La luna calla tras las nubes, las sombras danzan felices, los demonios cubren sus pechos, los ángeles destellan en la noche. Los fantasmas gritan desmedidamente, los duendes corren tras la brisa, los jinetes cabalgan en desiertos alegres. Los muertos hablan entre si, los gusanos bailan enamorados, las mariposas cubren el sol, los murciélagos cantan una canción, mi juicio conciente tu clamor…
Las hadas de los deseos, El guardián de la oscuridad, la fabula de tus sueños, el aura de tus cabellos. ¡Discuten! ¡Ejercen! ¡Sobresaltan al dolor! Las polillas bajo la sombrilla. Tu muerta al cajón, tu deseo de varón, tus pechos de valor, son violadas por el sol, mientras la luna calla tras las nubes, besando a los astros, y las estrellas duermen por ser hijas puras de cristalina paz…
Enamorada, vespertina, olor de humedad, olor de mi habitación, ¡mi amor! ¡Mi canción! ¡Que mi cajón se vista de clamor! A, por tu amor, para mi, duendes de trajes inocentes, brujos de matorrales, cultura de incienso roto. Dejad que los mitos cobren vida. Dejad que los acertijos tomen nota, pues anota esto: “todos esos seres conocen de mi amor, porque cada noche bajo los árboles, escondido de los burladores, les digo que te amo y te necesito, antes que la luz ciegue mis ojos y no te puedan ver.
Autor: José A. Monnin Limpio-Paraguay Derechos reservados. Del libro: Tu poema entre las sombras. [email protected]
Parei, dei um estágio e descobri que quero é rimar, gritar, bailar, desarvorar... E depois, todo mundo grita e me bate, e bate palmas, traz pra frente, serelepe, pancadas e tchibum! Mergulho d'uma pedra n’água ou barrigada de quem não sabe dar caída. Caiu na avenida minha vida, meu passado emocionado, iluminado, falsificado como notas de “barão”, de “castelão”, de Sansão de tudo que termina em “ão” e que me abomina, que me ilumina. Os olhos dessa menina são que nem formigas no canteiro. Mas, que cheiro... Que deliciosa malícia... Até os peixes põem os olhos fora d’água. Enquanto espero essa avestruz, tento fazer algo produtivo. Quero ser ativo, embromador, enrolador de pseudos crânios. Quero “cranificar” as coisas com meus álibis, com meus astrais, com meus duendes que não me vendem, nem se vendem. Brigam e defendem a ecologia. Mas que mania de querer destruir tudo que é belo e elevar o mundo à zero! Zero é nada, pois não nada, nem sabe nadar... O cão é fiel ao dono porque é a sua imagem. Agora, imaginem quem é mais inteligente, minha gente: O dente ou a raiz? Que giz? Pra quê giz? Pra sujar o quadro ou minhas mãos? Tenho alergia, não sabia? Por isso não fui ser professor. Que dor, que demência. Perdi minha paciência e no fundo, não sou nada. Só um observador deste mundo em verso. Ou melhor: Deste universo, que não une nada nem se preocupa com o verso. E se converso, tem gente me espionando por trás do espelho... Me olhando com olhar de maluco, põe o dedo no meu nariz e diz: O que é que está olhando? Nunca me viu? Vai olhar a PQP (ato bonito, frase feia) que foi quem te pariu! Então eu vou e olho mesmo. Aí vejo uma rosa vermelha... Que asneira! Onde eu estava com o olho, que pisei na merda? Que merda! Não, não é merda, é bosta. Que bosta! Vou parar com este assunto que já está me dando nojo e parece-me que vai chover. Peguei em baixo... Fui sair sem escutar a meteorologia. E agora, minha tia? Vai cair meteoros sobre minha cabeça e eu tenho alergia... O meu maior vexame é que saí com sapatos para dia de sol. Eles têm furos nos solados, e os pobres dos meus pés vão morrer afogados, coitados. O que é que eu faço agora? Vou-me embora, ou espero a morte chegar? Ah, eu quero é amar... Amor, inoportuna fortuna que me desaba o peito. Touro feroz atacando o meu vermelho pano. Plano em debandada, desabalada. Desalento do meu canto. Não consigo ser eu depois de tantos “quais”, depois de tantos ‘quês” e “por quês”. Com ou sem til, o meu pavio é de grafite e não emite nenhum cheque sem fundo, pois o meu mundo é que nem eu: Pequeno demais para tanta pessoa e não é à toa