Poemas :  Me encuentro pensando en ti

Me encuentro pensando en tí,
sin importar la distancia
que, de momento, mantiene
separadas nuestras vidas;
son tus palabras queridas
las que me tienen cautivo,
confieso que sólo vivo
para llegar hasta tí.

Estoy temblando de amor
por tí, por tu corazón;
me alimenta la ilusión
de compartir nuestra senda
y prodigarnos el calor
de nuestra mutua pasión,
sin importar si lo entienda
o no la voz de la razón.

Te quiero en tiempo presente
y te querre más a futuro,
este amor es permanente,
voy a quererte por siempre
con el amor más maduro,
más firme, más fiel y puro
y dedicarme, eternamente,
a tí, con plena devoción

armando romero
@ramshady

pronto mi pagina web
Poeta

Poemas :  O que Pode Advir após os Cinquenta Anos
O que Pode Advir após os Cinquenta Anos
Agradeço, Trebis, pelo convite. No entretanto aproveitei um texto recente, para transformar de HTML para o código atual do Latino-Poemas e do Luso-Poemas -- poderias você me dizer qual é esse código de linguagem? -- e confesso, é trabalho árduo e sem recompensa; tópico frasal, ademais, bantante aplicável a este Artigo, pois remete a um Texto do Aecio, um poema excelente, e que ninguém fez qualquer o mínimo de atenção.

Uma crônica sobre um texto intimista e de reflexão, de Aecio Kauffmann Colombo da Silva, que somente alguns poucos de nós o poderá fazer, que é dobrar o cabo dos cinqüenta anos...

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Para Gostar de Ler e Escrever:


Uma crônica sobre um texto intimista e de reflexão, de Aecio Kauffmann Colombo da Silva, que somente alguns poucos de nós o poderá fazer, que é dobrar o cabo dos cinqüenta anos
Foi Quase Assim!

Antero Vaz de Andrade


Foi Quase Assim!

Antero Vaz de Andrade


Pois foi!
Foi assim mesmo!
Foi quase assim, como se vê as estrelas lá encima
sem saber-se a quantos mil quilômetros de nós, esteja.


Há meses passo batido pelo dito --- texto do Aecio, --- cujo e, talvez não o tivesse ainda lido por parecer-me um troll; ou algo desse gênero -- pois já li outros textos do autor -- e pareceu-meu mui complexo para meu parco entendimento], pois forja as paravras como o forjador de ferros que quanto mais vermelho e quente estiver mais ferozmente trata de o bater.

Assim, por este meu meio empregado, de não puder ler tudo que quero, vou deixando alguns pela calçada, na esperança vã de que me recorde o canto onde escondido esteja, o texto, nesse limbo internético e frio; onde todos nós, e nossos textos, estamos reduzidos a zeros e uns, numa combinação profana dos desejos.

O meu tempo é pouco, e mais lhe o atravanca esta mania que eu tenho de, ao debruçar-me sobre alguma arte, escrevo sobre a dita, de um modo que tento apreender toda a arte que daquela surja.

Assim muito tempo eu perco pois trago junto a mim também outra mania, que é a mania de, tudo, o ver bem feito.

Assim, quando penso apenas dizer um "ói, amigo, tudo bem?", saio escrevendo, e na escrita às vezes disgressões cometo -- como esta,--- porque tantos assuntos há, e sobre os vários prismas de um mesmo objeto, temos que sair mansinho, senão me perco.

Adiante o big-bang que originou a gênesis de tudo que foi nesta página, por mim fertilizada, ao deitá-las como o esterco, a sustentar a rosa
e seus espinhos;
e a sustentar a grama...

Que também ora lembro, e que quase esqueço,
que no poema havia grama e nessa grama
dois corpos, um pelo outro, desfalecendo.

Antero Vaz de Andrade.

O texto acima refere-se aos dois textos adiante, onde o próximo é uma manifestação de perplexidade sobre o texto que vem depois a ele, de autoria de Aecio Kauffmann Colombo da Silva, e que há tempos publicado; e nem mesmo um simples "flw" ou Vlw" em resposta a seu tópico.

Lustato Tenterrara 41 minutos atrás


Reflexões Sobre Meio Século de Vida

Antero Vaz de Andrade.

Rapaz, que desperdício, eu me pergunto agora...

Como é que pode um texto, um poema tão magnífico,
ficar meses perdidos, sem um comentário sequer?

Será que nunca foi lido? Que nunca foi visto como a subida de um lance de uma escada; e agora, do cimo, à descida.

Ou será que acabaram-se as exclamações internéticas: up, down, vlw, flw ?

Ou algumas outras menos internéticas: "interessante, gostei, bom, muito bom, demais! Excelente".

Decerto que a internet tem os seus trolls de internet e este pode estar suspecto, que tenha tal dubiedade;

Mas deixar um poema bem escrito
sem um mínimo "oi" que se preste a dizer: "gostei. vlw aí cara"

é uma falta de humanidade, porque ao mesmo sintoma doentio dos trolls de internet, tem o escritor, o poeta e o valente!

