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ME APENA LA VIDA…
Me apena la vida tan preciada, y desperdiciada por el mediocre e inseguro andante cabizbajo, mientras el postrado invalido, llora un océano de impotencia gritando sus ansias por sobrevivir, me apena la vida, que es vista totalmente intrascendente por aquel que aun habiendo un sol resplandeciente quejoso mira un absurdo y oscuro día, el impuro por instinto pide un alcázar, y aun más de lo que el mismo no querrá dar, caminando sin rumbo y sin sentido, con la apatía de un sentimiento desagradecido y relajado, destruyendo la ilusión del prójimo desventurado que se embarca esperanzado en su velero crepuscular, deseoso de que sople el viento y navegar contra todo temporal, me apena la vida, que se va sin compasión que se viste de amargura enfurecida, mientras reposa en un perverso tálamo la alquimia de la ambición y la envidia, que se vive sin amor y en soledad, aparentando tenerlo en demasía en el diario despertar de la zalamería, viviendo con la sierpe de la mentira, presumiendo de llamarse sociedad.
Mónica Lourdes Avilés Sánchez. Derechos de Indautor País México.
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Poeta
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[img width=450]http://i302.photobucket.com/albums/nn82/Maite1369/CASALMARFAROL.gif[/img]
Su tiempo libre, No hay manera.
Carril incorrecto, Por qué castigar a ti mismo.
Siga sin fallas.
Ve solentemente y inpugnas la ruta, en plumas.
Peleas, ¿Si te gusta, dar para arriba? Sin comprensión fico.
Piensa que, regresa a casa, muchos te aman leer.
Se deleita será el amanecer de la aurora brazos amorosos.
Saludos, amor sin miedo, eres divino proyecto su ser allí es el amor!
Ltslima.
02.08.216
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Poeta
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LA VENDETTA
(Tanka poema)
Se pierde mi alma enamorada en el dulce silencio del enigma, que aspirando la vendetta se ilumina, y descansa la soberbia encerrada que me asecha a lograrla cada día, ven llórame arrodillado si eso te calma, pero no tendrá sosiego mi agonía porque verte vencido yo quisiera, por mis años regalados a tu vida.
Mónica Lourdes Avilés Sánchez. Derechos de Indautor País México.
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Poeta
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Vejo as horas que passam Os dias que se vão E a esperança que se perde. Os anos que se entrelaçam Formando tranças de ilusão E a vida já não é verde.
Vi os anos que passaram Vejo aqueles que vão passando Talvez veja os que vão passar. Ouvi as canções que se cantaram Oiço as que se vão cantando Amanhã... não sei se oiço cantar.
A. da fonseca
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Poeta
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Depois de ter lido tanta coisa esta semana Acabei por descobrir o porquê de escrever mal. Porque escrevo quando me dá na gana, Meus poemas têm uma qualidade banal.
Apercebi-me que os poetas, os que são bons, Começam a escrever e as palavras deslizam, Mas nem todos são assim, é preciso o dom E as palavras colam, as rimas improvisam.
As palavras descem o rio da nascente à foz Com facilidade, sempre sem escolhos Como um cantor de ópera solta a sua voz Como as lágrimas que se soltam dos olhos.
As minhas palavras são peixe, que muito luta Que como o salmão nadam em contra corrente Nado ao contrário dos bons poetas, não sou truta, Espero continuar a aprender a nadar, tenho em mente.
A. da fonseca
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Poeta
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Eu gostava de quando morrer, morrer contente. Contente por saber que todos os meus ficariam bem Sem problemas para o futuro na minha ausência Saber que anos mais tarde morreriam felizes também.
Não tenho medo da morte mas tenho medo de morrer. Como viverá a minha esposa? não terá ela dificuldades? Quero que ela se sinta feliz depois da minha partida, Que ela viva a sua vida e não viva só com as saudades.
Ah... se houvesse uma vida depois da morte, invisível! Que essa vida me desse a possibilidade de a proteger, Que ela não me visse mas que se sentisse protegida E assim mesmo sem mim ela muito feliz pudesse viver
A. da fonseca
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Poeta
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Deixem-me caminhar não me impeçam Pelos caminhos que fui eu que escolhi. Mesmo se os meus passos tropeçam Nos caminhos abruptos dos vales ou das serras, É o meu caminho! É neste caminho que me sinto bem e feliz. Nunca caminhei por caminhos que não me fossem hostis, Aqueles feitos de tapeçaria, neles nunca caminhei Não foram feitos para mim e nem sequer os conheço. Todos os meus caminhos são sinuosos e lá continuarei. É o meu caminho! Não é em caminhos de cetim que se aprende a viver, Aprende-se levantando os rochedos que se nos deparam Fazendo nós mesmos com que o nosso caminho seja mais doce Para continuarmos a aprender a viver até morrer. É o meu caminho!
A. da fonseca
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Poeta
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Casei-me contigo por amor, tu sabes poesia? Depois do tempo em que o coração me falava Me ditava palavras de amor mas eu não sabia Que eram palavras belas que ele te dedicava.
Pouco a pouco comecei a escrever palavras Que se transformavam em frases e eram belas; Sem me aperceber que foram de rimas ornadas E compreendi que era poesia que vinha à janela.
Comecei a te fazer atenção e o amor chegou. Todas as noites os meus sonhos falavam de ti. Comecei a burilar palavras e a paixão despertou, Tentei fazer o melhor mas nas letras me perdi.
Os anos passaram, escrevi verdades e mentiras Nunca fui além do que sou, não cheguei à perfeição Queria ser poeta mas ser poeta, só o poeta se inspira E eu, de poeta nada tenho, escrevi o que dizia o coração
A. da fonseca
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Poeta
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Procurei um ombro onde pudesse chorar. Preferia nele rir, mas nem sempre pode ser. O homem também chora quando sabe amar. Amar de verdade, amar seu amor, sem esquecer.
Nem todos os ombros sabem as lágrimas secar. Há mesmo aqueles que as lágrimas sacodem. São os ombros frios que nos deixam gelar. Que nos desnudam a alma e em nada ajudam.
Mas há sempre alguém com disponibilidade Para secar as lágrimas sem as sacudir. Lágrimas de desgosto, cansaço ou saudade Que as guardam para ela, não as deixam fugir.
Mais tarde as vão levar a quem as chorou. Vai-lhas entregar porque ela as guardou. Sabendo que o tempo é bom conselheiro E aquele que as chorou ficou prisioneiro.
As lágrimas não são que um bom sentimento. É água que corre sem escolher o momento. Deixai-las brotar, não será que oiro brilhante, São lavas de vulcão, é lava escaldante.
A. da fonseca
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Poeta
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Passaste por mim e nem sequer me falaste. Foi naquela viela estreita onde passa a vida. Naquela ruela onde tantos se batem para viver Mas eu te reconheci, sim e já lá vão tantos anos!
Nesse tempo vivias comigo de mãos dadas. Acompanhávamos o tempo sem nos separarmos , Éramos alegres, riamos cantávamos, dançávamos Não víamos o tempo passar isso pouco interessava.
Depois, pouco a pouco, nos fomos separando Não estávamos zangados, não, mas a vida é assim. Eu comecei a envelhecer e hoje tenho cabelos brancos E tu, ai tu...! tu continuas sempre jovem, provocadora.
Não me falaste, não te levo a mal, tens tanto a fazer E eu prefiro ir esquecendo todos esses belos tempos Guardo comigo a saudade e como eu ainda a amo, Mas a ti juventude que foste minha, apenas te beijo.
A. da fonseca
SPA Autor 16430
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Poeta
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