que me isolo, me enamoro e viro um verdadeiro narcisista. Não é a vista, é à vista, de olhar as prestações do ano: primavera, verão, outono... Todo mês se paga uma quantia, mas nunca alivia a tensão... E atenção para este produto, porque ele foi proibido pelos próprios fabricantes. Não sem antes dar uma dose ao pobre do rato. Coitado do cobaia... Estava de tocaia, dando um “I Love you” num queijo, mas recebeu foi um beijo de um cientista louco que, por pouco, não acabou comigo. E depois de tanta invenção, eu quero mais é voar no horizonte, quero me sentir menino, quero viver passarinho que de anos, não agüento mais. Os erros se foram, passaram. As horas passaram, se foram. O tempo brinca comigo e arrelia-me envelhecendo-me... O sonho é um pesadelo, a nuvem é uma fumaça, o riso é um disfarce. Um século, custam dez dias e os dias são minhas agonias. Amor, distração, refeição alma, calma, solução... Não, não, não... Enlouquecer? Salvação? Praia, mar, onda verde... Ver-te, rever-te, reveste este, oeste, meu pensamento, horizonte aberto, amplo templo longo e espesso. Mas ninguém me vê ou me entende. Estão com preguiça de lutar... Vocês têm mais é que pensar, porque eu sou um verdadeiro fato. Tai o meu retrato: Um inhame debaixo do braço, um siri à tiracolo... Penso muito, por isso me enrolo. Sou uma verdadeira muqueca. Muqueca? Mudei de beca e tirei meu cavalo da chuva, pois não gosto de judiar do bichinho; Botei uma cobertura num ninho, abri uma gaiola para salvar um passarinho e tive que ser salvo pelos vizinhos, porque o dono era um bruta monstro e queria me matar. Veja se dá... Sai dessa, sô! Faço que vou, não vou... Ficar em duvida é igual a amar: A gente nunca sabe se conhece este maldito prazer. E prazer para mim é amar uma coisa chamada Natureza, você veja... A gente fica assim... bem de mansinho, molhado pelo sereno que cai devagarzinho, namorando uma musa chamada lua e a vida continua... Porém, quem não vai continuar mais sou eu com esta CERRAÇÃO ou no meio desta cerração porque o que eu queria, já consegui: Chamar a atenção. E atenção para o toque de oito segundos para descortinar esta neblina: 8-7-6-5-4-3-2-1-0... Fogo! Fogo? Fogo onde? Ah, desculpem. Isto são os resquícios da guerra. Mas é assim mesmo que CERRAÇÃO encerra. E ponto final.
A cerração será contínua enquanto o tempo for instável... Memorável frigir dos ovos que nem eu estou entendendo nada. Estou recebendo intercâmbios (ou câmbios negros?) mas negro está o céu, neste momento em que o advento da tecnologia avançada, avança na mais perfeita ordem escalada em prol da Natureza com um "N" enorme para chamar a atenção de quem não tem coração e acha que CERRAÇÃO é a poluição da Natureza... Natural que alguém assim a veja porque esse alguém, não ama ninguém, nem a PQP, que foi quem o pariu (ato bonito, palavra feia). Meu corpo veste um fuzil de cor verde azedume e não me importa o estrume de valas em vias derramados pelos soldados de chumbo que fizeram deste céu anil, céu vermelho com o sangue infantil, fresco, como peixe fora d'água baiana com saia sem anágua bebida que aquece minha mágoa chuva que me molha e me enxágua e haja água para a minha onda de fogo barril de vinho pro ano novo terra que na terra é globo e englobo, engordo, engodo... em guarda! Lá vem o avestruz pro nordeste com o nome de ema agreste agride o panorama visual porque o jegue virou alimento e o burro, engole o aumento como uma comida qualquer. Nem saboreia, apesar de louco para gritar, brigar... Pobre infiel meu... cante um "FARDO" vista uma farda e vá trabalhar no campo, porque a bola é que está com a "bola toda". Só dá grana, na grama. E de grama em grama nunca se chega ao quilo porque, um quilo é aquilo nunca um quilo... São novecentas gramas o gramado, arado, pautado, aramado... Mentira da ira que ninguém toma providência de nada nesta província provinciana pró viciado do fumo! Que a Souza Cruz nunca será Cruz e Souza... A cruz é para o fumante, pois o aumento é estafante é dose para