Poemas :  AMOR APASIONADO
AMOR APASIONADO
La pasión se apoderó de mis sentidos
en el irrefrenable placer de los gemidos,
aunque nada en el amor es prohibido
siento que fui más allá de lo permitido.
…………………………………………………………

Corcel sin brida ni correajes fui…
a campo abierto cabalgué por las praderas,
verde valles, verde montes, hierba fresca
en aromas de tu cuerpo y de tu boca.

De almizcle el cuerpo lleno me abrazabas
mordí del verde pasto de tus llanos,
abrevando de las azules tectónicas lagunas
en el borde mismo de tu paraíso.

Sin sentirlo el noble bronco fue domado
por los besos y el frenesí de tus caricias
caí de espaldas y en la seda, con ansias
La Godiva, trepó sobre el fiel domesticado.

En el intercambio de bellos madrigales
también hubo los de personalidades,
y fui caballero andante en la montura
de la más hermosa y suave criatura.

Ardiendo entre la pasión y el desespero
noche a noche repetir la magia espero,
de momentos en que a grupa me llevaste
por caminos ondulantes, saciando mis deseos.

Delalma
Miércoles, 25 de agosto de 2010
Poeta

Poemas :  Perdida...
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Vôo pelo teu espaço,

perco-me nos teus passos

e não me acho, não escapo

da solidão...

Deste encalço!

Ainda tenho um coração...

Sem teus carinhos,

me desfaço

em centelhas sem luz, pedaços,

pontinhos na tua estrada...

E onde estás?

Por que não me inclui?

Por que nada se conclui?

Morro, lentamente, neste mar,

na tua dimensão,

afogada em interrogações,

corro perdida,

estico meus braços,

querendo te alcançar

mas não me vês,

caio no precipício,

em queda livre na tua canção...

E me deixas assim...

Onde está tua compaixão?

Onde te encontro?

Em que lua,

que mundo,

em qual ilusão?

Corre na minha direção,

me alcança, não me deixa aqui...

sozinha, caída, esquecida...

Te espero, sonhando, deitada

nas folhas caídas

da tua estação.



Poeta

Poemas :  Indiferença
Indiferença mira-se no rosto,
Sentido ao lábio que treme, não sente.
E se o notas assim tão indiferente,
Nas noras da calçada imprudente
É o rosto calcado ao silêncio
Num poema parido ao relento!

Pois calcarias lousas uma a uma,
De olhar desviado sem ver!
Oscularia inimigo…só por sim,
Afecto da lua, as quimeras…
Respeitaria o grau em bel-prazer
E desposarias nada para o ter.

E se o nada difere do uno
Naquele que olha o linear,
Num espaço vago ao futuro…
Então anulo-me inacabada,
Em linhas de descoroçoar
Num rosto que não diz Nada!


Carla Bordalo
Poeta

Poemas :  TU PIEL
TU PIEL
Tu piel
Tan plena,
Tan lejos,
Tan blanca
Me arranca ritos, mitos,
Poemas casi
Perfectos.
Tu piel
ES un concepto,
Un ensayo.
De soslaio,
Tu piel
Tan desejável
ES indecifrável.
Ojo para dentro
Y sumes en el grande
Nada.
Encruzilhada:
Atravieso rápido,
Mirando para frente
Y todo en mí Miente,
(Descarada)Mente.



Karla Bardanza
Poeta

Poemas :  NIEGO
NIEGO
Niego, rechazo,
Rechazo, rebato
El hecho, la foto
Y fito el además
Por el contrario.
Renuncio, refuto,
Repudio, desmiento
Lo que fue, lo que aún
Siento.
Afirmo, garantizo,
Certifico, ratifico
Que con usted nunca
Más quedo.
Expongo, depongo,
Confieso, alego
Que poco sueño
Con tu boca.
Vacilo, confundo,
Y hago una errata
En el libro de la vida,
Informando que ya
Cicatrizou esa herida.
Muestro las garras,
Toda atrevida, llena
De sentido literal.
No hace apenas: sólo entiende
Que puede leer mis entrelinhas,
Justamente aquellas que
Aún me dejan sola.