Que se lhe digam alguma coisa. Que alguém diga ou fale ou grite!

mas que não se deixe passar, assim, o poema despercebido, pois apenas pede o poeta esse pagamento: que se lhe diga: gostei; bom. é isso;

E que aos que faço e não seja para elogiar, quando o faço, pois são tantos, decerto não o faço online, mas em off, às vezes temos a cara de dizer in off:

[size=x-large] "não gostei. creio que vc poderia fazê-lo ainda melhor acaso debruçarse-se por sobre o papel, e o escrevesse com a tinta de um coração dilacerado, e, ainda, a lhe fluir o sangue!"


Não é pra tanto, é claro, não foi o dito em vermelho dístico, direcionado ao teu Belo texto, amigo.


Mas não se deixe levar por meros 50 anos, que embora quase não se chegue a mais outros 50 anos, dando-nos a certeza quase absoluta de que já se foi mais da metade de uma vida, senão quase toda ela.

O que deve-se fazer é se cuidar pois daqui a 30 anos ninguém mais morrerá de doença nem de velhice; o que, embora para nós parece impossível, nossos filhos e netos, bebês, a eles se dár-se que viverão por mais de 100 a 300 anos;

e para aqueles que nascerem daqui a vinte ou quarenta anos viverão, com toda certeza, bem mais que mil anos.

O que hoje é 100 anos difícil de ocorrer, para eles será terceira idade lá pelos seus
800 anos ou talvez não exista mais dado a se saber a quantos milhares de anos viverão.

Porquanto, o caso é que descobriram que a velhice é uma doença. E dado que descobriu-se o código de DNA, pode-se agora, de repente, possuir-se vida digna por toda a nossa efêmera eternidade.

Assim, fixe o que eu disse acima, meras reflexões do dito, sobre o não dito. E tendo disto isto, cordiais saudações ofereço.
Um Abraço, amigo.
E parabéns pelos teus cinqüenta anos. Que muitos outros lhe venham.

Antero Vaz de Andrade.


Adiante o texto, do Aécio.


ADEUS AOS IRMÃOS D'ARMAS.

Publicado por Aecio Kauffmann Colombo da Silva
em 5 maio 2010 às 15:25 em Sarau Literário

: Aos irmãos de armas


Já vou compondo em tom de despedida..
Não que eu me vá, mas me preparo agora
a que na falte,e quando da partida,
esqueça alguém, na pressa de ir-me embora.

Cinqüenta anos (para alguns bem menos)
nos congraçaram em sofrimento, amigos.
E a nossa fé , mesmo vivendo extremos
mais estreitou-nos em afeto, Digo

que não me esqueçam, mesmo que anos passem
com os caminhos tornando-nos dispersos
mesmo que mais nos distancie a morte

Lhes devo muito... e vocês todos sabem
que toda a vez que eu poetar,
meus versos terão saudades
de quem lhes deu porte.

Taças às mãos num brinde derradeiro,
mas tão sincero puro e verdadeiro
quanto a saudade que já se aproxima.

Adeus amigos... E um amigo afirma
que somos todos, na'ora que se exangüe,
todos irmãos, e quase irmãos de sangue.

Aecio Kauffmann Colombo da Silva)


Lustato Tenterrara & Aecio Kauffmann Colombo da Silva

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Poeta

Poemas :  Amor maduro

Titulo Amor maduro
Desde que mi negra cabellera se tiño de gris
vivo aferrado a las ilustres letras
como hiedra adherida a la pared,
ella me auxilia en mis tiempos mustios
y de gran inquietud,
casi sin notarlo
todo se ha ido remplazado en mi estirada existencia,
mis agrados son los mismos
porque lo voy a negar
me gusta contemplar a una escultural doncella
deslumbrar con luz celestial,
en mi joven vida los capullos de rosa
eran mi gran afición,
pero en mi madura existencia he descubierto
la belleza de la rosa cuando están bien formadas
y soy como esas abejas que disfrutan
del dulce néctar que solo le puede entregar
la flor cuando esta madura,
me juego todo por la belleza de la dama adulta
que regala la flor de su jardín
sin permutas, ni preventas sólo por la fascinación del amor
de un caballero que le pueda ofrecer a su ilustre alma
una vida mágica colmada de hermosa pasión
y descubres lo hermoso que llega a ser
el viejo juego de la dulce persuasión,
he comprendido que el amor mas noble
que puede existir en cualquier etapa de la vida
es entre adultos mayores porque se complementan
y están agradecidos por esa nueva etapa del amor.