elefante. Quem fuma, se fumou, porque o vício é quem manda até na linguagem da massa, não querem mais falar em raça e confundem xis com cê-a-gá e vaca agá porque o chá, está fervendo na "xaleira" e chamego é a minha maneira de conquistar. Tanto que vou por num alto-falante que preciso namorar pois a vida está tão cara e minha cara é tão pobre que nem no "horário nobre" conquistaria IBOPE. O quê é isso, menino insolente? Não vês que estás demente com tua abstemia? Arranjastes uma nova mania de querer ser popular? Queres "virá" mercado ou queres "carregá" o fardo da coluna "sociá"? Nisso eu sou bom, seu moço! Agora eu me pergunto: Por quê sofremos? Se somos pintores de uma vida infame; cantores de uma solidão gentil; poetas de uma multidão de ausentes... Por quê sofremos? Se sonhamos alto, o mundo é pouco; se falamos baixo, o ouvido fica rouco; se pagamos à vida, ela nos dá o troco, e este troco e que me deixa fortemente - fraco - louco e mostra o homem fraco que sou, que serei, que sou rei, frágil, majestoso com um grande feito à fazer: N A D A. Não há criação e ninguém copia as coisas mais do quê as emissoras de televisão. Mude de canal e verá um programa sempre igual. É uma tal de falta de imaginação, que não tá mole não, meu irmão... Agora, vou aproveitar que a cerração está se dissipando vou tocar meu barco vou me adiantando pois já estou cansado de viver criticando.
A T E N Ç Ã O ! Não percam a quarta dose de C E R R A Ç Ã O, porque será o reforço. Se tomou a primeira tem que tomar todas para não ficar capenga do osso. Até lá!
Espanto a hora, espaço a vida em um ou dois passos, perco-me nos entrelaços e volto a ouvi-la no final do túnel. Com sempre filho pródigo, prodígio rodizio pela vida à fora sem hora, costumes e meses... É o desabafo na ponta da caneta. Viajo na fumaça do incenso, quero falar com Deus, quero pedir forças cósmicas estou em desencanto, desencontro dez vezes sem conto e nos dez, sou um dos mandamentos, vírgula, reticências... Quê faço eu, com sua ausência? Principio uma interminável dissertação e ouço uma canção. O rádio, está afim de fazer briga e eu estou afim de comprar um jornal e sair por aí, lendo os classificados sem conseguir classificar-me em nada rompendo em lágrimas os meus sentimentos. Sou tudo, poderia ser muito mais... Tenho tudo, não sou nada nem um bicho do brejo. E se ser sonhador, for virtude sou um virtuoso porque visto-me de ilusão as 24 horas do dia. E a jia, mora na lama continua sendo feliz até que o homem não a faça de janta... Estou com disritmia na maneira de escrever e esquecer, é o meu problema, apenas faço uma questão por segundo e segundo os astros, meu símbolo é fogo e eu sou fogo, porque me vejo água... Haja teimosia para tanta heresia! Será que é no destino, que falta um pino e ainda não me descobriu? Tem tanta gente por aí vivendo infeliz e tanta gente infeliz, por aí vivendo que ninguém sabe se com giz pode se escrever: eu te amo e felicidade ou com sangue, da ponta do dedo... A palavra sangue, chega a ser violenta mas, não é violeta, é vermelha e vermelho, é a minha cor predileta porque é violento e vivo e violeta é flor, é dor, é morta mas, não deixa de ser bonita. Sou um servo leal e devotado não sei de quem porém, sou muito descarado apesar da menina que ofusca minha honestidade... Para falar a verdade, só tenho vaidade e vai idade, vai idade, vai idade vem velhice, vão-se as misses, os mísseis e ai de mim é o fim, é ruim, é ruína que arruína o meu coração de papel apesar da minha insensatez (insensatez deve ser algo que vem do incenso, não?) e se for incenso, está comigo mesmo porque adoro espantar as coisas ruins. Se bem que, as boas, vão logo na frente. Para o meu vexame, meti-me num enxame não sei se de abelhas ou de gente porque, na minha mente só havia o exame final do colégio tal e tão logo eu receba a minha carteira de habilitação, serei um homem com "H" habilitado à qualquer coisa menos, a ter uma habitação porque o homem do BNH não está afim de doar. Só me dão