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No fue ni en abril ni en mayo ni en junio, ni a bajo costo, ni en julio será hasta agosto pa' la excusa tienen callo llegarán como de rayo al país por ser gratuitas en lancha, en camionetitas, las prometidas genuinas y benditas medicinas que no curan nuestras cuitas.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 15 de julio del 2025 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Cuando llueve en la ciudad el agua va para el caño o inunda causando daño en grave calamidad se pierde, así, sin piedad nadie ha querido captarla para potabilizarla López mal no se preocupa sin desazolvar se ocupa en, por siempre, más regarla.
Autor: Lic. Gonzalo Ramos Aranda Ciudad de México, a 16 de agosto del 2024 Reg. SEP Indautor No. (en trámite)
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Poeta
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Não sei se é carência, castigo ou falta de juízo... Ninguém tem o domínio de nada.
O amor que nos conduz, é uma estrada, que ninguém sabe onde vai dar.
Pode ser asfaltada, de barro, de pedras... Sem fim. O amor é bom ou ruim. Cada um é que sabe sua dor.
Eu sei, pois do amor e da paixão, eu já provei. Continuo amando e amarei.
Se ficar sem amor, morrerei. Pois amar é um vício, que sempre terei.
A.J. Cardiais
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Poeta
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Ela me viciou com seu beijo devorador; com seus carinhos, com seu amor, com sua atenção...
E agora, para suprir a carência, eu apelo com urgência para a recordação.
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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À procura de amor, bati em muitas portas erradas... Destravei portas cerradas, quando mais deveria travá-las.
À procura incessante de amor, o desejo violento bate sempre. E muitas portas erradas surgem na estrada.
É, a carência cega... E a gente nunca sabe em que porta está batendo...
A.J. Cardiais imagem: google
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Poeta
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