cardiais imagem: google
|
Poeta
|
|
|
Não me cobrem o sentido... Hoje estou imbuído de soltar o palavrório. Ter, eu tenho acessório: um monte de palavras em minha mente; um monte de imagens à minha frente; inúmeras razões aparentes...
Começaremos pela chuva: essa água benta, que quando cai na terra mistura-se, fica fedorenta, e me dá margem para rimar. Vou aproveitar e falar da enchente, que está matando muita gente e causando desolação...
A culpa de tudo é do Bicho homem... Estou chamando de “Bicho”, por não ter outro nome que eu possa usar, para “desqualificar” esta nossa espécie... Incluo-me também apesar de não concordar com tanta coisa que vejo.
Intitulamo-nos de seres “Racionais”... Com que razão usamos este título? Talvez tenhamos razão: o racional não usa o coração; É frio e calculista. Por esta razão, perde de vista a intuição, o instinto de sobrevivência, que nos outros “animais” deve ser a única “inteligência”.
Estou sendo muito árduo com a “nossa” espécie... Mas acontece que todo mundo esquece das outras formas de vida. Quando a Ciência dividiu a Natureza em “reinos”: reino animal, reino vegetal, reino mineral... Transformou tudo em reinados. E para cada reinado existe um Rei.
Alguém respeita o reino vegetal? Alguém respeita o reino mineral? Alguém se lembra, por acaso, que todos eles estão em nós? Alguém se lembra, por acaso, que para sobreviver nós precisamos do animal, do vegetal e do mineral?
Alguém se lembra disso quando, para expandir sua plantação, destrói toda a vegetação que há em volta? Alguém se lembra disso quando constrói suas fábricas de poluição e polui todos os outros reinados em volta?
Pois é... Tudo tem volta. A mãe Natureza, para mostrar que está viva, se revolta... E para isso Ela conta com a ajuda do Deus Sol e da Deusa Chuva. Animais "acionais", limitem suas ambições, limitem seus desejos! Sejam um pouco emocionais. Usem mais seus corações. Olhem em volta e entrem em comunhão com os outros reinos... Se eles nos faltarem, nada sobreviverá. Principalmente nós... Aí sim, será o FIM.
A.J. Cardiais imagem: google
|
Poeta
|
|
|
|
Os homens guerreiam a troco de nada, ou por uma ambição desenfreada. Os homens fazem devastações... Observo o verde, e meu coração palpita...
Ouço o ronco da moto-serra, que não dorme em serviço, e em pouco tempo destrói-me, destrói-nos, mata a Terra.
Quando chegará o IBAMA? Vou à luta sozinho. Escrevo, escracho, xingo, jogo pragas e pedras... Sou ameaçado. Quando chegará o IBAMA? o CRA? a CONDER? Sei lá... O Órgão que puder ajudar. Nossas IRMÃS estão sendo mortas, e muito em breve nós estaremos no mesmo caminho.
Nós, seres humanos. Nós, pobres mortais. Nós, os “racionais”.
A.J. Cardiais imagem: google
IBAMA = Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis. CRA = Centro de Recursos Ambientais CONDER = Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia
|
Poeta
|
|