carteira de saúde e durante um ano, eu me encontro sadio para o que der e vier e se vier mais forte do que eu não adianta porque não devolvo a carteira. Sou um colecionador maluco adoro colecionar besteiras e no meu mundo de ilusão fiz bolinhas de sabão, penetrei no seu interior viajei FOR IMAGINATION... Ai, que criação! Tornei-me poliglota, “biglota” ou "niglota" = (nenhuma língua) mas, no fundo sou brasileiro muito índio, muito guerreiro muito purificado, muito selvagem muito tão e assim, porém sem quer nem que seja fui e vim, sem querer ficando no polo aquático ou água não sei o quê e continuo brasileiro índio-bol e maravilha carnaval e sol na ilha cana nos fins de semana trabalho pro resto da vida e a vida é procurar trabalho... no bolso, sal grosso e um dente de alho para afastar as ruínas e abrir os caminhos ajudar o povo a não chorar sozinho... tem muito caboclo roendo osso e plantando capim para a alimentação. Coitado do Sansão... por quê cortaram os seus cabelos? E eu aqui, querendo cortar os meus mas, estou sem um tostão. Ave Maria, que vida farta! porque farta tudo: farta amor, farta harmonia, farta até ilusão porque ninguém se ilude sem comer feijão. Falei em feijão lembrei-me das cifras, do cifrão. Coitado do nosso cruzeiro... Os "barões" não podem mais fazer um cruzeiro com o nosso cruzeiro. Ainda bem que o seu nome vem de cruz e cruz, lembra sofrimento portanto, eles só têm que sofrer... sofrerá, chorará eu estou é querendo rimar conjugar, misturar, arrotar, suspirar gritar, chiar porque passou umas coxas bem gostosas em minha frente que de repente, esqueci o fomento (significa: fome mais aumento) perdi o fim da meada, da picada e etc... Voltei, espantando a hora espaçando a vida e em um ou dois passos esqueci a ferida e fui brigar por outros motivos. E para encerrar esta quermesse eu rogo à Natureza uma prece para que perdoe os homens com toda a sua “analfabedoria”.
De mansinho, fui molhado por respingos, salpicados do monstro do monte verde alado coração, mágoa, água, de mãe abençoado. Coração, mão, mágoa, de mãe petrificado. Cantiga do DÓ de mansinho dormir. Lua da cara preta não me envolve mas, me espreita e se deita no meu colchão adocicado com o perfume de após sexo. Estou complexo, com o complexo de coração, mágoa, água agora desencarnado e vivenciado por um ator que é o autor, de inúmeras pedradas no telhado do vizinho. (e era criança mimada) Teve complexo escolar, complexo industrial, complexo de todo tipo complexo de todo mal menos, complexo de simplicidade. Na lua, onde um segmento é mãe até São Jorge tem força para devorar a serpente. (hoje se come de tudo) Água... Involuntariamente se envolveu com um cara casado... Agora, está grávida mas, sem gravidez porque ela toma "Píula do Dotô Rossi calibre 45". Quando a coisa aperta, ela esperta o gatilho e sai gato por tudo quanto é trilho e mata a fome dos favelados, flagelados e etc. Mãe... Palavra simples, mas mais forte que a dor de uma cabeçada num poste ou que ciúme de marido possessivo, peçonhento, avarento e tudo que acabe com "ento" até chegar o aumento dos não trabalhadores da vida. (está bom de fundar um sindicato) Ai amor... Quem foi que fez de mim um trouxa? Sempre uma mulher inverossímil... (coloquei esta palavra aí mas, nem eu sei o quê significa)
Vamos deixar de lado e agitar a poeira da cidade que está precisando dar a volta por cima de quem a petrificou (ela preferia asfalto), deixou a bichinha com o coração de pedra, não ama mais ninguém... Nem eu, nem eu, nem eu... Cruzes! Pé-de-pato mangalô três vezes! (não assumi nada não, viu? Foi só uma descontração) Eu queria ver o sol e amar aquela morena do meu planeta... (e acabo de dizer que não amo mais ninguém, sou uma merda) Vamos mudar de assunto? (parece até aqueles cadernos de confidências de jovens adolescentes) Hi (ou xí?) mãe, madrinha, pai-de-santo, banho de folha... Me tira desse astral e me bota num cometa de... de... ah, o nome é inglês e eu não vou escrever não, porque ninguém vai saber