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ERA UMA ADVOGADA, QUE COMO EU AMAVA OS BEATOS E OS ROLINS TONES.
LATIA COM A LUA XUPAVA MEU PAU LAMBIA MEU CÚ...
CHEIRAVA POZINHO CANTAVA NA ZONA E OS VIRA-LATAS POR ELA TORCIA.
CACHORRA FACEIRA DE RABO RUIDO DE VIVER SENTADA COÇANDO AS FERIDAS.
CACHORRA ESPERTA:
NO PORTUGUES:: ….........................ANALFABETA
NAS ARTES: …........................UM FRACASSADO.
NA RUA: …........................UMA TERRORISTA.
NOS BANCOS: …........................UMA ASSALTANTE.
NA CAMA!
UMA XOXOTA: .....................ARROMBADA …..................COM AIDS …..................FOLOTE …..................E FODIA TRIPÉ[COM3 CACETES] .....................UM NO CU .....................UM NA XERECA .....................OUTRO NA BOCA. O JUIZ::
....................VEM AQUI AGORA TO CHAMANDO, ….................VEM MINHA CACHORRINHA ….................O URUBÚ TA TE ESPERANDO!
A CACHORRA: …......................EU NAO SOU CACHORRA NAO …......................PRA VIVER TAO HUMILHADA, …......................QUERO TER UM RICARDÃO …......................E TOMAR MUITO NO RABO!
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Poeta
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...ninguém meta o sapato..."
"Meu amor, fazes-me cócegas Quando me atiras, zangada, O sapato ond'aconchegas O teu pezinho de fada!..."
Tita Nica
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Poeta
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Chá de sexo
Chá de sexo em ardor pleno É cura até para gripe, Com um sono doce e sereno, Não há mal que não dissipe!...
Tita Nica
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Poeta
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José es por lo que no va a andar ... Usted no sabe lo que es la vergüenza Comida uñas de los pies;
Familia de poca fe Es una familia de Bernabé Entre los santos saben El padre de Jesús, José;
Es José, vino de ubuntu negro El patio de crin Más allá de las esquinas de Aruanda El cambio a un olor medio pie;
Sé que José, un brasileño es humilde ... Eso ta comienzos de pie Para el jardín espera En la cosecha de café;
Sea buena manías, José .. En la plaza de la catedral de Usted no sabe lo que es la vergüenza Comida uñas de los pies.
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Poeta
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A HISTÓRIA DA BOLA
Lá vem a bola Desacreditada de si mesma Às vezes vem rolando, chorando... Lá vem ela Otimista procurando o gol Insatisfeita e realista Vem sendo chutada desprezada Um pouco apressada À procura do gol.
Lá vem a bola Indignada por si mesma Nos campos de pelada Maltratada e pisada Lá vem ela Oportunista e mal intencionada Protagonista da garotada Um pouco cansada A caminho do gol.
Lá vem a bola Idolatrada, mas não por si Observada pela torcida impaciente Adorada e odiada ao mesmo tempo Lá vem ela
Disputada e disparada A caminho do gol Mas a trave desesperada a impede A incrédula bola Despede-se do gol
Lá vem a bola Estática por si mesma Ansiosa na marca da cal Com frio na barriga No momento do gol Lá vem ela Espalhafatosa e veloz Rompendo a linha divisória É gol... I ki golaço Como diria Silvério Alegria de uns Tristeza de outros Lá vem a bola outra vez A caminho do centro Carregada com tristeza Por quem a pegou.
Esta é uma justa homenagem à bola Que num espaço de 90 minutos Pode fazer sorrir e chorar Ao mesmo tempo Uma mesma pessoa.
Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli Agosto de 2003 no dia 05 Itaquaquecetuba (sp)
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Poeta
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COLIBRÍ
Dejame que te diga mi amor que he visto por ahí tu pájaro colibrí aletear de flor en flor
colibrí no está feliz ha cambiado su traje porque un tal de señor gris le borró su plumaje
Mirando la copa al revés vacila sin se rendir pica una y otra vez y sigue siempre a sonreír
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Poeta
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