AUTOR:
Marco Gonzalez
Poeta

Poemas de reflexíon :  El Poeta Compasivo
Soy Hijo de Dios,agradecido.
Agradezco a la Iglesia Universal.
Agradezco a la Iglesia Católica.
Agradezco a los Héroes Católicos.
Agradezco a la Iglesia de los Testigos de Jehová.
Agradezco mis bendiciones.
Agradezco mis bendiciones.
Agradezco mis virtudes.
Agradezco mis defectos.
Agradezco mis éxitos.
Agradezco mis fracasos.Amén.
Poeta

Poemas de reflexíon :  El Poeta Compasivo
Soy Hijo de Dios,agradecido.
Agradezco mis Lectores.
Agradezco a España campeón mundial en Sudáfrica 2.010.
Agradezco el partido de Belgrano de Córdoba 2 - 0 River Plate de Buenos Aires.
Agradezco al Real Madrid campeón de la Copa del Rey 2.011.
Agradezco a Barcelona F.C campeón de Europa 2.011.
Agradezco a Internacional campeón de América 2.010.
Agradezco a Estudiantes de La Plata campeón de América 2.009.
Agradezco a Boca Junios campeón de América 2.007.
Agradezco mis brazos.
Agradezco mi vida.
Agradezco mis ojos.
Agradezco mi Fé.
Agradezco porque soy Hijo de Dios, perfecto.
Agradezco a mi tía Belén Romero.
Agradezco a Derecho Laboral 2.009.
Agradezco a Derecho Natural 2.009.
Agradezco a Derecho Laboral 2.011.
Agradezco a Derecho Natural 2.011.
Agradezco la Práctica y Residencia 2.011.
Agradezco mis estudios.Amén.
Poeta

Poemas de reflexíon :  El Poeta Compasivo
Soy Hijo de Dios,agradecido.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis antepasados.
Agradezco mi Fé.
Agradezco al Creador del Universo.
Agradezco al Creador del Universo.Amén.
Poeta

Poemas de reflexíon :  El Poeta Compasivo
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Agradezco a mis antepasados.
Agradezco a mis familiares.
Agradezco a mis lectores.
Agradezco a Diego Maradona por el mundial de México 1.986.
Agradezco a los directivos de esta webs.Amén.
Poeta

Poemas de desilusión :  UN MUNDO MIO
Mucho más allá de la vida
hay un mundo mío
lleno de realismo y verdad
donde vivo yo
ahora, mañana y siempre.

Mi mundo es mío
donde se vive por amor
donde se sueña en alegría
donde la ilusión es realidad
donde el silencio se conjuga en amor
y el grito silencioso en dolor
la tristeza en compañía
donde de nada nos sirve llorar
porque las lágrimas al caer
son perlas que caen al mar.

Al pensar en ti
tristemente me doy cuenta
que no entendistes mi mundo
porque no sabes soñar
y al mirar tus ojos no encontré ilusión
sino a un pájaro herido
donde el día es tu noche
y el vuelo es torpe
porque lo bello de la vida
no era tuyo era mío.

delfin
Poeta

Poemas de reflexíon :  El Poeta Compasivo
Soy Hijo de Dios,agradecido.
Agradezco mis bendiciones.
Agradezco la Tierra.
Agradezco mi Fé.
Agradezco porque soy Hijo de Dios, perfecto.
Agradezco porque soy Hijo de Dios con Fé Ilimitada.
Agradezco a mis lectores por su incondicional apoyo.
Agradezco el Paraíso.
Agradezco a mi madre por su amor a mí.
Agradezco a mi perrito Bobee.
Agradezco a mi perrito Kaiser.
Agradezco porque hoy es un día perfecto.
Agradezco el sol cuando aparece.
Agradezco a la luna.
Agradezco el frío del día de hoy.
Agradezco a mis lectores.Amén.
Poeta

Poemas de desamor :  Heridas
Plasmé mis sentimientos por ti en un papel, más tu respuesta fue tatuar heridas en mi piel, y aunque algunos le llaman cicatriz yo le llamo directriz pues a cambiado el rumbo de la parábola de mi existencia, para dirigirla a lo más alto de esta cúpula que algunos gustan de llamar vida, y aunque le dio un nuevo camino la nostalgia redujo el impulso, e hizo que mi barco naufragase en una isla desierta, una isla conformada por las playas de mi soledad, y en el medio había grietas tan graves como las heridas que antaño me causaste, más me levanto y avanzo quizá a un futuro mejor, quizá a algo peor, más me rehúso a quedarme quieto, miro un espejo, y noto como de a poco se han borrado aquellas marcas, y aun así no encuentro algo con la fuerza suficiente para hacerme olvidar la hora maldita en la que tus garras de venganza hicieron de mi carne su objetivo, y aunque el bálsamo de mis letras parece aliviar el dolor, siguen resonando en mi mente poemas mal versados por el efecto de tu recuerdo, e intento escabullirme y rescatar de estas torcidas memorias el grado de esperanza que mantiene mi corazón latiendo, pero, ¿Como olvidar algo de lo que no me puedo arrepentir?
Poeta