ler mesmo! Eu já nem sei se quero ir para o cometa de... ou pra merda, ou pra uma história em quadrinhos ser super-herói de nada, não tem de quê, disponha... Um dia desse eu vô tomá uma "PÍULA DO DOTÔ ROSSI CALIBRE 45" pra ver se me dou bem no outro astral, porque este aqui está sendo banhado pelo sol e eu estou me queimando muito. De mansinho, fui molhado pela lua mãe, mágoa, rua chegando que de cara lavada, mergulhou na atmosfera montado num cavalo branco... Eu era um herói cachorro. Gente, não quer ser chamada de cachorro, e cachorro, muito menos de gente. O que me atrai nesta disponibilidade toda é a probabilidade da discordância sem elementos químicos para escrever; é o disparate da caneta enferrujada e muito mais; A mente aberta e educada para o caos da linguagem ferina, ferida, metida a besta... Orgulho de ponta endurecida. Falei, calei-me e BAH! Cuspi. Voltei novamente para o momento onde a lua da cara preta, cantava em Dó para mim dormir só sem acompanhamento de viola sem carinho de mãe, sem mágoa, sem água, sem brio, sem brilho, sem trilho... Vou embarcar novamente naquela canoa que me trouxe a vida que me deu guarida que me fez o sol e vou fugir desta cidade que já não é mais abençoada por causa dos calçadões que perambulam em nossa frente. Vou procurar o monstro, do monte verde alado para defender essa cidade, pobrezinha, coitada, donzela, singela e pura... (quanta coisa boa) E lá vai minha cidade fazer turismo na Europa para ver se ganha o troféu "berimbau de ouro" e traz para o Brasil. Canil? Coitado dos cães... Estou vivendo uma aventura e tanto, de olhos fechados e me pergunto: Quem fez esta sopa? Ou este sapo? Troquem as letras, bebam um e comam outro. Coitado do bichinho... Que perversidade... Morreu, antes de alçar o seu primeiro voo... Cuidado com os aviões! Estão "aeropelando" os urubus. Parece que estão com despeito dos planadores! E, em primeiro plano, uma notícia: A U M E N T O G E R A L ! Pronto, todo mundo desmaiou de susto. É o surto, é a epidemia de melhorias sem hora, e agora? Já tiraram a bandeira do mastro? Eu, quando estou afim de escrever, é assim: Merda por cima de merda. E tome-lhe canetada, canecada, mal passada... Isso dá até fome. E fome lembra os favelados, flagelados, famigerados... Hum... que fedor de pum... (isto é para fazer samba) Vou rimar a vida vou rumar testa à fora vou viver, senhora que o mundo está girando e o meu país é jovem, tem a cabeça nas nuvens, só pensa em futebol e carnaval... No final de tudo, se dá mal. É varonil, é verossímil (comecei a abusar da palavra) sem chances de esconder, que jovem tem a mente conturbada, perturbada, agitada e as coisas continuam complexas... A culpa cabe ao complexo vitamínico para endurecer mais o juízo final d'alguns que pensam que a vida é remédio e remedeiam a vida toda ou toda vida... Vida! Vida! Vida! Vem ver o buraco em que estou! Que fiz? Que sou? Tubarão? Até tu, barão? Com medo de usar o coração? És um bruto! Amas? Já não sou mais criança para falar a verdade porque besteira, quem fala é adulto... E lá vou eu de novo, pé de chinelo coração do vento querendo aumento sem trabalhar... Vou partir, vou rimar vou chiar, que é para o mundo me ouvir. Batedor, batalhador cheirando a cachaça... Estou doido para voltar ao começo e continuar minha poesia mas esta caneta está afim de falar relinchar, extravasar e eu só quero é paz, meu rapaz. Vou vestir um blusão verde oliva e sair por aí dando marcha-a-ré, cavalo-de-pau, etc... Ser garoto propaganda divulgar a Natureza e combater os vícios de linguagem a que somos vítimas. Ah, use um creme dental porque você está mal... Eu estou doido para voltar ao começo e falar da lua mansa de confetes e serpentinas mas, esta menina, me enche de ilusões e me faz gastar todo meu dinheiro. (já não tenho nenhum) Me disseram para ficar calado e aqui estou eu, fazendo um verdadeiro ninho de rato, trapo, maltrapo e than! Cenas de filme mudo... Odisseias, bravos, sensações, alucinações e loucuras... (leiam com sotaque