Karla Bardanza
Poeta

Poemas :  DICCIONARIO DE LA EMOCIÓN
DICCIONARIO DE LA EMOCIÓN
Cuando escogí la osadía,
Escribí en mis algemas
El abismo.
Redefini hechos, corté fotos,
El sabor del saber en la punta
Del corazón.

Corté los cabellos y los pulsos
Del miedo, desaté los nosotros y los secretos, Bordé con los hilos del infinito los
Cielos y los dioses. Cuando escogí
Los lados, corriendo rumbo al
Sueño y la delicadeza.

Rasgué el pasado, perdoné
A mí misma, me amé
Con el alfabeto del deseo,
Con el diccionario de la emoción
Hasta caer tonta de placer
En mis propias manos.

Cuando escogí el vuelo más alto,
Pulei para otro lado de mí,
Gritando libertad, hablando
Sólo sí.



Karla Bardanza
Poeta

Poemas :  A ROTA DO CORAÇÃO
A ROTA DO CORAÇÃO
Não quero ser poupada
Neste amor.
A eternidade não basta.
A hora se chama infinito,
O agora é o sempre com
Olhos de folia.

Não quero ser poupada
Neste amor, não quero
A anistia do medo.
Preciso desta queda para
O alto, desta total completude
Tão mitológica e ideal.

O amor é da tessitura
Dos sonhos, da largura
Da poesia.
Encantada nessas profundidades
Sem fim, encontro ainda um
Pouco mais de você todo dia
Em mim.

E deito anestesiada,
Cansada de duvidar
Dos pequenos milagres
Que apenas o amor
Ainda pode trazer para
Aqueles que já esqueceram
A rota do coração.


Karla Bardanza

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Poeta

Poemas :  Meu segredo
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Eu poderia te mostrar as cores
verdadeiras do amor, se você deixasse.
Poderia te dar os melhores momentos
da minha vida, se você quisesse.

Alcançaria teu cansado e duro
coração num demorado beijo.
Mas sei que este é só o
meu e não o teu desejo.

Meus pensamentos te seguem
aonde quer que você vá.
Meu corpo estremece quando te vê.
Não sei onde esta confusão me levará.

Meu coração louco e sem controle,
Perdeu-se de mim, caiu no abismo da ilusão.
Fez desta amizade um pretexto
Para eu viver e morrer de paixão.
Poeta

Poemas :  EL AMOR NO ES TODO
EL AMOR NO ES TODO
El amor no es todo.
Él no puede alimentar
Mi esperanza cansada
Tampoco matar mi sede
De delirio y tempestad.

Y yo di mis manos para ser algemadas.

El amor no es todo
Para quien ama además de las palabras,
Para quienes se da entero y delicadamente.

Y yo dejé mis alas de cera derreter
En este calor insensato.

No receio ese amor que no es todo.
Receio ese todo que aún no consiguió
Dejar de ser amor.



Karla Bardanza

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Poeta

Poemas :  MINHA MÁGOA
[img width=600]http://fotos.sapo.pt/9WT8sMjcIg7btOCBzewB/s340x255[/img]

Ah, pobre de mim, alma tão dolorida.
Com meu coração ferido, a sangrar...
Pois o punhal que cravaste em meu peito
Tão fundo e exato, inda não pude retirar.

O suor perfumado escorria por meu corpo,
Contraído pela agonia e pelo desgosto,
Ao descobrir teus segredos, teu jogo.
Ah, como pudeste comigo ser tão maldoso?

Acabaram-se meus dias de contentamento,
Em prantos, sozinha, com meus pensamentos,
Suplicando outro destino... Sinto-me perdida!
Dá-me outra chance, Senhor, outra vida!

Por que tornaste meu destino angustiado?
Por que me fizeste tão alto sonhar?
Preso ainda às sombras do teu passado,
com o amor que te dei foste brincar.

Raposa disfarçada, amou-me com uma mentira...
Outra adorava com poemas e versos perfeitos,
Trabalhados em letras, sentimentos e rima.
Tornando minha vida, cada dia, um desespero.
Poeta