de francês, carreguem no "R" assim ó: Loucurrras. Sacou?) Vão pensar que vocês são mas, vocês mostram que não são. O estopim está aceso, mas não haverá nenhuma explosão porque meu coração está cansado de tanta emoção e de viver amor. Lua prata e céu marinho com tanto jeito de dar carinho fui sendo molhado bem de mansinho pelo orvalho que caia devagarinho e amado pela lua no meu leito, no meu ninho. Devagar, que este assunto merece respeito, falem bem desta cidade e andem direito não pensem em casamento não provoquem engarrafamento tirem os carros dos passeios para não quebrarem o cimento. Sou um tremendo defensor das coisas certas mas, acontece que os pedestres não ajudam. E que malandro sou eu, pra ficar dando colher de chá? Tá se sentindo mal? Tome a "PÍULA DO DOTÔ ROSSI CALIBRE 45" e os seus problemas vão para o inferno de Dantes, depois, antes... Quem terá problemas será a sua família que terá que gastar uma fortuna para fazer seu enterro. (isto foi um comercial para o dono de uma casa funerária) Agora, partamos de um assunto nefasto para dar uma de “poemeiro”, “polemista”, boateiro... E lá vai bomba! Assistam no próximo episódio: Brilhantes, os meus olhos faiscavam no escuro quando de cima do muro surgiu o nada assim de repente no vazio dos acontecimentos... E daí, acontece cada coisa que a gente fica besta e falido falando sozinho ou da vida dos outros de assuntos pautáveis, palpáveis, paupérrimos, pau n'eles e haja pau pra tanta briga. Eu gosto mesmo é de... (deixarei que as reticências falem pela mente de cada um). CERRAÇÃO é o momento, em que cerrar é uma ação, em que uma serra, entra em ação; É um ato do autor de inúmeras pedradas no telhado do vizinho... E ai de mim, que levava a fama. Era famoso, mas não queria. Prematuro, fruto maduro, mas duro, rocha, rock, Roque, e a danada da CERRAÇÃO não dá muita visão, embaralha as palavras na minha demente e somente você pode abalar, abalroar, abarrotar de amor o sentido da lua da cara preta no momento... Mãe, manda chuva, mutirão São Jorge, mate o dragão serpente, cão seu irmão numa nuvem de emoção. Briguei com o risco e arrisco a vida trabalhando sem risco mas, com todo cisco... E circo é a minha vida. O mundo é o picadeiro e eu o palhaço, a palhoça, o pamonha, a paçoca... Sou tudo, no meio da festa. Que absurdo! Escancarei a minha janela e invadiu-me uma brisa. Saravá, meu irmão, que a vida está viva! Se a Natureza um dia se revoltasse, o que seria de nós? Somos fracos diante dela... E a vela, era para o santo padroeiro de uma cidade benta que não tem poluição, nem engarrafamento e o esgotos sempre funcionam em tempo de chuva... A chuva, me lembra o orvalho e o orvalho, me traz desabrigo e nisso, eu fico ferido lembrando dos flagelados... E lá vou eu, caminhando se mereço sofrendo, pagando o preço de viver um trauma, com complexo tão complexo que não dá para encarar... Explode, meu irmão! Vai ser padre e rezar para a população que vive ociosa e ansiosa de uma recuperação só esperando os prêmios das loterias para realizar a sua ambição... E eis, que o choro de uma guitarra me desperta e lembro-me que de mansinho fui molhado por respingos, salpicados e o sal anda "picado" com tanta rehidratação... E tanta ciência me toma a benção porque o escuro é neutro, e neutro é vazio... Não procure discussão sobre o assunto para não haver discrepância. Deixe tudo como está para ver como é que fica... Axé, prêmio Nobel da esperança. Quiçá, por ventura, talvez eu me encontre no fim desta estrada e esta CERRAÇÃO me dê algo para comer porque, de fome, a minha barriga já anda cheia e somente você pode me abandonar. Bah! Não estou aqui para fabricar ilusões nem me tornar um labirinto. Eu quero é salvar o pinto de se transformar em omelete... Tô doido pra terminar, mas ainda não arranjei um jeito. E me deito, e me levanto e nada desse porre ter um fim... Então eu vou terminar assim: Adeus, meus compadres, meus camaradas pois falei muito, não disse nada mas, desabafei e minha mente atrofiada!
Ai, que cansaço... Mas, se eu quiser ser escritor tenho que me... virar. (maldosos, pensaram que eu fosse dizer um palavrão, não foi?)
Levei um ano para fazer isto... Está aí a prova da minha eficaz eficiência.
Paisajes eternizados en mi mente. Testigos viejos los balcones, cuanto tiempo en la misma sala. Solo abandonado por los que más te amaban, y hoy solo eres nada. Objeto de risas para los acompañantes. Mañana mueres, y no hay quien llore, ni siquiera los techos de estos paisajes que clavan las maderas, sosteniendo las tejas. Bienvenido eres en la sala de los abandonados, en la sala de los enfermos, en la sala de los eternizados nombres, que mañana serán fantasmas…
Otro ocupará la misma cama, otro quizás vuelva a las calles, otros tal vez, morirán y serán fecundos en las paredes de la misma sala. Sala que vieron llantos, que entendieron los sueños, que callaron a los vivos, y que ya nadie ama como debía serlo. Paisajes eternizados en mi alma. Paisajes que cobran vida, atormentando mis sueños, mis sentimientos, mis hojas blancas y letras rojas, escritas con las sangres de todos los enfermos…
La puerta vieja, las sonrisas llorosas, la calma inesperada, los huesos vestidos de pieles. La voz baja, hacen que los venerados pasados vuelvan hacer presentes, en los paisajes de las paredes. La sala se llena de todos los pacientes, fantasmas y carnes. El miedo solo vuela por los tejados como gatos negros que lamen las heridas de los muertos.
Autor: José A. Monnin Limpio-Paraguay Derechos reservados.
Esperar tras la puerta. Encerrando ideas, matando noblezas. Sudar de frío, castigar al laberinto de húmedas tristezas. Aun el fantasma gira de miedo, y todo se torna desierto. El campo destierra, a los muertos, los huesos gritan en soledades, las alabanzas caen al suelo, como lluvia sin destino.
Los cementerios han quedado vacíos, los féretros han abierto las puertas del otro mundo. Cementerio espiritual, los necios querrán saber de la verdad, y todos al descubierto sus almas verán. Sigilosa, las sombras darán las costillas a los perros del infierno. Escarnio de cerebro marchito, la piel será testigo de tu verdadero castigo.
Mientras espero tras la puerta, cazando espectros. Las nubes anuncian su llegada, y los ojos de la serpiente brillan en los cráneos malditos de los poetas ya idos.
Autor: José A. Monnin Limpio-Paraguay Derechos reservados. 08/02/2013
El conocimiento volará. los murciélagos lo sabrán, y los hombres temerán. El despertar no tarda en llegar, las heridas sanarán, y todos bajo la luz lo verán. La muerte pasará, la muerte ya no ejecutará, pues su vida entregará a la bestia que el mal creará. No temáis profetas, no os alborotéis poetas, ni vosotros que os creéis santos.
A todos vosotros, os cantaré si fuera posible. Pero, nada de eso será rentable, pues la muerte ya no tendrá poder, ni la vida amor, todos caeremos al esplendor de las tinieblas, que aun Maldoror sentirá la furia en su corazón. Las revelaciones gritarán, el libro de las memorias callaran, y tú, hombre al polvo volverás. Ni aun la muerte al gusano olvidará. ¿Y, entonces bajo quién estarás?.
Autor: José A. Monnin Limpio-Paraguay Derechos reservados. 02/02/2013